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Mostrando postagens com o rótulo governabilidade

O Centrão e o Estelionato Eleitoral

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Por: Júlio César Anjos   Bolsonaro, recentemente [11/06/20], nomeou para o Ministério das Comunicações [pasta recém-criada que o presidente jurou acabar] um político do centrão. Com isso, ajustou lobby no congresso para manter-se no poder ao blindar-se de um possível impeachment e, assim, ter uma estrutura de base politica e capilaridade eleitoral para sobreviver neste momento de turbulência governamental. O problema é que algo mais grave do que Bolsonaro juntar-se ao centrão é fazer estelionato eleitoral [sendo que o presidente jurou não se aliar a essas forças do congresso em sua campanha presidencial]. Diante tais situações, é preciso fazer uma distinção: fazer acordo com o centrão é até aceitável; estelionato eleitoral, não. Primeiro, deve-se saber quem faz parte do centrão. Quer saber quem faz parte do centrão? Basta fazer esse pequeno método infalível de investigação. Fale em voz alta o máximo de partidos que consegue lembrar-se de cabeça. Terminou? Sabendo que a pol...

Geraldo Alckmin está Certo porque é a Certeza nesta Eleição

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Por: Júlio César Anjos Geraldo Alckmin está certo em jogar parado. Também está certo em ser parcimonioso na questão dos caminhoneiros, fleumático e racional sobre os aspectos de caos que o Brasil vivencia, ao mostrar o seu posicionamento e comportamento natural de mediador de conflitos. Porque, em era de extremos, mostrar-se diferente é essencial.   Os cães extremistas ladram nas ruas para não deixar a caravana da riqueza do país passar. Eles querem o caos. Mas eles quem? Os extremistas tanto da direita – que querem intervenção militar – quanto da esquerda – que agem no conceito “quanto pior, melhor”. Os dois grupos acham que, após a eleição ser finalizada, havendo um ganhador, as coisas se normatizariam espontaneamente, dando governabilidade para um candidato extremista de ocasião. Não governariam não. Se ganhar um extremista, seja ele quem for, o outro lado extremista incomodará a governabilidade deste radical vencedor sem parar. Pura questão de lógica. Deste modo, p...

Temer e as Verves Políticas

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Por: Júlio César Anjos Já está definido: a Dilma não vira o semestre. Neste sentido, a disputa eleitoral do impeachment é como se fosse daquele político líder nas pesquisas eleitorais, concorrendo um pleito em que o oponente é fraquíssimo, na qual só um milagre poderia reverter vitória na urna. Portanto, Temer é o presidente do Brasil. Por isso que já articula estratégia e ações para governabilidade, começando a caçar nomes de peso para fazer um bom mandato, mesmo sendo de uma gestão temporária. Diante disso, a oposição sinaliza que somente apoiará o governo do PMDB informalmente; enquanto que o Brasil fica em “stand-by” por causa das dúvidas e indefinições. O futuro presidente fará um governo Sarney ou Itamar? O fato é que o Temer tentará fazer o mais difícil, um governo com identidade, chamado plano Temer. Só não se sabe se irá funcionar. A caneta da Dilma já não tem mais tinta. A ex-presidente em atividade já deve até mesmo começar a limpar as gavetas, pois a saída, nesse m...