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Mostrando postagens com o rótulo Keynes

Diferença entre PSDB e PT

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Por: Júlio César Anjos Os dois partidos, embora um seja mais extremista que o outro, são de esquerda, pois são socialistas. Então, esqueça o viés político, porque as duas bandeiras por posicionamento são parecidas. O que diferencia o PT do PSDB é: 1) O jeitinho de ser; 2) A listinha de prioridades; 3) A bússola ideológica. 1) Jeitinho de ser. É a fotografia comportamental da pessoa, radiografia que mostra a anatomia das atitudes de um engajado politico. É a execução da crença em vida, mostrando para todos os demais a existência perante ações. São os vícios e virtudes de determinado conjunto de projeções e sombras, que criam um estereótipo através de um arquétipo calcado em um inconsciente coletivo de crença. Os tucanos, de forma irônica, são taxados de “bunda moles” e o petismo de pe dan tismo. Não raro, o comunista da bandeira vermelha é mais radical e maçante que o social democrata que só quer governar bem, sem uma defesa coletiva qualquer. É só se aproximar um tucano ou um ...

A Economia Chinesa

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Por: Júlio César Anjos Esses dias trocando papo com os intelectuais de boteco - papo vai e vem -, tudo sobre a China, tema sobre a baixa da inflação que não ocorria de tal maneira há 2 (dois) anos, e assim surge a grande conclusão: “Agora a china melhorará porque o governo controlou a inflação”. Um governo pode sim controlar a inflação, um exemplo disso é o Brasil do FHC, mas a situação em que se encontra o país asiático, e tal sistema econômico praticado por lá, condiciona a uma conclusão que não é um melhoramento da crise, ao contrário, é um aumento de crise a curto e médio prazo. Os esquerdopatas utilizaram de fontes secundárias concisas e confiáveis para chegar à conclusão que poderia ser verdade, se o sistema fosse simples. Disse um deles que o governo controlou a inflação porque atacou o mercado especulativo e domou a bolha imobiliária, como se isso fosse possível, o governo com uma varinha de condão resolver todo o sistema engendrado de uma economia de um país qualquer...

O Esquema

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Por: Júlio César Anjos Meu nome é Gastão, tenho 45 anos, trabalho em uma empresa burocrática que emite selos de certificação. Gosto da vida pacata, sem muitos sustos, levo a rotina como algo contínuo, sem parada brusca por motivos turvos como a doença e/ou a morte. A vida não é agora, não acredito que a curto prazo morrerei, por isso tenho medo do futuro, poupo-me hoje para obter rendimento a longo prazo, quando precisar.  Bem, como sou avarento, não sou muito de comprar. Só abasteço-me do essencial. Não vou às compras supérfluas, há um bom tempo, e queixo-me sobre coisas cotidianas como o aumento dos preços por causa da inflação. Pergunto-me a cada dia o porquê sobre a obsessão pelo consumo, do status mal modelado e das manipulações feitas pelos interessados em obter riqueza pelo serviço não prestado. Deve ser porque não vejo sentido nisso... Mas enfim nem todo mundo concorda com os nossos pensamentos e o que é certo para um pode não ser certo para outro indivíduo qualque...

Quarta Keynes - O princípio da demanda efetiva (Emprego)

Por: Júlio César Anjos     Neste capítulo Keynes diverge com a corrente tendente econômica da época, observa que a demanda de emprego não se dá pela relação desutilidade Marginal expressa em salários reais, mas sim dos investimentos e a propensão a consumir é que dá novo oxigênio às contratações de emprego. Segundo Keynes: Não é, portanto, a desutilidade marginal do trabalho, expressa em termos de salários reais, que determina o volume de emprego, exceto no caso em que a oferta de mão-de-obra disponível a certo salário real fixe um nível máximo de emprego. A propensão a consumir e o nível do novo investimento é que determinam, conjuntamente, o nível de emprego, e é este que, certamente, determina o nível de salários reais — não o inverso. Se a propensão a consumir e o montante de novos investimentos resultam em uma insuficiência da demanda efetiva, o nível real do emprego se reduzirá até ficar abaixo da oferta de mão-de-obra potencialmente disponível ao salário re...

Quarta Keynes - Keynes x Smith – conflito básico de visão

Por: Júlio César Anjos Keynes é um otimista no pessimismo e o Smith é um pessimista no otimismo. Enquanto Keynes indaga sobre não saber o dia de amanhã, Smith prega a parcimônia para obter riqueza. Dia de muito, véspera de nada, já dizia a minha avó. A sapiência da minha anciã contrasta com a visão de Smith, que demonstra certo pessimismo com o amanhã, mas um otimismo com o hoje, já que não se passa na cabeça de tal filosofia morrer a qualquer momento. Nunca se sabe o dia de amanhã, já dizia um amigo meu, ao fazer algo fora do comum, geralmente uma traquinagem. O pensamento negativo de um futuro incerto destaca a coragem em fazer coisas imagináveis, ações vorazes de quem é pessimista ao futuro, mas otimista no hoje, já que está vivo. As duas vertentes de pensamentos são nocivas à sociedade, pois uma leva o caos pelo impulso e a outro leva à depressão. Há muito a aprender com os dois estudos, seja para tomar coragem como empreendedor audacioso, seja para ser um conserv...