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Mostrando postagens com o rótulo chantagem

Movimentos de Rua e/ou Bolsonaro

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Por: Júlio César Anjos Atenção: Não tenham mais medo dessas Bolhas de internet. O máximo que dá para entregar ao Bolsonaro, a partir de agora, é levar este governo em banho-maria até a eleição de 2022. E só. Porque o presidente, muito envolvido com problema de milícia, não entregou até agora resultado positivo econômico, e não tem nem mesmo base no congresso para poder governar. O povo moralizado que acha um mero caixa-2 um horror, não aceita um governo que se tenha em seu entorno uma milícia assassina de esquadrão da morte. É demais para a classe média moralizada poder suportar. Então, devagar, e aos poucos, Bolsonaro vai perdendo o povo. Vai tendo somente apoio de bolha de internet. E diante dessa abertura política, sendo que não há vácuo no poder, basta os outros jogadores fazerem as suas jogadas para conquistar o objetivo nas próximas eleições: ganhar. O objetivo do centro político agora é fazer o “house of cards” político, junto com as esquerdas, ...

AI-5: Direita Moderada X Direita Fanática. Ou: Vera x Constantino

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Por: Júlio César Anjos No último programa 3 em 1 da rádio Jovem Pan, exibido no dia 27/11/19, Vera Magalhães discutiu com o Rodrigo Constantino diante a fala do Guedes sobre o AI-5. Quem tem razão? A Vera Magalhães, óbvio. Basta ver essa ilustração: O que está em jogo não é se Guedes foi mal interpretado ou não sobre o AI-5, mas sobre aquilo que é estético entre: Civilização x Barbárie e Democracia x Tirania. Quando um grupo extremista sobe ao poder em um regime democrático, e neste meio tempo não consegue tomar totalmente a estrutura política pelo seu total fechamento, esse vácuo de poder tem que ser preenchido com um moderado que fará a intermediação entre os extremistas que governam e outros segmentos políticos que torcem o nariz pela radicalização – seja oposição ou não. Neste sentido, Guedes vira um mero garoto de recado do regime extremista. E aí faz esse papelão neste estilo de exemplificação sobre o AI-5, uma espécie de “chantagem do moderado”: ...

O Seletor do Crime

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Por: Júlio César Anjos Havia uma época, em teoria, que existia o tal do “engavetador geral da república”. O PT, eterna oposição, saia às ruas sempre gritando: “Engavetador!”, para o representante do ministério público que deixava de exercer a função de indiciar bandidos, por fingir que não existia certa demanda jurídica. O povo, é claro, não entendia nada nos termos técnicos, compreendia apenas as situações de práxis popular, traduzindo o jargão politico como a justiça acobertando ladrão de colarinho branco.  Se existiram ou não os engavetadores, não se sabe. O que se sabe é que se fosse fato tal condição, o procurador sempre arquivava o lote todo, dando lógica ao termo engavetador. Janot, ao indiciar apenas Eduardo Cunha, não se mostrou um mero engavetador; mas apresentou-se como uma espécie de Seletor do Crime. E isso é grave, tanto no sentido jurídico quanto nas verves políticas. Janot terá que se explicar. Janot quebrou acordo tácito do místico “engavetador” de fingir ...

Quem tem Vaia a Boca Soma

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Por: Júlio César Anjos Quem tem vaia a boca soma. Se não tiver boca, não tem como vaiar. Por isso que uma pessoa para falar sobre má educação, chama outra de bocuda. E o bocudo não tem respeito por nada. Por isso que a falta de educação escancara em uma suposta reivindicação, um protesto oral e barulhento, chamada vaia.  O problema da inexistência de respeito denota que até autoridade majoritária pode ser vitima da macula do desrespeitoso de prontidão. Vaiar a Dilma não foi legal, apesar de que se entende o motivo do protesto, ocasionada na Copa do Mundo, por motivos diversos. A terceira Lei de Newton (O Reaça) explica um pouco a atitude do povo na arquibancada dos estádios, na festa da FIFA. Toda ação gera reação. Quanto mais Dilma tentava atrelar a política com o futebol - assim como Hitler atrelou a olimpíada ao nazismo; e os militares tentaram criar identidade com a seleção -, mais o povo bradou um sonoro não, vaiando toda vez que a presidente vagueava pela comparação....

O protesto do capitalista

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Por: Júlio César Anjos Dançam os sinalizadores, um protesto emerge, assim as plaquinhas se movimentam com as frases de poucas palavras, cambaleiam uniformemente, marcham de um lado para o outro, sincronizam o manifesto do pensamento, com ditos de ordem. É triste saber, mas quaisquer uns daqueles cidadãos, os proletários, que blasfemam contra o patrão, não conseguem e não sabem gerir uma empresa como o empresário faz. Ser pedra é fácil, mas ser vidraça é trágico. Levantar a plaquinha é mais cômodo e simples. Alguém já viu as plaquinhas de protesto cambalear aos sábados e domingos? Até os piquetes possuem o DSR (Descanso semanal remunerado). Os sinalizadores sambam sempre no horário de expediente, no pico do trabalho, mas possuem férias e DSR’s. É fato a ironia: As plaquinhas trabalham muito, por isso o descanso merecido. Agora, ninguém reconhece o esforço do empresário, em ter que beijar as botas dos políticos, lidar com uma massa influenciadora que cobiça preguiça, faz...

Contra a banalização da greve

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Por: Júlio César Anjos     A greve deveria ser o último instrumento para conseguir reivindicar os direitos. A manifestação pacífica, ordenada, e com propósitos muito bem compreensíveis é algo raro de se ver no Brasil. As maiorias das paralisações de trabalho por greve são feitas por outras causas, motivos de caráter duvidoso em muitas delas. Mas ainda há exceções, pois algumas greves são, de fato, justificáveis. O Lula, sindicalista idealista, disse uma vez em um comício que se deve fazer greve quando tudo estiver bem, pois, quando as coisas estiverem em condições ruins, o empresário não atenderá ás reivindicações e o trabalhador ficaria “a ver navios”. Pois bem, a prosperidade de uma nação é de responsabilidade de uma boa administração de um governo, e usar da greve para conseguir benefícios extraordinários é chantagem (estelionato) contra quem realmente ajuda o país prosperar, os empreendedores da nação (vulgo capitalista). A greve não pode ser um artifício político...