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Caso PF antes da Eleição sobre Flávio Bolsonaro e Queiróz: Análise Política

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Por: Júlio César Anjos     Neste momento sensível da sociedade, em que se deve tomar cuidado com o coronavírus, estoura escândalo de que a Polícia Federal do Rio de Janeiro segurou o processo do Flávio Bolsonaro no meio do segundo turno da eleição presidencial de 2018, na questão de corrupção envolvendo Queiróz, para que a candidatura do Bolsonaro pai não fosse maculada e com isso o candidato perdesse o pleito por causa de problema judicial. Sabendo disso, é de bom grado fazer definições. Porque na questão de moralidade e aspecto jurídico isso é um escarcéu. Mas no aspecto político, não. E é sobre isso que o leitor deste blog irá compreender e aprofundar.  A primeira coisa que se deve estabelecer a um pleiteador a assumir a candidatura eleitoral se dá na parte de prudência da própria parte, ao não se aventurar na política quando se é envolvido em criminalidade. Como no caso do Jair Bolsonaro, um político que, além de supostamente envolvido em corrupção, está tamb...

Pesquisa Eleitoral e Como as Eleições são Vencidas

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Por: Júlio César Anjos As eleições não possuem uma regra para ser vencida. Já se viu eleição ser vencida de toda forma possível. Viradas eleitorais em 1 mês (como no caso do Dória), em 12 dias (caso Jaime Lerner), e até mesmo numa semana (caso Ferreirinha do Requião). Mas quem dizia que tais políticos estavam atrás dos seus adversários antes de se concluir a apuração de votos? As pesquisas eleitorais. E, diante dispositivo legal, toda pesquisa eleitoral traz consigo a seguinte afirmação inútil repassada pela mídia: “Se as eleições fossem hoje...”. Não são. A eleição tem uma data que já é sabida por muita gente. Portanto, as pesquisas realizadas neste momento são meros artifícios para fazer manipulação política/eleitoral. A eleição de 1988, em Curitiba, estava a dar por vencida pelo candidato apoiado pelo sucessor do Requião, Maurício Fruet. Mas o candidato do PDT [legenda número 12] Jaime Lerner, fez uma campanha eleitoral agressiva, em que dizia que em 12 dias viraria a eleiç...

Geraldo Alckmin está Certo porque é a Certeza nesta Eleição

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Por: Júlio César Anjos Geraldo Alckmin está certo em jogar parado. Também está certo em ser parcimonioso na questão dos caminhoneiros, fleumático e racional sobre os aspectos de caos que o Brasil vivencia, ao mostrar o seu posicionamento e comportamento natural de mediador de conflitos. Porque, em era de extremos, mostrar-se diferente é essencial.   Os cães extremistas ladram nas ruas para não deixar a caravana da riqueza do país passar. Eles querem o caos. Mas eles quem? Os extremistas tanto da direita – que querem intervenção militar – quanto da esquerda – que agem no conceito “quanto pior, melhor”. Os dois grupos acham que, após a eleição ser finalizada, havendo um ganhador, as coisas se normatizariam espontaneamente, dando governabilidade para um candidato extremista de ocasião. Não governariam não. Se ganhar um extremista, seja ele quem for, o outro lado extremista incomodará a governabilidade deste radical vencedor sem parar. Pura questão de lógica. Deste modo, p...

Cenário Eleitoral: Os 3 Tipos de Oposições e a Dificuldade em Governar

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Por: Júlio César Anjos “Se não for possível o sabor do fruto, ao menos que nos sobre o aroma da flor; Se não pudermos contar com o aroma da flor, que nos sobre pelo menos a beleza do orvalho sobre a folha; Mas se nem isso for possível, que nos fique o vigor da multiplicação contida na semente, assim como a esperança será o nome deste partido que nasce hoje.” – Mário Covas, sobre a criação do PSDB. É tempo de incertezas. Dólar chegando a r$ 4,00 (quatro reais), o crescimento do PIB naufragando, a dinâmica econômica estagnada, além de falta de perspectiva do brasileiro diante do desgaste político de um modelo de PMDB/PT que se esgotou de forma salutar. Então, a esperança está na eleição. O pleito de 2018, portanto, sem nenhuma lógica racional, virou uma espécie de portal para o paraíso que irá se fechar. É por isso que, até lá, o povo contenta-se em ficar parcimonioso porque acredita de forma pueril que somente a eleição poderá fazer tudo mudar. De todo modo, o problema, por...

