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Caso PF antes da Eleição sobre Flávio Bolsonaro e Queiróz: Análise Política

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Por: Júlio César Anjos     Neste momento sensível da sociedade, em que se deve tomar cuidado com o coronavírus, estoura escândalo de que a Polícia Federal do Rio de Janeiro segurou o processo do Flávio Bolsonaro no meio do segundo turno da eleição presidencial de 2018, na questão de corrupção envolvendo Queiróz, para que a candidatura do Bolsonaro pai não fosse maculada e com isso o candidato perdesse o pleito por causa de problema judicial. Sabendo disso, é de bom grado fazer definições. Porque na questão de moralidade e aspecto jurídico isso é um escarcéu. Mas no aspecto político, não. E é sobre isso que o leitor deste blog irá compreender e aprofundar.  A primeira coisa que se deve estabelecer a um pleiteador a assumir a candidatura eleitoral se dá na parte de prudência da própria parte, ao não se aventurar na política quando se é envolvido em criminalidade. Como no caso do Jair Bolsonaro, um político que, além de supostamente envolvido em corrupção, está tamb...

Truísmo com Enchentes

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Por: Júlio César Anjos Truísmo, pela definição, é uma coisa tão óbvia que nem precisa ser mencionada. É um clichê. E, deste modo, então a enchente, por extensão, é um truísmo político padrão. Por que a enchente é um truísmo? Porque sempre haverá enchentes – sempre haverá político fazendo proselitismo em cima deste problema da natureza – e nunca haverá solução DEFINITIVA [definitiva, não!]. Porque o motivo é simples, queira você ou não, o problema é de desastre ambiental. A culpa é do homem e também da natureza. Veja só o padrão. Esse ano há eleição para prefeito. E as maiores capitais do Brasil [São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Curitiba] estão sofrendo neste momento de problema de inundação. E nesse momento, em 2020, aparecem os grandes “salvadores” políticos, que garganteiam ao apontar esse problema e culparão a atual gestão [municipal e até, por extensão, estadual] por tais problemas econômicos e sociais causados pela chuva. Só que há um ...

Receita para Acabar com a Corrupção no Brasil: Pavê Bolsonaro

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Por: Júlio César Anjos Acabar com a corrupção no Brasil é muito fácil, basta fazer o pavê Bolsonaro: Ingredientes: 1 Ministério Público 1 Receita Federal 2 Governos: Estado e União Opinião Pública a gosto Modo de Preparo: Pegue a Receita Federal e diga que toda a movimentação financeira do Flavio Bolsonaro seja legal. Tem que levar toda a Receita na fôrma da ocultação. Deixe assar por uns 20 dias. Com a Receita Federal em banho-maria, acrescente o Ministério Público que dará liga à omissão da Receita Federal. Depois de feita a fusão entre Ministério Público e Receita Federal, coloque a cobertura Governos – estadual e federal – para dar cabo a um possível delator pela operação controlada. Mas tem que matar mesmo. E para quebrar o gosto indigesto deste pavê da corrupção, acrescente opinião pública a gosto para que tal escândalo não seja tão escandaloso assim. Quanto mais pitada de mídia, melhor para aumentar o sabor do fim da corrupção. ...

PSDB: A Maior Vítima Política da Operação Lava-jato

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Por: Júlio César Anjos A operação lava-jato fez com que qualquer pessoa xexelenta enchesse a boca para chamar todos os políticos e partidos de corruptos. O indivíduo - que não sabe a diferença entre o político estar investigado em um inquérito, ser réu em um processo, ou ser condenado em um julgamento - julgou e condenou no tribunal da internet todos os políticos como sendo corruptos. O mecanismo do golpe sabia desse comportamento social e agiu para criar esta percepção. Resultado: o PSDB foi o partido mais afetado nas urnas. Faz sentido essa execução? Para quem olha de fora, não. Para quem quer buscar o poder, faz. *** Serei bem sucinto para que entendam o mecanismo do golpe contra o PSDB. Fernando Henrique Cardoso Deu no site: The Intercept: A Lava Jato fingiu investigar FHC apenas para criar percepção pública de ‘imparcialidade ’. O que o vazamento mostra contra o FHC? Absolutamente nada! Nadinha, nada, nada, nada. Só o que tem é um SUPOSTO caixa2 de 199...

