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Mostrando postagens com o rótulo destituição

Quarentena

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Por: Júlio César Anjos Faltam 40 dias para a Dilma ser destituída. Nada se pode acrescentar neste momento a não ser somente assistir as instituições trabalharem na Lava-Jato, no Impeachment da Dilma, e na homologação do Temer como “presidento”. Não tem mais o que fazer; só resta aguardar. O impeachment é inevitável. Ele vai acontecer. E o que o mundo todo está vendo, com a bancada da chupeta a chorar sem parar, é simplesmente “espuma”, ruídos desta transição executiva que acontecerá de fato. Então, politicamente está tudo acertado, pois, não há mais como voltar. Porque, se alguns senadores voltarem atrás com os seus votos – para salvar a Dilma -, após o processo ter chegado até onde chegou, a população não vai aceitar e... Enfim, na hora da votação, no bafão do povo, a Dilma dará tchau de uma vez por todas, é inexorável esta situação. Agora, há uma bifurcação politica difícil de resolver. Pois, no campo político, “está tudo acertado”. Porém, no campo da justiça, a lav...

Tchau, Querida

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Por: Júlio César Anjos Dilma finalmente foi afastada, embora não destituída, ao menos não assombrará, por enquanto, o país com as suas manobras tenebrosas e fracassadas. É realmente um alívio momentâneo. Mas a saída da presidente, não obstante tenha pelo aspecto racional satisfeito em resultado pragmático de vitória de curto prazo, no ínterim emocional nada aconteceu; continuo com o mesmo espirito, sem ter modificação alguma comportamental. Pelo aspecto global, esperava mais.  Assim como o ponteiro do relógio se mexe e faz do ano velho ser mudado pelo ano novo, em que as pessoas criam expectativas e esperanças vãs diante algo totalmente irracional, pois na verdade a mudança de calendário é apenas uma convenção; ou no sentido de que se transmuta entre uma limítrofe de uma cidade a outra – até mesmo entre nações -, não mudando o comportamento daquele que já é calejado em fazer baldeação, o certo é que “tudo continua como antes, na terra de Abrantes”. Dilma sai do poder. E da...

PÂNICO!

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Por: Júlio César Anjos O Impeachment melhorará a economia de fato? A resposta é curta e grossa: Não. Para melhorar a condição econômica é preciso usar outros remédios e doses para essa tal enfermidade chamada crise, em que não adianta uma homeopatia para curar uma doença grave. Ou seja, só impedir a “presidenta” não resolve muita coisa. Apesar de ser quase que uma questão obrigatória destituir Dilma do poder, tais acontecimentos mostram que dependendo da decisão politica no congresso, o país poderá, infelizmente, entrar em depressão, em desespero, e até mesmo em PÂNICO. É muito obtuso olhar o impeachment pelo aspecto somente econômico. Há outros fatores de desdobramento, como os mencionados no artigo com o título: “Porque sou a favor do impeachment” (link no final do texto), ao demonstrar que a destituição é algo realmente benéfico para o país. Neste artigo, em nenhum momento afirma-se que impeachment é sinônimo de melhoramento econômico a médio e longo prazo. Talvez seja remé...

Verás que um Filho teu Foge à Luta

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Por: Júlio César Anjos O brasileiro nunca foi de fato um povo beligerante porque nunca teve “oportunidade”. Embora o escritor/historiador Laurentino Gomes tente criar em seus livros (1808, 1822 e 1889) um aspecto de combates na linha de tempo da história nacional, o fato é que não houve conflitos em aspectos globais, somente convulsões em momentos pontuais, nada que se compare, por exemplo, à guerra civil espanhola ou americana (secessão). Diante de tal fato, “Verás que um filho teu foge à luta”. Portanto, só resta saber se a evasão pusilânime de combate se dá pela elite ou pelo povão. Em números absolutos, o Brasil é hoje o país com a maior quantidade de homicídios do globo terrestre. Ou seja, é a nação que mais mata no mundo, superando até mesmo índices de guerras. Sendo assim, para um desavisado qualquer, a matança recorrente no território nacional seria a prova fatídica de que o brasileiro é um povo “guerreiro”. Nada mais falso, pois o compatriota não luta – por hora - por...

