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Mostrando postagens com o rótulo criação

Modo de Vida e Regina Duarte: Tradição, Cultura, Costume, Arte

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Por: Júlio César Anjos Regina Du arte , ao apresentar-se como ministra do Bolsonaro, disse a seguinte frase: ”Cultura é aquele pum produzido com talco espirrando do traseiro do palhaço...”. Não, Regina Du arte , Cultura não é o pum do palhaço. Isso é ARTE! Como o sufixo do seu sobrenome. Porque arte é toda e qualquer criação feita pelo homem. E Cultura é um pilar do modo de vida de uma sociedade, uma base fundamental de qualquer povo em geral. Da sociedade mais primitiva até a mais avançada, todos os povoados, sejam eles pequenas vilas ou grandes metrópoles, possuem o tripé essencial de: Tradição, Cultura e Costume. Tudo aquilo que é passado de geração para geração [ TRA DIÇÃO], cria um conjunto de crenças e valores em uma sociedade [ CU LTURA], inoculando um hábito nesta comunidade [ CO STUME]. E a junção destes três pilares forma o modo de vida de qualquer região. Deste modo, se o modo de vida desta comunidade é difícil de ser modificada, esta localidade é considerad...

PLEC! Partido da Liberdade Econômica e Conservadorismo

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Por: Júlio César Anjos Se eu contar ninguém acredita.... Conservadores do Brasil todo decidiram criar um congresso. Cansados de fazer somente sinal de arminha, os milicianos políticos resolveram ultrapassar essa barreira de simbolismo feito com as mãos para adotar também uma estética partidária que reflete a real intenção dos correligionários, ao criar até mesmo um partido do zero. Decidiu-se abandonar o PSL para fundar um novo partido. Após até mesmo décadas de estudos elaborados pelo guru da Virgínia sobre a criação de uma extrema-direita reacionária forte, decidiu-se criar um partido que tivesse um grande apelo aos seus militantes. A legenda teria que possuir a junção perfeita entre o útil e o agradável, além de ser robusto também em se tratando de símbolo. Uma das sugestões partiu do Carluxo, ao querer criar uma sigla PNC, que seria o Partido Nacional Conservador. Mas aí alguém explicou que isso poderia ser interpretado também como um acrônimo para “Pau No C*”...

Eles Gritam Deus Vult!

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Por: Júlio César Anjos Eles gritam Deus Vult! Mas silenciam quando se noticia até orgia gay e pedofilia na igreja católica. Eles gritam Deus Vult! Mas nada falam sobre o Edir Macedo ser processado em Angola por fazer lavagem de dinheiro, uma lavanderia Universal em nome de Jesus. Eles gritam Deus Vult! E ficam felizes em ver um presidente que tem relação próxima com milícias e mesmo assim continuam a chamá-lo de mito. Eles gritam Deus Vult! E querem fazer uma nova cruzada, ao vandalizar outras religiões abraâmicas, mostrando que, se não são iguais na forma, são idênticos na essência. Eles gritam Deus Vult! E querem mudar o modo de vida de toda a sociedade sem discussão, apenas utilizando-se de coletivos não tão diferentes aos vistos pela esquerda progressista. Eles gritam Deus Vult! O grito violento para impor à força a ideia do criacionismo. Eles gritam Deus Vult! Que pela ironia, o intelectual deles é o Astrólogo Olavo de Carvalho que já foi membro de...

Clarice Lispector e a Literatura de Fluxo de Consciência

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Por: Júlio César Anjos Na literatura, em geral, o normal é o autor (escritor), por vezes utilizando de um narrador, inventar o imaginário da estória com a produção de três pilares de construções: Personagem; Ambiente; e Diálogo. Todavia, existe um quarto artifício, pouco utilizado, muitas vezes produzido em segundo plano na confecção da narrativa, um recurso chamado Fluxo de Consciência. E é nesse último aspecto que a Clarice Lispector soube manejar tal ferramenta literária com maestria, sendo considerada a “Virginia Woolf” brasileira. Primeiro, que se compreenda o que significa fluxo de consciência.  Fluxo de consciência é quando o narrador ou a personagem começam a ter divagações sobre questões plurais, abstraem-se, pensam na vida, nos seus infortúnios, nas suas idiossincrasias. Geralmente este pensamento furtivo solapa o tempo, além de que, também, a personagem ou o narrador ficam presos a digressões gerais. Ou seja, filosofam sobre a vida, mas com ligações que fazem ce...

Palavras ao Léu de um Louco com Bloqueio de Escritor

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Por: Júlio César Anjos Atina por horizontes impossíveis de serem vistos, gloriosas imagens inexistes de um cárcere encampado, gradeado na liberdade em poder ir a lugar nenhum. De andanças em andanças, só o que se desbrava é o relevo de mais uma calosidade que não cicatriza e só apetece de vigor para informar que o andarilho é só mais um errante que se perdeu naquilo que nunca se aventurou. Vacilante, procura ajuizar as agruras em supostas ilações maçantes, criando imagens que não seriam exibidas em telas, mas que exibem como um espetáculo a martelar e martelar na consciência do ser fustigante. Puna-o, puna-o com esse julgamento hostil de debilidade neural. Faça mais uma vitima desta tramoia torturante que não possui uma limítrofe e nem permeia por um fim.  Pulverizados na quintessência das trivialidades em comum, guiado por um caminho que não possui registro algum. Óh!, àqueles que sofrem, açoitados, coitados, pelas aventuranças da atribulação da consciência, o carrasco da...

As Bebidas dos Contos

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Por: Júlio César Anjos As bebidas apresentadas aos contos gráficos, seja os da literatura ou somente peça de entretenimento, aparecem com frequência nos escritos inventados para promover o conteúdo do livro, da peça teatral, arquivo religioso, ou até mesmo do periódico jornalístico. O líquido com certo poder aparece constantemente nos clássicos das escrituras, seja sagrada ou não. As poções das estórias são muito mais legais do que os produtos vendidos no mercado, hoje em dia, como o refrigerante, a cerveja, cachaça, entre outros.  Já ouviram falar em: Mandrágora, Defunticaba, Cicuta, Hidromel, Leite-com, e Composto Gummi? Certamente um ou outro, mas dificilmente todos. Caso saiba de todos, então você é um cara legal. Voltando ao assunto, essas substâncias são enriquecedoras nos contos, pois possuem poderes além do imaginável, que dão força, ou não, para quem os usa. Tudo bem que o papel aceita tudo, mas fazer criações que elevam de patamar, quebram paradigmas, e sobrevive...