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O Lobo da PTbras

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Por: Júlio César Anjos Caso alguém não tenha assistido ao filme – O Lobo de Wall Street, e não queira saber sobre os “spoilers” remetidos ao texto, favor descartar a leitura do artigo. Mas se a pessoa não se importar com as revelações ofertadas no conteúdo, pois está mais preocupada com o aspecto “inteligível” do contexto, é contumaz que aprecie a leitura de ocasião. Àqueles que compreendem a essência e também assistiram o entretenimento, a resenha será mais compreensível que nos dois casos citados anteriormente. Dada à informação, que se esclareçam as comparações fundamentadas entre: “O Lobo de Wall” Street e “O Lobo da PTbras”. Na película de Hollywood, Leonardo Di Caprio é um jovem ambicioso, que consegue um emprego de alta patente no mercado de ações, ao ser operador financeiro, ganhando dinheiro por ser corretor da bolsa. Mas a empresa em que ele era empregado faliu, diante de uma transição mal formatada. Todavia, o jovem aprendeu muita coisa no pouco tempo em que estiver...

Carrossel Companheiro

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Por: Júlio César Anjos Marx acreditou que o proletariado, ao subir pela unidade organizacional, teria o governo nas mãos, tirando a força política dos capitalistas barões, devolvendo esse poder emanado do povo. Tal vertente conclusiva mostrou-se fracassada, com a realidade desnudando a utopia da crença comunista, sendo rebaixado como somente um trabalho de estudo, como curiosidade intelectual. Mas o comunista, ao ver que dá para manobrar em cima da ideologia, ao manipular pessoas, fez outras formas de reformar tal condição, criando o carrossel companheiro, medidas alternativas dos partidos comunistas para subirem ao poder, terem ascensão meteórica eleitoral.  Já é sabido que na guerra fria a URSS financiava a ideologia pela panspermia do ideário mundo afora. É algo até compreensível, afinal a guerra era ideológica e fazia sentido investir na “causa”. Mas o muro de Berlim caiu, o comunismo em teoria sumiu, e o mundo pode avançar tranquilo, sem o vilão socialista assombrando...

Lula, O Herói de Canudo

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Por: Júlio César Anjos Lula é o ex-presidente com a “cara do povo", sabe se relacionar com a multidão, causa até comoção entre jovens, tudo porque é um símbolo mágico, que atende a todo tipo de necessidade, menos mudar a condição do pobre. Lula gosta tanto de pobre que faz questão de tornar perpetua a condição da pobreza. Pobre é commodity, e, por isso, precisa ser gerado aos montes, mesmo institutos, como IBGE e IPEA, criando riqueza pela caneta, pois faz tudo parte de algo maior, mais amplo. Por isso que o apedeuta é herói. Heróis são criados. 1) criado, no sentido de ser inventado; 2) Criado, no sentido de ser escravo subserviente. Na primeira situação, o intelectual faz o Lula personalidade “pai dos pobres”, para, no segundo caso, o dono do PT atender as necessidades da elite da “nomenklatura”. É o útil ao agradável, satisfazendo vários players encostados na máquina estatal. Melhor que isso, só se existisse a monarquia dos “Inácios da Silva”, tornando eterna, pela lin...