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Mostrando postagens com o rótulo esquizofrenia

Esquizofrenia Paranoide Política

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Por: Júlio César Anjos O sujeito esquizofrênico é aquele ser que não dissocia a realidade e a ficção, em que tal situação pode gerar personagens, cenários, contextos e até mesmo manipulações inexistentes. Tais elementos são traços de quem pode sofrer de psicose.  Há vários grupos de esquizofrenia, mas a mais famigerada é a paranoide – a doença do Brilhante John Nash. Na política, sempre quando soa o extremismo, as alucinações, os delírios, os discursos desorganizados e os sintomas negativos afloram à consciência do pensador invasivo. Tais condições desnudam a Esquizofrenia Paranoide Politica. Se o pensador é mesmo doente mental ou cria situações para se beneficiar da esfera inebriante, aí é outra questão. O fato é que existe, sim, muita paranoia na política, a começar pelos grupos radicais políticos – tanto da esquerda quanto da direita. O agente extremista político fica enclausurado no mundo imaginário, a redoma dos pares, criando uma perspectiva pela própria narrativa e ...

Criame de Psicopata

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Por: Júlio César Anjos Há certas correntes “filosóficas” que concentram semelhantes formas estereotipadas, uma espécie de magnetismo que os unem em tal conceito, racional ou não, de um pensamento qualquer. Essa superfície imantada atrai os pares, que pensam e até vivem de maneira igual, em que a rede de relacionamento deriva em união de concordâncias. E dentre vários conceitos, muitos estudos de vieses são puros, pacíficos e até honestos, no sentido piegas da palavra. O problema é quando há correntes doutrinadoras que instigam certas situações, que fogem do fino trato entre divergências, criando animosidades e levantando bandeiras até mesmo esquizofrênicas. Neste ultimo sentido, o que mais se vê é a dita revolução, conceito voltado ao criame de psicopata. Desde Lênin a Abul Ala Maududi, Stalin a Mao TSE Tung, Che Guevara a Hugo Chavez, sempre há um elo que faz desde revolucionários Russos até novos Bolivarianos se ligarem ao mesmo prisma de psicopatia da luta armada, o convenc...

Erro causal

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Por: Júlio César Anjos Jó não imaginava ser pai de família lá pelos seus 20 e poucos anos. Fechou os olhos e, de repente, mergulhou em uma vida como o responsável patriarcal, com a sua rotina voltada a desenvolver os filhos que a sua progenitora gerou.  Acorda cedo, desliga o despertador, se veste, faz a higiene pessoal, beija a mulher e os filhos (que ainda estão dormindo), faz o desjejum e sai para trabalhar. Após cumprir o tempo laborioso, volta para casa, beija a mulher e os filhos novamente, assiste ou lê alguma coisa e vai dormir. E o looping da rotina segue até os dias atuais. Jó tem 2 filhos morenos lindos, um menino e uma menina. A menina é a cara da mãe e o menino se parece com o pai. A mulher é linda e zelosa, cuida da casa de forma magnífica. O menino que se tornou pai de família adora o status quo da rotina conservadora da família. Da apresentação dos entes queridos resta saber apenas detalhes: a mulher é morena e chama-se Margarete e os filhos chama-se...