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Mostrando postagens com o rótulo econômico

Sobre a Correlação Inexistente entre Totalitarismo e Investimento Nacional e Estrangeiro no País

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Por: Júlio César Anjos   Reinaldo Azevedo diz que se a política brasileira ousar tentar fazer um fechamento político, o mercado financeiro “quebra as pernas” do governo. E em entrevista para a mídia, no dia 19/12/19, Rodrigo Maia disse que o investimento estrangeiro está fugindo do país por causa de discurso de AI-5. Diante tais comentários, esta correlação – ditadura x investimento - é verdadeira? A resposta é: infelizmente, não. O investimento estrangeiro não liga em aportar os seus recursos em ditaduras africanas sangrentas, nem em monarquias extremamente fechadas compostas por califados e muito menos em regime comunista totalitário como da China. Em todo o planeta há bolsa de valores em que há também especulação. Isso mostra que há uma distinção entre valores políticos morais e a práxis capitalista. E por isso que uma coisa não se confunde com a outra. Os investidores não ligam para valores democráticos de uma nação, só o que eles querem saber é se há neste país in...

A Era das Cinco Massas

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Por: Júlio César Anjos Mal sabia Robespierre que ao gritar: “cortem as cabeças” teria como fim a sua também guilhotinada. *** Foi Ortega y Gasset o mestre que conseguiu de forma sapiente observar as agitações populares com objetivos políticos, fazendo, deste modo, até mesmo um livro de grande repercussão chamado: “a rebelião das massas”. Ortega foi um bom observador. Estudou a formação dos movimentos revolucionários e como o homem normal do dia-a-dia transforma-se ao virar um coletivo com entusiasmos iguais aos dos que reivindicam, os seus pares na rua, a algo a ser aglutinado pelo sentimento de pertencimento. Mas o que Gasset não observou foram os surgimentos de outras formações de multidões, conforme as composições de massa que acontece nos países democráticos ocidentais, especialmente no Brasil, de maneira que as articulações em períodos de “pax social” continuam a tornar vivida a pura e simples manifestação, como algo pulsante e que, gruído por paixões, parece que ...

Leprevost: Glossofobia

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Por: Júlio César Anjos Ontem (23/10/16), teve debate na Record e, como sabido, Greca ganhou mais uma vez. Já virou rotina, pois o candidato do PMN tem o ROR (Repertório, Oratória e Retórica), além de ser uma vocação falar em público. Enquanto que Leprevost tem somente a vergonha alheia. Não sabe diferenciar viaduto de trincheira; defende-se atacando, como no caso da veracidade do irmão ser corrupto (na questão moral); além de ofender de forma grosseira o adversário, ao achar que isso sirva para alguma coisa. Enfim, o certo mesmo é que o teleprompter Humano com linguagem do ensino fundamental tem mesmo é glossofobia – medo de falar em público. Ney é medíocre. Fazer o quê? O Leprevost, até agora, só fez sabatina e entrevista em espaço confinado controlado. Só foi em grupos econômicos de mídia, seja rádio ou TV, apoiados pelos seus aliados políticos, como a Band (Malucelli), SBT (Ratinho) e RPC. Fugiu do escrutínio da Record e da Jovem Pan, que era um grupo midiático que não está...

Ciclo Econômico

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Por: Júlio César Anjos O que o leitor mais escutará dos engravatados, daqui para frente, será o tal do “ciclo econômico”, a fim de anestesiar o povo sobre uma “possível” melhora que ocorrerá em breve. Mas em breve quando? Eles não sabem e não podem precisar. Porque essa artimanha é somente blefe para ganhar tempo, pois os pelegos do governo estão desesperados e não sabem o que fazer e o futuro que virá. A única coisa que sabem é que o “agora” (hoje) está agonizante, ninguém aguenta mais a incompetência econômica e social do país, praticada pela política sufocante. Portanto, esse será o mantra reverberado, incessantemente, pelos vendidos do governo. O que é ciclo econômico? São variáveis econômicas, que oscilam entre o boom (crescimento extremo) e a recessão (contração total) das atividades de um país. É a tal “mão invisível” do Adam Smith, ou o velho provérbio conhecido por todos: “não há bem que sempre dure, nem mal que se perdure". Ou seja, as variáveis econômicas segue...

Lugar que Falta Pão

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Por: Júlio César Anjos Já diz o ditado: “Em casa que falta pão, todo mundo briga e ninguém tem razão”. E essa frase deriva justamente àquilo que muitas correntes proferem em defesa da liberdade econômica à social.  Mas, como assim? Simples, uma região que está com dificuldade econômica, tudo é motivo para gritaria e algazarra que em muitos casos nem nexo tem. Por isso que o Brasil está implodindo. E, sendo assim, parafraseando Olavo, nesta situação o que mais sobra é o tal do imbecil coletivo. Em uma região próspera, em que o sucesso econômico deriva em uma concretização do melhoramento social, as pluralidades são suportáveis, com o respeito como salvaguarda do bem-estar. O palestino é até vizinho do Judeu; O professor comunista debate harmoniosamente com o empresário capitalista; O pobre se incomoda e o rico se sensibiliza. Ou seja, as divergências ficam em segundo plano, pois a evolução do melhoramento anda devagar, mas trilha no caminho certo. Contudo, em uma regi...

Ingovernabilidade

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Por: Júlio César Anjos A maioria das pessoas acha que o principal motivo de uma ingovernabilidade de um político é a dívida de “herança maldita” adquirida pelo antecessor. É obvio que problemas financeiros desencadeiam uma dificuldade maior em lidar no mandato do sucessor, além de não atingir alguns objetivos por causa desta mazela contraída já no início de gestão do político, mas o fato é que o problema em caixa não é o principal motivo do não conseguir governar. O principal incômodo de um gestor é a autodestruição da população via viés ideológico, ao sobrepor os interesses específicos, não lutar por uma bem maior que transpassa o limítrofe geográfico, pois é da prática do comunista ser “universal” aos próprios pares, ou seja, o comunista estrangeiro é mais companheiro que o conterrâneo que pensa diferente do socialista engajado. Essa auto-sabotagem existe e sempre está em curso neste momento globalizado, em que os marotos formam gangue da camisa vermelha para referendar em...

Marina Silva Presidente

Por: Júlio César Anjos Ao passo que as eleições já batem à porta, os candidatos surgem ao natural com as especulações, materializando as candidaturas no momento oportuno. A certeza desnuda Marina Silva como uma das escolhas para o eletivo da executiva nacional, o mais importante cargo do país. Marina Silva tem “qualidades” que a deixam como uma forte opção para governar a nação. A aptidão da partidária do Partida da Rede (Antes era do PSOL e fez parte do PT) não deriva por ordem de tecnocracia, nem astúcias de experiência profissional e tampouco um ótimo desempenho intelectual a lastrear tal condição como dirigente do Estado. O que congratula Marina Silva são as estirpes de ser: Mulher; Afro-descendente; Religiosa; Origem Pobre, e Socialista. As modalidades apresentadas não perfazem preconceito, e tampouco são piegas doravante as causas, apenas são os fatos de aptidões que serão extraídas em campanha eleitoral pela própria militante ex-PT. O lado bom é que, ao eleger Mar...