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Caixa2 Pode ser até mesmo um Ato Heroico!

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Por: Júlio César Anjos Como já explicado em outro artigo publicado neste blog, Caixa2 não existe [só existe como menção em lei eleitoral], o que existe é dinheiro não contabilizado – que se deve investigar caso-a-caso. O caixa2 não existe na contabilidade [o que existe é caixa e/ou equivalente de caixa] , além de que não é tipificado no código penal [porque não pode ser mesmo porque não é crime por definição].   Mas caixa2 é encarado precocemente como algo imoral para a justiça eleitoral porque pode preceder um crime, desde que esse recurso auferido sem transparência vire propina, caso o corrompido vença o pleito e favoreça o corruptor.   Ou seja, para os olhos da justiça eleitoral, caixa2 é somente uma prévia para suposta corrupção. Mas o caixa2, dependendo do contexto do ambiente eleitoral, poderá ser até mesmo heroico. E você compreenderá a linha de raciocínio aqui. Segue. O primeiro ato de heroísmo de caixa2 [dinheiro não contabilizado] é baseado em fato real. Cha...

À Espera do Cherrea

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Por: Júlio César Anjos Cherrea foi um guarda pretoriano, no período da Roma Antiga (mais precisamente na era dos 12 césares), que se subordinava aos mandos de Calígula – o homem que nomeou cônsul o próprio cavalo Incitatus. Tal funcionário não agüentou as sandices de seu rei e resolveu matar o déspota lunático do antigo império. Depois de Calígula veio Claudio, Nero e afins, o que mostra que a bravura de Cherrea não resolveu muita coisa, mas pelo menos o soldado resolveu agir em dado momento. O Brasil de agora clama por um herói Cherrea dos dias atuais. Hoje o Brasil convive com um governo louco, fazendo maluquices a todo instante. E o povo pede até os militares a interceder pela sociedade, pois, parece, está difícil de agüentar tanta sandice atual. E nessa leva, os indivíduos clamam pelas forças armadas para impedir o comunismo. Mas o povo pede para que um terceiro faça o serviço sujo, a própria população uiva a todos os cantos por pedido de ajuda, sem fazer o esforço de ir...

Os sonhos e as suas conclusões

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Por: Júlio César Anjos O sonho é o combustível que sustenta a engrenagem do realizar, um dínamo às ações meramente ilustrativas ao cérebro, agente que alcança nas visões prévias o usufruto da conquista de algo que realmente necessita, a substância incorpórea torna corpórea, pois se concretiza pela massa do trabalho concluído. As concepções altaneiras trás delírios, que são o aquecimento da mecanização pela febre da cólera, a dificuldade em execução do arranjo que conceitua ser impossível, mas que em primeiro momento era palpável aos entendimentos racionais. É o homem quem escolhe o sonho e não ao contrário, o flerte entre a idéia fixa em mente, reflete o aspecto reluzente, que o indivíduo pode devanear, pois o sonho nasce das idéias das pessoas, apesar de que sonhos de outros o faça gerar – já que um filho é o sonho de pai e mãe. O certo é que homem vem primeiro ao sonho, não há a dúvida entre o ovo e a galinha, o sonho é secundário e o primata é primário. Uma idéia prec...

Empreendedorismo: Os 3C’s do Negócio

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Por: Júlio César Anjos Estava navegando na internet, esses dias, e deparei com a história do “Mágico de Oz”, uma temática que conta a estória de uma menininha que desejava sair do mundo enfeitiçado, com o objetivo de voltar à cidade natal. Não entrarei em detalhes, presumo que todos saibam a estória de Oz. O que me intrigou no conto foi o empreendedorismo da Dorothy, pois a menina tinha qualidades que a fizeram obter sucesso no caminho trilhado, habilidades como coração (o motor da empreitada), coragem e cérebro (conhecimento), atributos que o espantalho, o homem de lata, e o Leão não tinham. Dorothy tinha o coração limpo, tão puro que facilmente fazia amizades, e também possuía o coração de se expor em algo que poderia não dar certo, a positividade de uma alma pura. A protagonista também tinha coragem, pois aceitava desafios e não tinha medo do diferente, já que não ficava assustada nem mesmo com um espantalho falante. E, por fim, a menina tinha cérebro, conhecimento e in...