Concurso Público
Por: Júlio César Anjos Os heliógrafos modernos decifram os novos caracteres, os antropólogos da linguagem são os concurseiros, o que determina a variável que os funcionários públicos não são os melhores profissionais em um determinado campo de atuação, os estudiosos de outrora decoram códigos expostos pelos cursinhos e/ou autodidatas que fazem da repetição um estudo, martelam o mesmo conceito até pregar na cabeça algo que não entende, nem compreende, somente prende pela repetição, para passar em um concurso público. Camundongos que continuam a andar pelo circulo, os ratos de concurso bitolam somente em um preceito, pregam os olhos em uma mesma área de atuação, em um determinado assunto, até que alguma prova venha com tal tema, assim o estudioso mostra o teorema, para colocar em prática somente a replicação. O mercado do concurso público asfixia a criatividade, o diferencial desse ramo é continuar com a mesma atividade, talvez a única criação seja decorar um padrão. ...