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Mostrando postagens com o rótulo candidato

Caso PF antes da Eleição sobre Flávio Bolsonaro e Queiróz: Análise Política

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Por: Júlio César Anjos     Neste momento sensível da sociedade, em que se deve tomar cuidado com o coronavírus, estoura escândalo de que a Polícia Federal do Rio de Janeiro segurou o processo do Flávio Bolsonaro no meio do segundo turno da eleição presidencial de 2018, na questão de corrupção envolvendo Queiróz, para que a candidatura do Bolsonaro pai não fosse maculada e com isso o candidato perdesse o pleito por causa de problema judicial. Sabendo disso, é de bom grado fazer definições. Porque na questão de moralidade e aspecto jurídico isso é um escarcéu. Mas no aspecto político, não. E é sobre isso que o leitor deste blog irá compreender e aprofundar.  A primeira coisa que se deve estabelecer a um pleiteador a assumir a candidatura eleitoral se dá na parte de prudência da própria parte, ao não se aventurar na política quando se é envolvido em criminalidade. Como no caso do Jair Bolsonaro, um político que, além de supostamente envolvido em corrupção, está tamb...

Não Estou Me Referindo a Ninguém

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Por: Rubem Braga A verdade é que o Brasil às vezes enche... A gente vai achando interessantes as conversas: o presidente disse ao ministro fulano que o ministro sicrano era assim ou assado; ontem houve uma briga naquela boîte entre fulano e sicrano por causa da mulher de beltrano; João conseguiu levantar 15 milhões de cruzeiros no Branco do Brasil; Pedro vai ser nomeado embaixador [...]. A defesa do morto é mesmo cheirar mal. Mas a dos vivos, a de certos vivos, não. Parece que quanto mais cheiram mal, melhor. [...]   Não estou me referindo especialmente a ninguém ; estou apenas, neste fim de tarde, depois de um dia em que ouvi tanta conversa, um pouco fatigado de nosso querido Brasil. Trecho do Artigo: Cansaço [Bilhete a Um Candidato, pg: 63].

Pesquisa Eleitoral e Como as Eleições são Vencidas

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Por: Júlio César Anjos As eleições não possuem uma regra para ser vencida. Já se viu eleição ser vencida de toda forma possível. Viradas eleitorais em 1 mês (como no caso do Dória), em 12 dias (caso Jaime Lerner), e até mesmo numa semana (caso Ferreirinha do Requião). Mas quem dizia que tais políticos estavam atrás dos seus adversários antes de se concluir a apuração de votos? As pesquisas eleitorais. E, diante dispositivo legal, toda pesquisa eleitoral traz consigo a seguinte afirmação inútil repassada pela mídia: “Se as eleições fossem hoje...”. Não são. A eleição tem uma data que já é sabida por muita gente. Portanto, as pesquisas realizadas neste momento são meros artifícios para fazer manipulação política/eleitoral. A eleição de 1988, em Curitiba, estava a dar por vencida pelo candidato apoiado pelo sucessor do Requião, Maurício Fruet. Mas o candidato do PDT [legenda número 12] Jaime Lerner, fez uma campanha eleitoral agressiva, em que dizia que em 12 dias viraria a eleiç...

Política e a Corrupção de Valores

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Por: Júlio César Anjos Qual é situação que é mais cara para leitor, em se tratando de corrupção de valores, e, por isso, possui maior aversão diante esses dois casos: A) um roubo de um bate-carteira; ou B) um adulto bater em uma criança? Lembrando que é uma escolha, portanto há uma renúncia (ou “aceite” da opção não escolhida). Com certeza, realmente um dilema difícil de tragar. Os dois casos são ocorrências de violência, portanto, é algo que faz romper com valor social. A única diferença é que em um caso a corrupção é de valor material (monetário), enquanto que a outra é de valor moral. O texto embasará a diferença entre a Corrupção de Valor material e a Corrupção de valor moral, a distinguir os dois casos e saber o que é mais valioso para a sociedade em geral. E, para critérios políticos, o resultado final será surpreendente; pode apostar. O povo foi às ruas protestar: “Xô, corrupção!”, em que tal malgrado se tratava com certeza de um problema oriundo de situação de corrupçã...

Leprevost: O Tapume do Gordo Fuleiro

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Por: Júlio César Anjos Jaime Lerner, ao escrever o livro “Acupuntura Urbana”, um livreto - que pode ser considerado de bolso [que eu recomendo que o mundo inteiro leia] -, teve a constatação de que se você vendar os olhos de um indivíduo e levá-lo para o interior de qualquer shopping do país, e desvendá-lo, esta pessoa não saberia precisar onde a estaria de fato, não teria localização certa daquele município em questão, simplesmente porque todos os shoppings por dentro são iguais – arquitetura parecida. O que determina uma cidade são suas peculiaridades, diferenças que as tornam únicas, sutis, fazendo a identificação daquela região. Aí vem a eleição municipal, e um gordinho aventureiro, ao ofender o povo inteiro, tasca a dizer que a cidade é tapume. Alto lá, Leprevost, seu gordo fuleiro. Ao estudar história clássica, mais precisamente as civilizações antigas, como seriam possíveis estabelecer regras, e saber que as civilizações, tais como: egeia, egípcia, e romana existiram? P...