Descentralização: Novos Distritos Federais

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Por: Júlio César Anjos Muito se comenta sobre a possibilidade de implantação do semipresidencialismo, com uma reforma política que abranja pela instauração de distritais, para que os parlamentares possam ser eleitos pelas suas jurisdições eleitorais. A ideia é boa. Mas antes de fazer esta mudança drástica de ruptura, o certo é se atentar para fazer outro tipo de descentralização: a criação de novos Distritos Federais. A configuração geográfica de novos pontos descentralizados da União seria um facilitador para que a coisa pública seja mais bem gerenciada e o imposto do contribuinte seja retornado com mais eficiência. Chegou a hora de mexer no tabuleiro. A concepção vem da obviedade que a União, centralizadora e até mesmo engessada, perdeu o seu propósito de agente controlador. O presidencialismo jaz. E há a necessidade de reestruturar o Estado pela sua fundação, em que não cabe apenas fazer reformas políticas, pois o novo tempo exige mudanças para que o republicanismo seja mai...

João Arruda em: Comum e Natural

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Por: Júlio César Anjos Sobre o escândalo da Friboi, na operação deflagrada "Carne Fraca" pela polícia federal, para o vice-presidente do PMDB nacional João Arruda, também conhecido como sobrinho do Requião - nepotista de carteirinha -, é comum e natural as empesas irem ao gabinete do PMDB para fazerem acordos de fornecimento de carne cancerígena até mesmo para merenda escolar. Fornecer carne cancerígena em merenda, em troca de conchavo político, é comum e natural. A confissão está no site: O Antagonista. Só para constar: Requião = Friboi.

Escalada Política Eleitoral

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Por: Júlio César Anjos Os políticos querem o poder.  Para realizar o sonho, somente a política dá a garantia para homens mandarem em homens, pois é o que se espera da posição privilegiada que um carreirista de coisa pública almeja. E para obter ascensão plena, há de subir no degrau da escalada política, se quiser obter êxito de conquista. Essa disposição não é nem norma, muito menos regra geral, é apenas uma convenção política, sendo compreendida pelos “cientistas políticos” e palpiteiros eleitorais. Em qualquer profissão, há o início de carreira, as promoções, até chegar ao ápice final. No meio eleitoreiro não é diferente, um politiqueiro tem que começar em algum lugar, até conquistar o poder pleno: o executivo nacional. Assim como na labuta existem profissões mais básicas e mais elevadas, para obter cargo em sufrágio universal há de passar por crivos que vão dos menores até os mais complexos. Na escalada política, tem-se: Vereador, Prefeito, Deputado Estadual, Deputa...

O Seletor do Crime

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Por: Júlio César Anjos Havia uma época, em teoria, que existia o tal do “engavetador geral da república”. O PT, eterna oposição, saia às ruas sempre gritando: “Engavetador!”, para o representante do ministério público que deixava de exercer a função de indiciar bandidos, por fingir que não existia certa demanda jurídica. O povo, é claro, não entendia nada nos termos técnicos, compreendia apenas as situações de práxis popular, traduzindo o jargão politico como a justiça acobertando ladrão de colarinho branco.  Se existiram ou não os engavetadores, não se sabe. O que se sabe é que se fosse fato tal condição, o procurador sempre arquivava o lote todo, dando lógica ao termo engavetador. Janot, ao indiciar apenas Eduardo Cunha, não se mostrou um mero engavetador; mas apresentou-se como uma espécie de Seletor do Crime. E isso é grave, tanto no sentido jurídico quanto nas verves políticas. Janot terá que se explicar. Janot quebrou acordo tácito do místico “engavetador” de fingir ...