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Banania: O Reino

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Por: Júlio César Anjos Era uma vez um reino chamado Banania. Este território nunca foi imperialista tampouco importante em conquistas globais. Sempre se encontrava isolado e restrito. O seu povoado, embora sem muitas condições materiais que os mantivessem confortáveis, ao menos tinham um tratado de paz de convívio entre os seus cidadãos. Mas tudo isso mudou quando houve a sucessão da coroa, cujo Rei tornou-se Riaj. Riaj inicia um governo ruim e começa a ficar impopular mediante satisfação dos viventes da região. O Sistema Papado Romano dá uma facada no imperador, ao passo que se começa, num período bem próximo, uma pandemia para castigar toda a civilização.     Riaj apela para a feitiçaria. E após criar uma poção que se ativa após falar palavrão, toda aquela população fica a mercê das ações da tirania desde então. Com o caminho aberto pela feitiçaria, os senhores feudais, suseranos, e o clero resolvem trabalhar a serviço do imperador: O Feiticeiro : e...

Caso PF antes da Eleição sobre Flávio Bolsonaro e Queiróz: Análise Política

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Por: Júlio César Anjos     Neste momento sensível da sociedade, em que se deve tomar cuidado com o coronavírus, estoura escândalo de que a Polícia Federal do Rio de Janeiro segurou o processo do Flávio Bolsonaro no meio do segundo turno da eleição presidencial de 2018, na questão de corrupção envolvendo Queiróz, para que a candidatura do Bolsonaro pai não fosse maculada e com isso o candidato perdesse o pleito por causa de problema judicial. Sabendo disso, é de bom grado fazer definições. Porque na questão de moralidade e aspecto jurídico isso é um escarcéu. Mas no aspecto político, não. E é sobre isso que o leitor deste blog irá compreender e aprofundar.  A primeira coisa que se deve estabelecer a um pleiteador a assumir a candidatura eleitoral se dá na parte de prudência da própria parte, ao não se aventurar na política quando se é envolvido em criminalidade. Como no caso do Jair Bolsonaro, um político que, além de supostamente envolvido em corrupção, está tamb...

Receita para Acabar com a Corrupção no Brasil: Pavê Bolsonaro

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Por: Júlio César Anjos Acabar com a corrupção no Brasil é muito fácil, basta fazer o pavê Bolsonaro: Ingredientes: 1 Ministério Público 1 Receita Federal 2 Governos: Estado e União Opinião Pública a gosto Modo de Preparo: Pegue a Receita Federal e diga que toda a movimentação financeira do Flavio Bolsonaro seja legal. Tem que levar toda a Receita na fôrma da ocultação. Deixe assar por uns 20 dias. Com a Receita Federal em banho-maria, acrescente o Ministério Público que dará liga à omissão da Receita Federal. Depois de feita a fusão entre Ministério Público e Receita Federal, coloque a cobertura Governos – estadual e federal – para dar cabo a um possível delator pela operação controlada. Mas tem que matar mesmo. E para quebrar o gosto indigesto deste pavê da corrupção, acrescente opinião pública a gosto para que tal escândalo não seja tão escandaloso assim. Quanto mais pitada de mídia, melhor para aumentar o sabor do fim da corrupção. ...

Economia: Expectativa x Realidade - O Problema está no Câmbio

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Por: Júlio César Anjos “Nenhum país do mundo prospera com moeda fraca.” – Júlio César Anjos Eis que se abre a porta da sala principal do Ministério da Economia e Paulo Guedes junto com a sua equipe econômica estão dançando em forma de trenzinho lá em Brasília, todos felizes cantando a música: Pequeno Mundo, do grupo Dó-Ré-Mi: Há um mundo bem melhor Todo feito pra vocês É um mundo pequenino Que a ternura fez Porque acreditar que somente desvalorizar o câmbio seja a solução para a volta do crescimento do país, tal pensamento chega a ser pueril, e burro também, pois, não se utiliza – principalmente na economia! – de solução simples para problema complexo. Em miúdos, com a desvalorização do câmbio, Guedes tinha como expectativa o crescimento econômico; mas a realidade trouxe por ora um mero pibinho como concretização. Queria ser China; está para virar Argentina. É preciso analisar. Análise Expectativa x Realidade do Câmbio Desvalorizado Expectativa ...

Eles Perseguem Tucanos

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Por: Júlio César Anjos Bateu desespero na elite estatal. Os nababos da coisa pública estão em pânico porque o episódio da facada não gerou a comoção necessária para que Bolsonaro conseguisse apoio da massa de forma salutar. Ou seja, o Bolsonaro, ungido pelos marajás estatais, é tão nulidade que nem o golpe de arma branca causou comoção popular. Deste modo, não tendo outra saída, as instituições corporativistas começam a usar o plano B, que é perseguir tucanos para tentar fazer o eleitor do PSDB migrar para o “mito da extrema-direita”. Não vão conseguir porque é recall. E obrigado por tentar. Obrigado por tentar porque agora ficou provado que a justiça no Brasil é só um mero instrumento para fazer atividade suja contra desafetos políticos. Não obstante, o povão pode até ser desavisado, apolítico no dia-a-dia, mas algumas lógicas ela há de efetuar. É tão evidente que a justiça está perseguindo tucanos que desde abril deste ano era sabido que políticos perderam a imunidade parlam...

Temer Executivo

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Por: Júlio César Anjos Assim como uma empresa privada “demite” um executivo de alto escalão para contratar outro em seu lugar; um país, ao destituir um presidente em exercício, está mudando o gestor do poder executivo de uma nação. Portanto, Temer é executivo. Embora haja diferenças entre gestão da iniciativa privada à esfera pública, o fato é que o cargo trabalha para fazer aquilo a ser esperado deste postulante, que é satisfazer apenas uma condição: Tomada de decisão. O executivo, tanto na iniciativa privada quanto com a faixa presidencial, ao ser constituído em alto escalão, já de início terá que fazer a seguinte escolha: manter o status quo ou radicalizar. A escolha mantenedora da continuidade se dá quando o problema é pequeno e pontual, sendo que somente algumas modificações de caráter orgânico satisfaça a administração. Ou seja, O problema é do dono da cadeira, de gestão, por isso que só a mudança de gestor já satisfaz a questão. Todavia, a maioria das substituições dos ...

O Seletor do Crime

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Por: Júlio César Anjos Havia uma época, em teoria, que existia o tal do “engavetador geral da república”. O PT, eterna oposição, saia às ruas sempre gritando: “Engavetador!”, para o representante do ministério público que deixava de exercer a função de indiciar bandidos, por fingir que não existia certa demanda jurídica. O povo, é claro, não entendia nada nos termos técnicos, compreendia apenas as situações de práxis popular, traduzindo o jargão politico como a justiça acobertando ladrão de colarinho branco.  Se existiram ou não os engavetadores, não se sabe. O que se sabe é que se fosse fato tal condição, o procurador sempre arquivava o lote todo, dando lógica ao termo engavetador. Janot, ao indiciar apenas Eduardo Cunha, não se mostrou um mero engavetador; mas apresentou-se como uma espécie de Seletor do Crime. E isso é grave, tanto no sentido jurídico quanto nas verves políticas. Janot terá que se explicar. Janot quebrou acordo tácito do místico “engavetador” de fingir ...