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New Hippie

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Por: Júlio César Anjos   O Brasil hoje vive um mundo invertido no qual os Ucranianos na paulista são patriotas e a torcida organizada Gaviões é defensora da democracia. É o país da piada pronta. Papo de louco ou não, o certo é que deve haver a criação de um novo movimento que seja diametralmente oposto a esses grupos terroristas que se utilizam de bandeira partidária para impor, nas ruas, a ditadura da agressão. E em tempos em que a cultura política se dá tanto pelo patriotismo quanto pela democracia de troca de socos e pontapés, nada melhor do que instituir a contracultura da paz e o amor. É preciso incutir o New Hippie como valor. A pandemia do Coronavirus irá passar. E quando essa atribulação for embora, dará lugar ao novo que irá se apresentar, que será a nova Era de Aquarius que se estabelecerá. Um tempo em que o homem dominará o seu próprio destino, abandonando o determinismo histórico revolucionário em ascensão. Uma era de consciência e iluminação, de ciência...

Clarice Lispector e a Literatura de Fluxo de Consciência

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Por: Júlio César Anjos Na literatura, em geral, o normal é o autor (escritor), por vezes utilizando de um narrador, inventar o imaginário da estória com a produção de três pilares de construções: Personagem; Ambiente; e Diálogo. Todavia, existe um quarto artifício, pouco utilizado, muitas vezes produzido em segundo plano na confecção da narrativa, um recurso chamado Fluxo de Consciência. E é nesse último aspecto que a Clarice Lispector soube manejar tal ferramenta literária com maestria, sendo considerada a “Virginia Woolf” brasileira. Primeiro, que se compreenda o que significa fluxo de consciência.  Fluxo de consciência é quando o narrador ou a personagem começam a ter divagações sobre questões plurais, abstraem-se, pensam na vida, nos seus infortúnios, nas suas idiossincrasias. Geralmente este pensamento furtivo solapa o tempo, além de que, também, a personagem ou o narrador ficam presos a digressões gerais. Ou seja, filosofam sobre a vida, mas com ligações que fazem ce...

Resumo/Resenha Livro: Cândido – Voltaire

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Por: Júlio César Anjos Sinopse: O livro empenha-se tão somente a refutar Pangloss (Leibnitz) por ser otimista demais. Portanto, em todo o curso da trama, haverá humilhações, despejos, agressões, doenças, convulsões e até mortes. A vivência das personagens à realidade da história chega à conclusão que a vida é desgraçada; por isso comprava-se a contradição da filosofia positiva do Pangloss à perspectiva da realidade nos tempos pré-revolução.  Capítulo I - De como foi Cândido criado em um lindo castelo, e como dali o escorraçaram Resumo : Cunegundes deixou cair o lenço, Cândido apanhou-o, ela tomou-lhe inocentemente a mão, o jovem beijou inocentemente a mão da moça com uma vivacidade, [...] Ora, o senhor barão de Thunder-ten-tronckh passou junto ao paravento e, vendo aquela causa e aquele efeito, correu Cândido do castelo, a pontapés no traseiro; Cunegundes desmaiou; logo que voltou a si, foi esbofeteada pela senhora baronesa; e houve a maior consternação no mais lindo e...