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Democracia: Os Fragmentados e A Totalidade

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Por: Júlio César Anjos   A pior escolha possível quando se está a criar um partido ou um grupo político é chamá-lo pela sua fragmentação. Isso faz essa legenda não ter maleabilidade para se adaptar às mudanças da sociedade ocasionadas pela contemporaneidade. Porque, na democracia, o eleitor normal não é somente Nacionalista, Trabalhista, Progressista, Liberal, Religioso ou qualquer outra coisa que o valha restrito neste mundidnho de cubículo. O sufragista é tudo isso e nada disso ao mesmo tempo. É totalidade. Partidos como: Patriota, Partido dos Trabalhadores (PT), Progressistas, Partido Cristão, são partidos fragmentados na sua essência, ao fazer cisão social pelo seu nome padrão. O pleonasmo, neste caso, satisfaz a condição. O Patriota é nacionalista. O PT é trabalhista. O Progressista é progressista. O Partido Cristão é religioso. São partidos específicos que atendem somente um segmento de pulsão. Não satisfazem o TODO, portanto, não podem ser democráticos por definição...

Religioso Brigão: Combatente a Serviço do Mal

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Por: Júlio César Anjos   E assim disse Jesus: “Dai a César o que é de César, dai a Deus o que é de Deus”. Todo religioso acha que Cristo só entrou em fúria neste episódio por causa de uma crítica de algo lateral como o mercado de compra e venda somente, mas o fato é que nesta questão também estava condicionada claramente uma divisão entre o Estado, representado pelo gravame da moeda com desenho da face do Imperador Júlio César, e Deus, representado pelo templo judeu, onde estava ocorrendo comércio. Foi um dos raros episódios na bíblia em que Jesus esteve furioso e combateu os inimigos: Estado e Mercado. Hoje, a igreja é um conglomerado chamado mercado da fé. E os religiosos continuam a lutar, só que agora contra outros inimigos, os que são contra a religião ser arruaceira por querer praticar uma espécie de capitalismo pagão. O mais irônico é que os líderes religiosos evangélicos estão a deturpar o cristianismo ao criar o religioso brigão: combatente a serviço do mal. Serge...

O erro de visão dos evangélicos

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Por: Júlio César Anjos     Os evangélicos são maioria (ao professar fé no Brasil) se levar em conta a participação ao culto, mesmo o catolicismo sendo a maior religião com membros não praticantes. Os pastores influenciam mais que os padres, que continuam a fazer a liturgia de forma rudimentar, porém com algum padrão de simbologia ao manter-se fiel às crenças. O evangélico cresce pelo avanço do novo, pelo diferente atualizado, porque é mais conectado e progressista (no sentido de inovação) que os católicos anciãos.  Nenhuma novidade até o momento, a não ser o erro grosseiro de visão dos evangélicos. O Brasil é predominantemente religioso. Num passado não muito distante, lá pelas décadas de 60 ou 70, o católico era maioria tanto aos religiosos atuantes quanto aos não atuantes, em uma população quase inteira de cristãos. Hoje, os evangélicos são maioria dos praticantes religiosos e com certo crescimento que visa ser a maioria da nação. Apesar dos evangélicos prot...