O Muro do Orgulho Petralha

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Por Júlio César Anjos O muro feito de aço, cercando a esplanada dos ministérios, com 2 metros de altura não é o muro da vergonha, como muitas pessoas etão dizendo por aí. É o muro do orgulho petralha. Pois, como se sabe, é da alegria do autoritário fazer obras monumentais, com muita simbologia, em meio a uma comemoração. Os petistas estão satisfeitos com a criação; o povo, não. Muro de aço de 2 metros de altura, cercando toda a esplanada dos Ministérios.  Muro do Orgulho Petralha. Isso porque a gestão petralha é comunista. COMUNISTA! Portanto, é crível fazer essa excrescência e não se importar com a repercussão negativa de tal situação. Agora, diante das mudanças sociais aplicadas a "fórceps" pelos comunistas, o PT fará outras criações "maravilhosas" para o povo, como: 1) Palácio do Planalto da Paz Celestial; 2) Kremlin dos Ministérios; 3) Cidade Proibida de Brasília. O PT já é autoritário. Mas já está com a sanha de ser totalitário. Dia...

Impeachment: Explicação sobre a Mudança de Opinião

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Por: Júlio César Anjos Eu era favorável ao impeachment até a segunda grande manifestação ocorrida neste ano de 2015 – a primeira, em 15 de março e a segunda, em 12 de Abril. Na primeira ocasião, tudo parecia convergir realmente na destituição da presidente. Mas, infelizmente, houve uma blindagem geral para tartamudear o avanço do pedido popular; em que no segundo protesto popular, um pouco mais esvaziado, tal ambiguidade provocou desconfiança geral.  Brasil, hoje, claudica triste, em meio a dúvidas no ar. Mas a pá de cal para eu ter mudado de ideia foi algo até menos expressivo, mas que gerou a resposta que estava esperando: desse jeito, o Impeachment não sairá. Uma das coisas que me incomodaram, profundamente, foi a questão do Movimento Brasil Livre (MBL) fazer peregrinação. Aquela estratégia jogou um banho de água fria aos entusiastas, não só no sentido de fracassar no propósito, mas, após não obter êxito, escolher a oposição a quem culpar. Isso gerou mal-estar e ruptura...

Diários de All Star

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Por: Júlio César Anjos O filme “Diários de Motocicleta”, dirigido pelo brasileiro Walter Salles, conta a história do jovem sonhador que, ao viajar a América Latina inteira, se depara com os problemas e anseios de uma região entregue ao “acaso”. Esse rapaz chamava-se Che Guevara, em que a película só conta uma parte da estória, pois suprime o lado facínora do cruel ditador comunista latino, o que é assunto para outra hora. O longa metragem detalha as passagens de moto pelo “jovem idealista” pela América, anotando os percalços durante o caminho. A mesma coisa acontece agora com o grupo seleto de jovens do Movimento Brasil Livre (MBL), ao fazer peregrinação, registrando todos os infortúnios no período de caminhada, compilando tudo através dos “Diários de All Star” – pela página de rede social. O MBL cria a ilustração e a narrativa da mudança histórica em curso, a ser contada para toda a nação. É só abrir a mente para ver e escutar. Independente do que aconteça, o MBL merece respe...

Greve Geral

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  Por: Júlio César Anjos A pior coisa para um governo é a deflagração da greve geral. Paralisa tudo, cai receita, cai confiança, o povo faz desobediência civil diante do ato, além de mostrar a ingovernabilidade através da impopularidade salutar. Mas é difícil acontecer greve geral. Ainda mais com os sindicatos aparelhados com o governo, sendo chapa branca nas questões de manobras eleitorais. Apesar de muita gente levar a crer que a greve geral é espontânea, ela geralmente nasce sob a influência dos sindicatos, que fazem coalizão para travar toda a atividade econômica do país, a fim de chantagear um presidente considerado ilegítimo. Uma greve geral não inicia como uma geração espontânea, espécie de abiogênese. Ela tem um início, uma centelha, que começa pequeno e depois só aumenta, chegando ao ponto de perder o controle.  A exigência do povo passa a ser algo sem negociação, não havendo solução fácil para resolver aquilo que a sociedade está reivindicando. Assim como na...

Porque sou a favor do Impeachment da Dilma

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Por: Júlio César Anjos Poucas pessoas ainda não compraram o impeachment da Dilma como saída (solução), pois pensam nos desdobramentos políticos que possam acontecer em tal situação, desnudando que, no fim, poderá ser um esforço desnecessário porque o poder iria direto para o PMDB.  Esse raciocínio é certo, embora tal pensamento seja raso nos aspectos de resultado de longo prazo. Porque destituir a Dilma, hoje, é solução, sim! O primeiro fator que se refletiria ao tirar a Dilma de lá seria a questão simbólica. Nesse aspecto, a sociedade brasileira mostraria que não compactua com o rumo que o país está tomando, fazendo uma quebra de paradigma – e de curso histórico -, com o rompante de mostrar ao mundo que quer mudança.  Cria-se então, além de um registro histórico, um pilar de força da união do povo contra um governo nefasto, que só sabe fazer corrupção. O segundo fator se dá através da quebra de hegemonia política. Porque democracia é girar e trocar de mãos o pode...