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Teatro do Absurdo: O Sistema Prega Peça Chamada Democracia

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Por: Júlio César Anjos A falsa democracia, que é de propriedade na verdade do Sistema que controla tudo, cria o teatro do absurdo: com roteiro, ator, e dramatização.   E é por isso que todo líder extremista possui três pilares de sustentação: A Doutrina, O Ímpeto, A Contradição. Sem essa tríade, tais líderes viram políticos normais. E virando políticos normais, são descartáveis por não servirem mais. Viram pó do Sistema que controla tudo; até mesmo o teatro do absurdo. A falsa democracia brasileira - que tem como seu proprietário o Sistema que é integrado por poucas pessoas em postos estratégicos elevados nas ditas instituições - determina que a peça política seja parecida a um teatro do absurdo. Um teatro possui o roteiro, as atuações e dramatização com suas reviravoltas e tensões que parecem, pela surpresa, até mesmo não estarem no roteiro original. Neste sentido, se a democracia brasileira é um teatro do absurdo, então, torna-se óbvio que o roteiro seja a doutrina, a at...

Indicadores: A Tempestade Perfeita

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Por: Júlio César Anjos O MPL [Movimento Passe Livre] no afã de dar mais um passo em direção à hegemonia socialista, ao tentar atacar vorazmente o governador tucano Geraldo Alckmin, na inesquecível manifestação de junho de 2013, com a proclamação da frase notória: “não é só pelos 20 centavos”, tal ação saiu do prumo, o feitiço virou contra o feiticeiro, com a esquerda sofrendo várias derrotas acachapantes: Dilma sofre impeachment, Lula é preso e o PT fica com lepra política. O grupo de pressão esquerdista não se atentou à tempestade perfeita que tinha estacionado no país. Queriam uma tormenta, mesmo sabendo que estavam desprotegidos. E o mais engraçado é que o mesmo clima está prestes a condensar, novamente, nesse momento no país. O momento é de indefinição. A gestão Bolsonaro cristaliza-se como um governo engessado nas suas próprias amarras ao prontamente, nas redes da web, gerarem crises sem propósito ou sem noção. Além disso, no mundo real, os números da economia e os ín...

Montesquieu Horrorizado: 3º Impeachment; Justiça na Caixinha; Parlamentarismo

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Por: Júlio César Anjos Como todo mundo está careca de saber, a tripartição de poder - forma de organização do Estado implantada na maioria dos regimes democráticos do mundo - foi criado por Montesquieu como um instrumento inibitivo de elevação de tirania. Mas, se teoricamente há uma divisão igual entre poderes, o fato é que o poder terá que estar estacionado em uma das três alas para fazer governabilidade. E é por isso que, embora esta organização social seja eficiente, tal condição torna o sistema penso, pois, indubitavelmente a força irá galgar para algum lugar. Diante desta constatação, o Brasil está anacrônico, com o presidencialismo desgastado, o legislativo sem moral e o judiciário viciado. É tempo de mudar.      Como é sabido que a separação de poderes se dá em três partes, então o alojamento do poder poderá estacionar no legislativo ou no Executivo ou no Judiciário. Para critério de explicação: no Executivo é chamado de Presidencialismo; no Legislati...

A Nova Abertura Política e a Nova Frente Ampla Na Eleição Presidencial de 2018

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Por: Júlio César Anjos Abril é realmente uma data amarga para os democratas. Em 02 de Abril de 1964, no dito fechamento político, os militares deram o golpe de vez (dia 11 Castelo Branco tomou posse). Em 21 de Abril de 1985 mataram o Tancredo Neves (dia 22 assumiu a múmia do Sarney – não deixaram nem o corpo esfriar). Já neste ano de 2018, no dia 7, Lula foi para a prisão, além de Aécio ter se tornado réu. Neste último caso, ao fazer um parâmetro com o passado, parece que a elite não gosta dos Neves no poder. No entanto, esse não é o caso. O fato é que esta eleição de 2018, por não haver os dois principais candidatos concorrendo ao pleito, citam-se Lula e Aécio Neves, além das legendas de PT e PSDB enfraquecidas, este vácuo de poder faz uma espécie de nova Abertura Política e uma nova Frente Ampla no sufrágio, dá a possibilidade de outros candidatos, de várias vertentes ideológicas, sonharem com a faixa presidencial. É por isso que nenhum candidato chega a 20% de intenção de votos...

