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Você!

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  Por: Júlio César Anjos Você! Um sujeito que não pode ser Que não escolhe onde estar Locomove-se para exercitar Come, corre, dorme Apaga a luz e acaba a rotina Acende a luz e vai trabalhar Apenas mais um incel Que toma vacina E lazer é só observar O destino é envelhecer O arbítrio é definhar Numa morte realizar Bichinho de laboratório   Cobaia de estimação ... Apenas você *** *** Uma singela homenagem ao livro: ‘Apocalipse?’, um Anuário de 2018/2019 que se propõe de imediato, como explica a jovem editora: ‘Todavia’, “manter a cultura e o pensamento da sua época”. É um livro ousado, que provoca a sociedade com aspectos pontuais diversos. Diversidade esta traduzida como progressismo. Eu recomendo o: “Anuário Todavia 2018/2019: Apocalipse?”. Você! de Júlio César Anjos está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional . Baseado no trabalh...

Profissão 2.0

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Por: Júlio César Anjos O tempo caçoa da antropologia, brinca de esconde-esconde, molda a conduta, modifica a cultura, mostra que os períodos vindouros podem não ser iguais aos atuais, assim como o passado é diferente do presente. Como tudo se transforma, a longevidade progride e a qualidade de vida se destaca, transformando até mesmo formas de pensar, ferramentas de trabalho e formas de executar a labuta. As profissões vindouras estão sendo massacradas nos dias atuais, assim como as ações laboriosas, que hoje se destacam, eram agredidas nos tempos de outrora. Atriz na década de trinta era considerada prostituta. Mulher respeitosa não tinha autonomia, possuía a amarra social de ser do lar, mulher da casa, colaboradora aos serviços domésticos e só. Ser autônoma era uma revolução, pois a cultura tentava zelar a mulher porque o capitalismo, no s[éculo anterior, tinha cooptado mulheres e crianças a serviços dispendiosos, fazendo com que o conservadorismo tentasse salvaguardar o ...

Diversão de dia ou alegria de noite?

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Por: Júlio César Anjos Existem duas classes de indivíduos, pessoas que se divertem durante o dia e outras que desfrutam o relaxamento à noite. A diversão às vezes é prolongada em férias, mas, no cotidiano, o sujeito deve optar entre o dia e a noite ou após obrigações do trabalho ao longo do tempo. Todo ser humano tem por obrigação obter um pequeno espaço de tempo para o lazer, prática divertida que reduz a tensão do dia-a-dia. O sujeito deve buscar um período pré-estabelecido e usufruir a cada momento do gozo da atividade que concede o ápice da renovação de energia, para recomeçar uma nova semana de trabalho ou uma volta ás férias com o bem-estar renovado. Nas férias é muito comum ver o pessoal pegar a estrada, viajar, e desembocar em uma praia qualquer para descontrair-se. Mas, porém, há algo muito engraçado que eu observei durante o tempo que também perfiz esta jornada, que é o comportamento do turista praiano, que muitas vezes não é praiano. Existem três (3) tipos de turistas pr...