Postagens

Mostrando postagens com o rótulo reflexão

Perspectiva: Ele Olhando pro Céu Numa Noite de Verão

Imagem
Por: Júlio César Anjos Perspectiva: Ele olhando pr a for a, vislumbr a ndo o  céu limpo, numa noite de verão. Imagem meramente ilustrativa. E provocativa. 24/01/2018 - Não ficou pra história. Infelizmente. Não foi desta vez. Fica a reflexão. Perspectiva: Ele olhando pra fora numa noite de verão. de Júlio César Anjos está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional . Baseado no trabalho disponível em http://efeitoorloff.blogspot.com.br .

Espelho Eleitoral

Imagem
Por: Júlio César Anjos Todo eleitor quer reformar o político ao ponto de moldar à sua imagem e semelhança. O político, sabendo disso, faz algumas concessões. Porém, em um determinado momento, tais modificações tornam-se impossíveis. E nesse ponto começa a rejeição e a frustração entre postulante ao governo e eleitorado. O sufragista quer que o político seja como um espelho, que reflita tudo o que o votante acredita, como se o político fosse de fato igual o eleitor. Quando um sufragista escuta alguma coisa que não queria ouvir, o voto fica em xeque, pois o escrutínio do votado entrou em conflito com o posicionamento do votante. Deste modo, O eleitor quer o mundo perfeito, em que, na eleição, há a personagem do herói, e a personagem do vilão, facilitando a votação. A partir do momento que o político “não pensa” igualmente ao eleitor (em todos os pontos possíveis), o votante, ao invés de escolher entre prós e contras, fica frustrado e tende a votar nulo, ou abandona o direito...

Paciência

Imagem
Por: Júlio César Anjos Se eu pudesse ser ouvido, o único conselho que daria seria ter paciência. Não adianta se apavorar, cair em desespero, até conseguir o que almeja pela ação feita no impulso, para depois ter que pagar um preço caro e/ou se arrepender do desespero efetuado. Assim sendo, Mesmo que a mácula seja penosa, mesmo que a raiva seja vil, serão fortes somente àqueles que conseguirem se segurar do veneno provocado pela cólera, parar para pensar e fazer as coisas com parcimônia. Deixar cair pelo vício, é jogar o jogo do adversário, que quer a todo instante forçá-lo a se parecer de forma feia como eles são.  Não dê gatilho para o revolver alheio, não seja uma marionete daqueles que forçam mudança em você, para refletir o que eles são de verdade, confortando em igualdade na perversidade do âmago. Para critério de exemplo, Mandela ficou preso por 26 anos. O líder político mostrou grande sabedoria ao empreender tarefa ao tempo, pois, como não há o que fazer raciona...

Lei das Domésticas

Imagem
Por: Júlio César Anjos O governo aprovou a lei das domésticas, mostrando ser um estado paternalista, humano, que ama o povo que acoberta. O cenário é tão lindo quanto à configuração de borboletas azuis voando ao som de “Over the Rainbow”, cantada pela mais tenra voz de veludo, um sonho que se torna realidade, um mundo melhor e mais justo, com todas as dificuldades resolvidas e os pedidos aclamados respondidos. Mas a verdade é que a lei das domésticas é uma solicitação legal que não haverá serventia, pois, o código que daria garantia ao trabalhador, nada mais é do que uma alforria dos dias atuais. O governo quer se ajustar a herói e para isso precisa de um vilão, empurrar o problema para outrem, achar o malvado da história: O patrão da classe média (alta). Sendo assim, o trabalhador da classe mais abastada não reclamaria do governo, mas do patrão que foi malvado e, justo no momento de inflação, demitiu o encarregado dos afazeres domésticos. A classe operária desse setor é...

Ensinamento

Imagem
Por: Júlio César Anjos Um monge fornece apenas um lápis e uma folha em branco para o seguidor escrever uma sintaxe qualquer. Diz-se ser uma atividade de reflexão, pois manuscrever é pairar o tempo, dominar a mente e materializar a alma. A tarefa é árdua para o menino de pouca experiência, só traz na consciência as insuficiências de jovem de pouca idade, por isso redigir é temeridade. O Seguidor, ao antecipar a trama, com a malandragem de iniciante, pede uma borracha, por que, ao escrever, poderá cometer erros; ao passo de que com todos os materiais em mãos, o jovem passaria a trabalhar tranqüilo. Todavia, o monge não confere ao bom moço uma borracha. E vai além à negação, explica que o aprendiz deve transcorrer lentamente, sem solavancos e nem percalços, a escritura que deverá ser devagar e contínua, a fim do escritor jovial concentrar-se ao sabor da criação de um bom texto, confeccionará, por fim, uma obra-prima. Após a afobação da proatividade, o mestre explica que as ...

De canto em canto

Imagem
Por: Júlio césar Anjos De canto em canto vou andando pelas rochas da montanha, no mesmo movimento revolto das correntezas do mar. Em pranto, só penso: por que do espanto? Já sabia das conseqüências que se podia gerar. Bela tarde para devanear por aí, tempo loiro e momento negro, falta luz nessa alma combalida por desafetos, de amores, talvez, da dialética entre o amor e o não amar. Mas clareia a percepção que o infinito não existe, pelo menos nas necessidades humanas, assim como não é infinito o ficar sem comer ou beber, saciar da paixão também é algo vívido e findo. Tropeço em uma pedra ou outra, o vento faz questão de me empurrar, brisa que ventila o calor, embora a tristeza só me faça congelar. O coração é uma pedra no tempo, se aquece no calor e esfria no frio, depende muito da natureza dos sentimentos, em que algumas almas recebem boa ventura de sempre receber insolação, já outras sofrem sempre por estarem ao meio de uma nevasca. Às vezes não é culpa da pedra ser fr...

Simples

Imagem
Por: Júlio César Anjos E se apagarem o passado? Projetarei o futuro. E se o futuro não existir? Viverei o presente. E se o presente acabar? Saborearei o fim. O trabalho Simples de Júlio César Anjos foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - SemDerivados 3.0 Não Adaptada . Com base no trabalho disponível em efeitoorloff.blogspot.com.br .

O Filho Rejeitado

Imagem
Por: Júlio César Anjos     Um homem louco seqüestra três famílias. Todas as famílias possuem algo em comum, estão em 3 integrantes cada ente familiar, sendo a mãe e dois filhos com idades próximas (sem muita diferença de idade entre um filho e outro). O louco coloca todas as 3 famílias, num total de 9 pessoas, em uma mesma sala com pouca claridade... Todos os reféns estão amarrados e os filhos estão com venda na boca, enquanto as mães estão sem venda alguma. O louco amarra os irmãos juntos, na frente de cada mãe que também estão amarradas. O louco fala que se as mães gritarem os filhos morrem. As mães choram ao ver as atitudes do louco. O louco fala às reféns que amor de mãe não existe, que é tudo balela, e que nunca teve amor e nem afeto da mãe. O louco começa a passar a arma nos filhos, falando em tom ameaçador que matará os filhos delas. O louco chega para uma mãe e pergunta: Qual dos dois filhos você mais gosta? Dizem que mãe sente amor igual por ...