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Ativismo Político Não se Aprende na Escola

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Por: Júlio César Anjos Ativismo político não se aprende na escola. É por isso que o blog: Efeito Orloff é da hora! Arte suprematista adaptada   Ativismo político não se aprende na escola. Porque se aprendesse: Se aprendesse na escola, aprender-se-ia que existe uma diferença gritante entre estar envolvido ao estar oposição e ser comprometido por ser governo/situação. Se a estética nazista de Roberto Alvim tivesse sido feita antes da eleição, no pico de popularidade do Bolsonaro, tal ação não daria problema para a direita, pois, a oposição tem a capacidade de promover agitação e o recurso poderia ser somente uma tática de provocação entre os agentes políticos. Até porque Bolsonaro subiu ao poder com um slogan nazista: “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos” e isso não teve problema algum para o eleitor. Contudo, Bolsonaro agora é governo e as ações devem ser sérias porque está comprometido ao ser presidente. Deste modo, fazer estética nazista foi catast...

Politizado

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Por: Júlio César Anjos O Brasil mostrou, novamente, ser um país político. A demonstração se deu através da  mega-manifestação  pedindo o impeachment da Dilma, no dia 15 de março de 2015, com a insatisfação geral como a bandeira de junção. Diante das circunstâncias, é sabido que o brasileiro é um ser politizado. Hoje, até o considerado “apolítico” compreende que tal significado da palavra remete ao abandono do empenho – e da vigilância – da coisa pública, não podendo fugir do “contrato social”, a manta da organização do comum invisível. Ou seja, faz parte de uma manta de administração governamental.  Porém, ainda assim, há diversas variações de politizados, que, mesmo sendo seres que ajudam a melhorar o país, se embaralham nas diversidades das medidas sociais. Há três variações, a saber, sobre as diferenças dos cidadãos aguçados pela coisa pública hoje em dia: Os que são/estão engajados no processo eleitoral; Os envolvidos/comprometidos diante de campanha e...

Questão de Foco

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Por: Júlio César Anjos Havia um filme de comédia, nos anos 90, que, para mostrar o racismo preexistente na sociedade americana, mostrava um negro entrando em uma loja de conveniência, ao passo que o balconista direcionava os olhos somente ao afrodescendente, enquanto um branco limpava as prateleiras do mercadinho, porque ninguém o enxergava praticando crime. Enquanto o negro compra uma mercadoria, com os olhos preconceituosos voltados a ele, o branco rouba o varejista sem ser visto por ninguém. A mesma coisa acontece, hoje, com o povo focando mais no PSDB do que no PT. O PSDB deixou o executivo nacional, sob o comando de Fernando Henrique Cardoso, em 2002. Desde então, qualquer eleição o PT traz FHC nos debates, induzindo, pelo mote de campanha, que o PT é oposição do país, pois o que mais se vê é a inversão de valores. Diante disso, o povo cobra explicações e mais explicações dos tucanos, enquanto o PT fica tranquilo perpetuando-se ao poder. Portanto, saiba que enquanto o PSD...