Leprevost: O Tapume do Gordo Fuleiro

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Por: Júlio César Anjos Jaime Lerner, ao escrever o livro “Acupuntura Urbana”, um livreto - que pode ser considerado de bolso [que eu recomendo que o mundo inteiro leia] -, teve a constatação de que se você vendar os olhos de um indivíduo e levá-lo para o interior de qualquer shopping do país, e desvendá-lo, esta pessoa não saberia precisar onde a estaria de fato, não teria localização certa daquele município em questão, simplesmente porque todos os shoppings por dentro são iguais – arquitetura parecida. O que determina uma cidade são suas peculiaridades, diferenças que as tornam únicas, sutis, fazendo a identificação daquela região. Aí vem a eleição municipal, e um gordinho aventureiro, ao ofender o povo inteiro, tasca a dizer que a cidade é tapume. Alto lá, Leprevost, seu gordo fuleiro. Ao estudar história clássica, mais precisamente as civilizações antigas, como seriam possíveis estabelecer regras, e saber que as civilizações, tais como: egeia, egípcia, e romana existiram? P...

Carpideiras da Democracia

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Por: Júlio César Anjos Candidato que finge sentimento para ganhar voto não merece ser eleito. E das trapaças, o choro falso é a materialização da mentira sensível, em que um representante do povo se transforma em uma carpideira (mulheres que são pagas para chorar em um velório) eleitoreira, que busca um naco de projeção via viés da sensibilização. Abram-se as comportas da hipocrisia e verás que sairá uma leva de candidato chorando, no Brasil inteiro, junto com tal sentimento, pedindo voto de confiança, por ser confiável ao ter “coração”. Para o governante hipócrita, chorar significa que o candidato se importa. Como se o poder de chorar (algo que até Aspie treinado consegue fazer) o fizesse uma pessoa pura, que compreende a dor de outrem, com a lágrima sendo o fim proposto em execução. Chorar é inato. Todo mundo que não tenha algum tipo de transtorno, ou seja, que tenha saúde mental, tal sujeito possui sentimento e chorará quando necessitar. Dizem que homem não chora à toa,...

Financiamento Público de Campanha

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Por: Júlio César Anjos Pauta diariamente no noticiário a tentativa forçada do governo para um plebiscito, uma consulta ao povo, com o objetivo de corroborar o anseio da sociedade perante as decisões da atual gestão. Dentre os tópicos do chamamento constam voto distrital (com lista fechada), fim do voto secreto e financiamento público de campanha. O problema reside neste último item. O Financiamento público de Campanha poderá significar, dependendo do embuste trabalhado, em uma proibição de financiamento privado de Campanha. Como se fosse uma raposa cuidando do galinheiro, a estratégia seria de somente trabalhar com o dinheiro de contribuição, ao passo que utilizar cifras de terceiros constituiria caixa 2 (corrupção, no caso).  Como o PT é sedento pelo poder, tal situação se configuraria em uma punição para a oposição, ao buscar recursos de terceiros, já que teria que trabalhar com um dinheiro estipulado em orçamento, sem falar na patrulha auferida pelo atual governo. ...

A escolha do único caminho: O Fim

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Por: Júlio César Anjos A patacoada do PT materializa-se como um feixe de luz e, em curto período de tempo, o relinche vem a reboque. Assim como o relâmpago precede a luz (em uma trovoada qualquer), os erros do partido do governo precedem à justificativa (por causa da materialização da crise). A desculpa, o relato da situação, não pode ser aprimorada, pois, como se sabe, o PT fala para o povo. Como a sociedade brasileira é composta por 75% de analfabetos funcionais, falar bonito soaria mais como um falso engodo do que uma explicação plausível da situação. O governo, para tal medida, justifica-se pela mediocridade aceita por toda a comunidade, pois é menos dolorosa, a curto prazo, a mentira confortável à verdade esclarecedora. Sendo assim, a economia do país segue a pulos de canguru à Estagflação (Estagnação econômica com inflação acentuada). O governo, nos últimos meses, criou vários programas, medidas para tentar melhorar a situação do enfermo país. Mas o remédio é ínfimo a...