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Liberal na Economia e Conservador nos Costumes: Não Existe

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Por: Júlio César Anjos O mantra da extrema-direita, que se finge democrática para obter o poder, é dizer que o brasileiro tem que escolher um político que seja “Liberal na Economia e Conservador nos Costumes”.   Apesar de parecer algo muito bom, o fato é que Isso não existe. Mas para discorrer sobre esse excêntrico discurso, há de saber de antemão o que é Liberal, o que é Economia, o que é Conservador, e o que é Costume. Depois de compreender toda a estrutura, e verificar no empirismo em curso, a lógica prevalecerá e mostrará que a frase de efeito: "Liberal na Economia e Conservador nos Costumes" é extremamente enganosa. E falha na concepção. Primeiro, as definições: 1) Economia: Alocação de Recursos Escassos na Sociedade [Entenda-se escasso como algo finito e não como algo que está acabando, que vai esgotar – embora haja alguns produtos que se esgotem por não serem renováveis]; 2) Liberal: na sociedade, estado mínimo; no mercado, que o estado não atravanque as negoc...

Da inatividade até a ida

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Por: Júlio César Anjos Nenhum movimento, nem som, e muito menos essência. O conceito está inativo, sem ação ou reação, não se propaga nada, apenas não se tem existência. Tudo muda quando o status quo é quebrado, o paradigma deixa de ser regra, inexplicavelmente muda, pois alguma coisa o empurrou, tornando inatividade em natividade. Nasce então à concepção, germinar a terra (parábola da religião), ou empurrar o carro (parábola da física), não importa, o que fica claro é a ação. Gestão vem da gestação, é preciso gerenciar uma empresa assim como um feto que está para nascer, deve haver a praxe: do zelo, do carinho, do esforço de conhecimento e suor, para estabelecer um procedimento. O embrião assim surge, inicia-se o processo de um novo, que progredirá pelo avanço de algo que de repente surgiu.  E após o surgimento de algo pela natividade, eclode então a atividade.  Estar ativo é ter combustível para queimar, é estar lá, praticar alguma coisa, uma atividade que pass...

A Evolução da Contabilidade

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Por: Júlio César Anjos Em 1453 acabava a idade média no mesmo tempo que o Renascimento surgia. Fatos marcantes que destacam a divisão entre eras após o fim da guerra dos 100 (cem) anos, promovidos pelos Franceses e Ingleses. Dois pensadores nasceram medievais e morreram renascentistas, são eles: Lucas Pacioli e Gutenberg. O primeiro inventou as partidas dobradas, da contabilidade. Já o segundo inventou a imprensa. Poderia dizer que as duas invenções são filhas da era renascentista. Mas o que importa é a contabilidade nesse contexto a traçar neste texto. Em 1638 Nassau queria uma Europa tropical e decidiu plantar cana de açúcar em terras brasileiras. Naquela época, nações percorriam grandes extensões para buscar especiarias, pois o europeu não queria só comida, queria também temperos. Com Nassau vieram os escravos, que eram contabilizados como ativos na contabilidade aziendal (que significa fazenda, do Italiano para o Português). Com a evolução humana, o homem chega à prime...