Leprevost: Um Poste a ser Eleito

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Por: Júlio César Anjos Leprevost não é nem mesmo um produto político. No máximo é um politiqueiro puxado por grupo de pressão; um ventríloquo. Não possui o ROR – Repertório, Oratória, Retórica. E é um candidato insípido.  Leprevost é o Fruet do Ratinho Jr., um títere político para chamar de seu. O pessoal do marketing da campanha de Ney tenta fazê-lo algo próximo daquilo que possa ao menos ser votado, até mesmo utilizando um marketing multinível, com a conclusão, racional, de que Leprevost é com certeza somente um Poste a ser eleito. Leprevost é uma espécie de Teleprompter humano; só que com programação de ensino do primário. Com a fala criptografada, só se diferencia da Dilma por não possuir ”lag” nem “delay” (o ping está em dia). Com a forma mecanizada, não difere em nada de um robô doméstico japonês. E, nesse ponto, é impossível Leprevost vencer debate.  Enfim, pela conclusão lógica, não importa se houve/haverá debate, porque o seu oponente, o Greca, ganhou/ganhará...

Leprevost: O Aventureiro na Crise

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Por: Júlio César Anjos Em tempos que até o congresso vota a PEC do Teto, ao fazer uma espécie de remendo de contenção na despesa estatal, é certo que o país está em profunda crise, tendo que encontrar bons gestores da coisa pública, se quiser sair deste agravo sem igual. Se em época de bonança, embora não seja certo brincar na urna em nenhum momento, as pessoas corriam o risco de colocar políticos escusos no poder; agora, é questão de sobrevivência saber que não se pode votar errado, por isso que nesta eleição é crucial escolher o certo ao duvidoso, tem que votar no experiente ao invés do arriscado, mitigando, por certo, o anseio de Ney no executivo municipal. Porque Leprevost é aventureiro. O aventureiro, caso não se tenha um arreio, será até mesmo irresponsável. Pois, não sabendo como funciona a máquina pública, fará promessas sem igual. Como no caso do Status Político “PAI” (Pronto Atendimento Infantil), do Leprevost. Porque qualquer estudante de administração, por pior que...

Leprevost: Máfia do Pedágio

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Por: Júlio César Anjos O candidato à prefeitura de Curitiba, o Deputado Estadual Ney Leprevost, bateu boca na assembleia legislativa do Estado. Naquela oportunidade, o candidato do PSD ficou irritado com o seu adversário Político, Kielse-PEN, por tê-lo exposto à relação entre Ney e as empresas de pedágio. Kielse, ainda, denunciou no regimento da casa o adversário Leprevost, por tentar impedir investigação das empresas de pedágio . Ney: Máfia do Pedágio (Atenção: Vídeo censurado!)  A relação promíscua entre Ney Leprevost e a máfia do pedágio não pode ficar despercebida, nem pode passar batido. Ney Leprevost quer ser prefeito de Curitiba com o jingle “esqueça o passado”, e com ao posicionamento de campanha com o verbo acolher. O blog acha que, para votar em Ney, o cidadão de Curitiba terá que fazer esforço em ”esquecer o passado” para acolher a Máfia do Pedágio cidade adentro. Não vamos esquecer e nem acolher ninguém que vota Ney. Deputados do ...

Leprevost: Pior Jingle do Mundo!

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Por: Júlio César Anjos Toda campanha tem a musiquinha para turbinar a chapa eleitoral. No sentido de qualidade sonora, umas são boas, outras são ruins, então tanto faz. A melodia e o arranjo, por mais cafona que seja, não é de suma importância política. O que impacta mesmo, seja positiva ou negativamente, é a questão da letra da música e a mensagem que deseja passar. É aí que tem que tomar cuidado. É aí que o Leprevost escorregou em fazer o pior jingle do mundo. A música da campanha do Leprevost é do tipo irritante chicletão, no estilo de ficar tempo considerável com a canção chata na cabeça. O curitibano pode até se pegar cantando o refrão do mote do candidato a prefeito. Mas o problema maior mesmo recai na letra em questão, que passa despercebido para quem não presta atenção, mas é lamentável se fizer um profundo levantamento de semântica e interpretação. Leprevost quis atacar o adversário e acabou sendo atacado por ser “inocente”. Há uma parte específica do jingle que p...