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Prepara a Eutanásia!

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Por: Júlio César Anjos O conservadorismo e a liberdade econômica, no Brasil, caíram de joelhos para essa nova tendência “cool” da individualização da essência e do coletivismo material, em que há um totalitarismo nas questões emocionais, enquanto há partilhas nos aspectos de bens tangíveis e comerciais. E, nesse aspecto, escancara-se um problema, a resolver, pois o oba-oba de hoje poderá custar muito caro no futuro, resoluções que as próximas gerações terão que resolver. O tradicionalismo familiar, com famílias volumosas em entes queridos, além do aspecto de apego pelo emocional coletivo, fazia a família clássica ser uma válvula de segurança para o porvir. As pessoas se apegavam coletivamente ao bem maior, que era os sentimentos que eclodiam ao apelo de linhagem, pelo sentido selvagem de instinto de defesa criado pela igualdade de sangue. As famílias foram, aos poucos, Durante os anos, destruídas por homens que desrespeitam a Do-Lar e as mulheres que exigem marchar como vadi...

Ir às Ruas

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Por: Júlio César Anjos O povo reagiu, foi às ruas, protestou, levantou bandeiras, desopilou a raiva, soltou o grito na garganta, conquistou o alívio por poder ser livre e defenestrar “tudo isso que está aí”. O problema é que ninguém identificou no desespero um alvo específico, ficou parecendo mais um remelexo coletivo, o manifesto que não teve objetivo definido algum. A aclamação popular ficou mais parecida com uma “rave” sem som, e sem sal. Mas a pergunta que fica é: Resolveu alguma coisa? A resposta pode não ser agradável. Se o objetivo era dar uma agulhada de acupuntura, ou seja, emitir uma resposta rápida dos governantes diante da reação, a constatação é positiva. Agora, se foco era melhorar o Brasil, situação a longo prazo, a solução da questão talvez seja um não. Os protestos de imediato causaram o efeito das questões paliativas da política, como os deputados trabalharem do jeito que sempre deveriam labutar, ao aprovarem demandas que o povo estava há tempos esperan...

Apenas um toque

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Por: Júlio César Anjos Um professor resolveu fazer um teste dentre os alunos da turma em que leciona. Utilizou-se de métodos para explicar sobre os conhecimentos, através de dinâmica em grupo. A avaliação seria um argumento para o resultado de raciocínio lógico, pois quem conseguisse revelar a atividade poderia ser considerado acima da média. Iniciou, enfim, a demonstração. O professor, ao dar aula à noite, pegou uma caixa cheia de bolinhas brancas e colocou em cima da mesa. Pediu para que 5 voluntários se manifestassem com o teste, para que a desafio pudesse ser iniciado. Separou 5 bolinhas e pintou-as, com pincel, com um material incolor e sem cheiro (nem mesmo pigmento para revelá-las), 5 (cinco) bolinhas dentre as tantas que estavam na caixa. E lançou o desafio: O desafio era simples, bastava achar de 1 bolinha a 5, não importa, dentro das 5 escolhidas (pinceladas), somente com o toque de um dedo. O professor virou a caixa e todas as bolinhas ficaram espalhadas...