PSDB: O Partido de Centro na Eleição 2018

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Por: Júlio César Anjos A eleição de 2018 começa a se aquecer e os players iniciam as bases de posicionamento no espectro politico. Cada qual utilizará a estratégia que se considera mais eficiente, que fará com que o político, e seu grupo, vençam a disputa presidencial. Legendas, bandeiras, ideologias, tudo isso será mensurado devidamente sob o domo do candidato que sustentará esta vertente que entrará no pleito a pedir voto de confiança para o eleitor indeciso, neste sufrágio cheio de opções e decepções de escolha para governar o Brasil nos próximos quatro anos. Então, o PSDB já começa a se organizar de uma maneira que fique claro o comprometimento dos tucanos neste escrutínio, no qual ensejará o futuro presidente do país.   O PSDB irá como partido de centro. Antes de tudo, que se faça uma pequena observação sobre a comparação entre o posicionamento da social democracia no mundo democrático organizado e no Brasil. No mundo democrático civilizado, o partido Social Democrata...

Os Ausentes Nunca Terão Razão!

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Por: Júlio César Anjos Em elucidação aos “indecisos” que querem faltar a votação do impeachment de Dilma Rousseff. Eis que é fato a afirmação: Os ausentes nunca terão razão! Dessa vez, não farei textão. Apenas trarei um pedaço do Maquiavel para abrir os olhos dos possíveis faltantes da maior votação da história brasileira. Pois, quem se ausenta nesse momento, deve se ausentar para sempre, pois não se faz como representante indireto do eleitor que o delegou tal condição. Será aposentado pela urna eleitoral. Assim escreveu Maquiavel: “ Sempre acontecerá que aquele que não é amigo procurará tua neutralidade e aquele que é amigo pedirá para que te definas com as armas. [...] O Vencedor não quer amigos suspeitos ou que não o ajudem nas adversidades; quem perde não te recebe por não teres querido correr a sua sorte de armas em punho.” Ou seja, quem vence, depois do ocorrido, não tem obrigação nenhuma de ofertar qualquer benefício do pós luta, e quem perdeu fica com ojeri...

A Eleição da Lição

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Por: Júlio César Anjos Esta eleição de 2014 será muito útil e educativa, talvez o embate mais importante da recente democracia, que, de tão jovem, ainda não tem nem pelos pubianos, quanto mais base consolidada. A instrução não deriva entre oponentes de pleito, mas em dar o exemplo sobre o que é ser vitorioso, e o que pode ser vencido, através da (falta) regra do jogo político já conhecido. Tudo na vida tem limite, até mesmo fazer o diabo para vencer eleição. O pleito em 26 de Outubro de 2014 será o de confirmação, de sustento sobre situações que não foram superadas e que terão o aceite, ou não, pela efetivação do voto. Será a eleição do referendo, quanto às questões corruptivas. Se Dilma vencer, o mensalão será referendado e consumado por ter sido irrelevante em três eleições (2006, 2010, 2014), sendo que tal ato corruptivo iniciou-se em 2003. Será o referendo e absolvição, também, do Petrolão. O balcão criado, de forma escusa, na empresa estatal que orgulha o país poderá ter ...

O PT foi Varrido na Eleição

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Por: Júlio César Anjos Eis que uma pessoa olha para os resultados da eleição e diz: “Do trópico de capricórnio para baixo, o PT foi varrido”. A sentença é verdadeira, pois o efeito foi esse mesmo. Mas qual foi a causa? A semente foi plantada e colheu-se aquilo que se esperava, pois “aqui se faz, aqui se paga”. Quanto à estratégia do PT, nada se falará, pois não iria adiantar e também não iriam escutar o oponente. Então que se analise o fato de tal concepção, pelo todo, para chegar a uma resposta do resultado da eleição. A eleição acabou e o PT, do trópico de Capricórnio para baixo, foi realmente varrido, perdeu muitas cadeiras, espaço no congresso e nas cativas majoritárias. Ao passo que o PSDB ficou feliz com o resultado, dedicando-se a ser o grande vencedor no pleito, no sufrágio eleitoral. E a pergunta que fica é: O povo ama o PSDB ao ponto de coloca-lo em evidência, ou o PT foi sumariamente, e somente, rejeitado pelo eleitorado? A resposta é a segunda questão. O PT foi...