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Inteligência Emocional na Política

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Por: Júlio César Anjos Existem sete tipos diferentes de inteligências. São elas: Linguística; Lógica; Motora, Espacial, Musical, Interpessoal e Intrapessoal. Mas há outra inteligência que é específica em política, em campanha eleitoral, que é a Inteligência Emocional. Sabe-se que nos “business” Inteligência Intra e interpessoal fazem parte do contexto da inteligência emocional. Nas questões de negócios, a fim de manter o grupo focado em produção, a inteligência emocional se dá em saber lidar com pessoas. Um político também tem que saber interagir com eleitorado, por isso, nesse aspecto específico, o político deve ter inteligência intra e interpessoal. Mas o mundo não é perfeito, as pessoas tendem a fazer coisas do arco da velha para conseguir o que deseja, e nesse aspecto aparece a inteligência emocional de fato, especifico do político de profissão. Na política, nem todos os partidos e/ou políticos jogam de forma justa, criando uma campanha suja, de baixo nível, que só mos...

Marina Diz: “Não é um Discurso, é uma Vida!”

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Por: Júlio César Anjos O que se pode retirar de informação em um simples ato público? Veja: “Não é um Discurso, é uma vida!” N fatores que desnudam até mesmo se o governo de Marina será bom ou não. Vale lembrar que catarse demais gera epifania. Epifania que, quando chega, sempre é tarde demais, mostrando que a pessoa comovente nem sempre tem o monopólio da bondade, ou, então, que a crença de bondade não seja algo bom de fato. Marina é emotiva... Até demais! Há uma linha tênue entre a emoção e a loucura. Nero, ao ser emocional demais, botou fogo em Roma e, perto de morrer, em catarse, disse que Roma perderia um grande ator. É loucura amparada pela emoção, algo tão sem explicação, que desnuda que nem todo sentimento é monopólio do bem/bom. Outro sanguinário também já proferiu: “Há de matar com ternura”, como se a palavra ternura tornar-se-ia o assassinato em algo banal, que não é maldade na cabeça de tais facínoras que pensam de forma distorcida e igual. E o que é o crime pa...

O Afago da Lágrima

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Por: Júlio Cesar Anjos     Estava deitado, pensando na vida, ausentado temporariamente dos afazeres normais e, encontro, reclinado à cadeira, entretido às lembranças longínquas que me fazem refletir a tudo o que vivera até aqui. As viagens apagam o racional, somente perpetua um instante o emocional, com a reação da carne como prova da sensação contemplada no momento. Com a penumbra que sobrepõe à luz, a escuridão destoa junto com os martírios sofridos por mim nos tempos passados, assombrando o presente. As marcas de outrora não foram apagadas, apenas esquecidas, como o tempo fossiliza uma pegada ou um sinal, mostrando a verdade em qualquer período que seja deflagrada. Doravante a tudo isso, uma lágrima escorre sob o meu rosto e a gotícula viaja até o pescoço. Por um instante, com o arrepio do líquido que percorre a textura, sinto a sensação de toque, não da lágrima, mas de uma mão que afaga o rosto até o pescoço. Tento secar o rosto com a mão, mas a sensação do f...