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Europa e a Sujeição

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Por: Júlio César Anjos A Europa só está colhendo o que plantou. Pensadores do velho continente sempre defenderam as migrações à revelia, o acolhimento estrangeiro sem lógica, a frouxidão de fronteira e outras coisas mais. Enfim, que os Europeus saciem do fruto escolhido, diante à diáspora muçulmana, feita em total desordem, que só gera problema de conurbação.  Porque serem contra o êxodo provocado pelos islâmicos é hipocrisia. Agora, abracem o semelhante e aceitem os prós e os contras, sem ter ninguém para apoiá-los caso seja contrário tal situação, justamente porque asfixiaram o contraponto e o contraditório num passado não muito distante. O mundo já está doutrinado e não há como voltar.  E isso é bom. Diante dos ensinamentos avançados, todo mundo tem pena do “oprimido” refugiado do que o tirano rico europeu. Esqueça, também, a soberania. Pois a soberania a própria sociedade Euro se encarregou de destruir pelo niilismo, pela agenda progressista, pela pluralidade cu...

Sincronicidade Junguiana nas Elétricas

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Por: Júlio César Anjos A verdade é o seguinte: Ou os 27 Estados da Federação erraram com um sincronismo junguiano, ou o Governo Federal fez lambança no setor energético. Sincronia de Jung é o estudo que se dá através de coincidência, de significado e tempo, através de um inconsciente coletivo preexistente. Exemplo básico é verificar que, em algumas situações extraordinárias, todo mundo tem a mesma ideia em dado momento. Essa explosão de coincidência é sincronicidade.  É esse fenômeno que o PT quer convencer o povo, a respeito do setor elétrico: que todos os Governadores dos Estados erraram com coincidência impressionante. Mas, se um terceiro interfere para acontecer tal situação, aí não é sincronicidade, é evento, pois a sincronicidade depende de acausalidade. Todos os Estados da Federação, abduzidos e condicionados a errar em um mesmo ponto, gerando caos em um mesmo dado espaço/tempo, redimindo o Governo Federal de culpa, pois tal fenômeno aconteceu com similaridade i...

O Holocausto dos Barões

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Por: Júlio César Anjos Os pobres de espírito e espíritos de pobre sempre dizem que a culpa é da elite dominante, da direita demoníaca, dos capitalistas tiranos e da sociedade que é alienada. Para o medíocre a culpa é dos outros e não do próprio indivíduo. Joga-se o problema para terceiros e dissemina defeitos em outrem. Mas , o fato é que na maioria das situações, uma coisa não tem nada a ver com a outra, e, na verdade, a culpa às vezes é do próprio sujeito, do próprio cidadão. A esquerda vive tentando convencer que a pobreza é causada pela existência do rico. Na teoria até soa como verdadeira a acusação praticada pelos comunas, mas o fato é que a riqueza de um barão não necessariamente obriga a pobreza de uma pessoa, de um povoado, e/ou de toda uma região. Na verdade, alguns poderosos até pensam sobre conseqüências do próprio capital ao gerar uma crise qualquer. Os problemas econômicos de uma nação, por incrível que pareça, não refletem somente no pobre coitado que não tem...

Fusões

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Por: Júlio César Anjos A fusão entre duas empresas grandes sempre haverá pontos positivos e negativos. As fusões mudam o “status quo” do mercado nacional, o objetivo visa crescimento, controle absoluto, expansão, e poder, absolutamente tudo o que o capitalista selvagem quer. Se a pessoa é capitalista por ideal, a fusão não é vista como um demônio que se materializa no mercado, apenas vê a transação comercial entre duas entidades aglutinadas. Já o socialista partidário não só não gosta da fusão, como blasfema todo o ódio pela ação exercida em tomar conta do mercado e criar um monopólio privado, pois para o socialista só vale o monopólio estatal. Os pontos positivos das fusões são de caráter qualitativo e de expansão global. A empresa grande, que  emerge de uma fusão, ganha conceito e um poder mundial (reconhecimento),  cria força para concorrer em outros países e, com isso, busca valor para o país, seja em forma  remessa vinda do exterior, e/ou seja em forma ...