E[co(no)mico]
Por: Júlio César Anjos O termo econômico desmembrado cria dois outros substratos que registram bem a real essência desta área do “saber”, pois o estudo econômico, hoje, se não é cômico, é mico. Esta área especifica perdeu o critério, o real valor na sociedade brasileira, sendo mais um módulo qualquer, que se apresenta também somente como mais um cursinho caça níquel nas universidades do país. O curso e a profissão, na era PT, perdeu status, padrão. O Brasil, na era do regime militar, sofria do problema de hiperinflação que judiava do povo em geral, por causa da falta de organização e controle econômico que estourava na celeuma social. Jovens preocupados com o futuro da nação buscavam, incessantemente, cursos de Ciências Econômicas para contribuir à sociedade, com o aprendizado sendo um cursor a melhorar a condição do país. Profissionais como Gustavo Franco e Armínio Fraga fizeram o plano real, que cerceou a destruição que a inflação imputava ao povo, tornando o controle ...