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Sinfonia dos Delinquentes

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Por: Júlio César Anjos Os municípios (a maioria esmagadora), todos os Estados da federação, e a união (governo federal) estão falidos. O sistema utilitarista, socialdemocrata, do mundo cor de rosa do estado que provê riqueza, acabou. Mas antes de consumar a tragédia, muita gente – boa parte dos estatolatras - ainda se debaterá e se arrogará de direitos, sendo que os deveres não foram contemplados. Pura relação de causa e efeito, pois o fracasso do sistema se dá justamente dos que somente se beneficiam e pouco retribuem para o meio. O conto de fadas do Estado paternalista, empreendedor, que resolverá tudo pela batuta do milagre estatista se esgotou e agora o brasileiro terá que viver a dura realidade: terá que ser produtivo, se quiser realmente gerar riqueza. Está na hora de trabalhar, e cobrar resultado. Além, é claro, de começar a ter - e exigir - austeridade. Impulsionar a máquina (não a pública), fazer o Brasil produzir variáveis e incontáveis produtos e mercadorias, libera...

Grécia Comunista

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Por: Júlio César Anjos O partido comunista – pelo eufemismo de Syriza (Coligação da Esquerda Radical) - venceu a eleição falando a mentira ou a verdade. Em qualquer uma das situações, a Grécia está condenada. Pois, se mentiu, perde credibilidade e confiança do mercado; Se falou a verdade, a ideologia se encarrega de afundar mais ainda o país. Justamente porque o comunismo não funciona na prática. O que essa linha utópica pode fazer é somente postergar o tempo de comando majoritário nas mãos dos comunas no executivo nacional, com as estratégias das mais variadas. Só isso, nada mais. Como já dito antes nesse blog, o comunismo se insere na carência. O plano de austeridade para limpar a Grécia de devaneios provou-se ineficaz, pois a sociedade grega não foi produtiva e/ou capaz suficiente de pagar as próprias contas que produziu num passado não muito distante. Diante da fragilidade da população em se apegar a qualquer coisa como sendo herói, o grego caiu no bojo comunista, que semp...

As Mulheres das Echarpes Verdes

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Por: Júlio César Anjos As mulheres das Echarpes Verdes - Delírios de Consumo das socialistas/comunistas. Há um filme no Brasil chamado: “Os delírios de consumo de Becky Bloom”, uma comédia que satiriza os gastos excessivos de uma compradora compulsiva e todo o seu frenesi. Lá pelas tantas do filme a protagonista vira uma escritora de uma revista de economia famosa, escondendo-se por um pseudônimo qualquer, e ganhou fama pelo seguinte titulo de publicação: “A Mulher da Echarpe Verde”.  Quem assistiu ao filme sabe que bem no clímax a protagonista (Isla Fischer) mesmo continuando compulsiva com as compras, dá dicas do bem administrar, mostrando o paradoxo da trama. Após a antítese, o filme leva a um final feliz, como deve ser um fechamento de produção de entretenimento, pois, afinal, de tragédia já basta a vida real, não é mesmo? A Becky Bloom (Isla Fischer, protagonista a trama), ao ter que ver aquela enxurrada de boleto e aviso de cobrança, fica “borocochô” e dá a s...

A escolha do austero

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Por: Júlio César Anjos Na eleição, as pessoas vão às urnas para eleger o administrador geral, o gerente do eleitor, pessoa capacitada para atender às demandas que a sociedade como um todo necessita. Apraz, o cidadão direito escolhe o que melhor convir, pois o imã dos pensamentos iguais faz os pares serem aceitos pelos eleitores. Mas há diferenças, que devem ser respeitadas, já que a democracia é regra de maioria e não de tirania absolutista totalitária. E das eleições aparecem os candidatos populistas, falsos bonzinhos que ressoam só o que a maioria quer escutar, como se medida popular fosse uma dose de melhora para toda a sociedade. O “popular” roga só o que o povo gosta, mesmo que tal medida pareça insana aos padrões ou regras gerais. Prometer o que não pode cumprir, é a melhor estratégia momentânea, fala aos pares a mesma coletânea, um disco riscado que só reproduz a repetição.   Assim, a retórica emplaca: “A culpa é dos outros e não de cada um”. Como se, por...