Sobre o Aquartelamento dos Policiais no Espirito Santo
Por: Júlio César Anjos O aquartelamento “forçado” dos policiais do Espirito Santo, diante do caso dos familiares destes funcionários públicos impedirem a saída dos homens da bota às ruas, tal assertiva fez com que o povo se dividisse entre os defensores da greve, que entendem a situação precária da categoria, e os críticos que compreendem que o egoísmo dos policiais gerou o caos generalizado no estado. Por isso, o fato é que há outros parâmetros e enfoques a criticar, não só os policiais do Espirito Santo, mas guardião de qualquer estado também, que vão além do mero distúrbio popular. O que escancara como absurdo é o fato de marmanjo sacudo fazer familiar como escudo humano, a fim de “sensibilizar” o governante por meio de chantagem. Tal ardil não difere muito do próprio traficante fazer a “comunidade” [favela] como escudo de proteção contra os próprios militares, além de ser parecido com a estratégia que vai desde a cracolândia, passando pela grilagem de MST, até...