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Teatro do Absurdo: O Sistema Prega Peça Chamada Democracia

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Por: Júlio César Anjos A falsa democracia, que é de propriedade na verdade do Sistema que controla tudo, cria o teatro do absurdo: com roteiro, ator, e dramatização.   E é por isso que todo líder extremista possui três pilares de sustentação: A Doutrina, O Ímpeto, A Contradição. Sem essa tríade, tais líderes viram políticos normais. E virando políticos normais, são descartáveis por não servirem mais. Viram pó do Sistema que controla tudo; até mesmo o teatro do absurdo. A falsa democracia brasileira - que tem como seu proprietário o Sistema que é integrado por poucas pessoas em postos estratégicos elevados nas ditas instituições - determina que a peça política seja parecida a um teatro do absurdo. Um teatro possui o roteiro, as atuações e dramatização com suas reviravoltas e tensões que parecem, pela surpresa, até mesmo não estarem no roteiro original. Neste sentido, se a democracia brasileira é um teatro do absurdo, então, torna-se óbvio que o roteiro seja a doutrina, a at...

Análise Música: Disparada – Geraldo Vandré & Jair Rodrigues

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Por: Júlio César Anjos Um verdadeiro artista nunca explica a sua própria obra. Seja pintor ou letrista, a comunicação tem que ser feita de tal forma que o assistente compreenda o que foi estipulado em criação. Isso deriva da compreensão de que se a obra tem que ser explicada, então teve problema de interlocução. Ou, como proferia o grande Mário Quintana: “Quando alguém pergunta a um autor o que este quis dizer, é porque um dos dois é burro”.   Portanto, explicar a própria arte é broxante e perde todo o ar da graça e a sua concepção. Uma boa arte parece incompreensível a um primeiro momento. Mas ao diagnosticar e analisar tal criação, o analista consegue desvendar o mistério contido na informação artística. É como se a representação fosse intuitiva, como acontece com a sigilação - da magia do caos -, em que símbolos inseridos no conteúdo são pistas para elucidar a explicação da obra produzida, fazendo a soma das partes serem complemento para gerar um todo. Das grandes p...

Eles Perseguem Tucanos

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Por: Júlio César Anjos Bateu desespero na elite estatal. Os nababos da coisa pública estão em pânico porque o episódio da facada não gerou a comoção necessária para que Bolsonaro conseguisse apoio da massa de forma salutar. Ou seja, o Bolsonaro, ungido pelos marajás estatais, é tão nulidade que nem o golpe de arma branca causou comoção popular. Deste modo, não tendo outra saída, as instituições corporativistas começam a usar o plano B, que é perseguir tucanos para tentar fazer o eleitor do PSDB migrar para o “mito da extrema-direita”. Não vão conseguir porque é recall. E obrigado por tentar. Obrigado por tentar porque agora ficou provado que a justiça no Brasil é só um mero instrumento para fazer atividade suja contra desafetos políticos. Não obstante, o povão pode até ser desavisado, apolítico no dia-a-dia, mas algumas lógicas ela há de efetuar. É tão evidente que a justiça está perseguindo tucanos que desde abril deste ano era sabido que políticos perderam a imunidade parlam...

Guru Analisado

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Por: Júlio César Anjos Guru como significado é uma premissa bem abrangente. Um guru pode ser uma pessoa inteligente que consegue ser observada, ou uma pessoa carismática que se faz ser apaixonada, ou uma pessoa comunicativa que se faz ser escutada. Destas aptidões, a comunicação é a principal fonte de poder. De outro modo, há outras ligações externas que fazem um guru, pela comunicação, ser tão cativante, pelas ferramentas de persuasão, como no caso deste seguinte tripé de aptidão: Descomplicação de informação complicada; Alívio Cômico; Venda do peixe propriamente dito. Além disso, todo guru tem a capacidade comportamental de não se importar com ataques sofridos ao ser até mesmo humilhado. Um guru tem que se mostrar forte, tão resistente que se pareça inquebrável para os seguidores. O guru é a fonte de inspiração. Todo guru que se presa não tem medo de ser zombado, achincalhado, desdenhado. Ele até quer que o zombem em um primeiro momento para que o público em geral conheça-o,...

Os Pilares da Sociedade de George Grosz e os Sistemas de Ontem e de Hoje

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Por: Júlio César Anjos O Sistema - ou como preferir: “O Mecanismo” - tem as suas bases de sustentação sem as quais seriam impossíveis de se manterem em pé. Ele existe, rege a sua vida e faz articulações nos bastidores para que a massa não se dê conta da existência desta manipulação. O Sistema é como um fantasma obsessor que controla o povo sem que essa população consiga enxergar tal domínio. E sobre esta elite, houve no período entreguerras um gênio da arte que enxergou tais composições com maestria, ao contemplar os pilares da sociedade em tela. Seu nome é George Grosz. O que ele pintou ontem na Alemanha nazista é a fotografia do mesmo modelo de poder que é encontrado hoje, no Brasil, com a forma um pouco modificada, mas com essência sendo igual. Em 1926, no mesmo ano em que foi publicada a autobiografia do Hitler [Mein Kampf], George Grosz pintou o que chamou de “Os Pilares da Sociedade” [figura no fim do texto]. Segundo o artista, os pilares são compostos por tais agentes: ...

Vem aí: Glasnost

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Por: Júlio César Anjos Os poderosos possuem técnicas para que o sistema não caia de uma vez só. A elite não larga o osso, não adianta o quanto você chore, berre e esperneie, a aristocracia sempre acha uma forma de reiniciar o esquema de manutenção destas benesses que só satisfaçam um pequeno grupo perante os demais. Marx identificou exatamente isso. Só pecou em achar que o capitalista daria as cartas, o que se vê agora que nunca dará. A partir deste momento, o sujeito também descobre que a frase de efeito bem ardilosa dos liberais: “que a economia não é um jogo de soma-zero” cai por terra, pois, se esta frase fosse verdadeira, as elites não fariam articulações, pois não teriam com o que se preocupar. Infelizmente, aquele papinho bem escorregadio de que 1% da população tem a riqueza de 99% é verdadeira. É por isso que a Glasnost é inevitável. Mas, afinal, o que é Glasnost? Segundo Pacepa, no livro Desinformação, no capitulo dedicado a esta expressão em específico, Glasnost é f...

Resenha Livro: Assim Falava Zaratustra - Nietzsche

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Por: Júlio César Anjos O livro Assim Falava Zaratustra é uma IRONIA a todas as seitas (Nietzsche considera religião como mera seita) que já passaram pela terra. Se o leitor entender que o autor está ironizando profetas, seguidores e a sociedade em geral, a charada está decifrada sobre o que se passa no livro. Primeira Parte Preâmbulo de Zaratustra I “Grande astro! Resenha: Zaratustra só se reporta ao grande astro, não a um “deus”. Zoroastro é a alegoria irônica de Abraão, Moisés, Jesus, e qualquer outro “líder de seita” que passou na terra. II Resenha: Aqui, Zaratustra não tem como elo de convencimento um deus, mas um “super homem”, que é o objeto principal para criar a seita. Sabe o programa do The History, chamado “Alienígenas do Passado”, de Giorgio A. Tsoukalos? Então, esse programa remonta uma nova narrativa sobre as descobertas das civilizações antigas, induzindo que todos nós fomos gerados pelo deus alienígena. E Assim como o alienígena é o deus do G...