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Água de tsunami

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Por: Júlio César Anjos Água de tsunami é aquela que provoca um estrago danado, e, depois da ação praticada, volta mansinha, como se nada tivesse acontecido, ao local de origem. O Juiz Lewandowski, no julgamento do mensalão, deu tapinha e escondeu a mão, fez atividade fora do normal, absolveu pária social, com a crença de que o tempo será a borracha que apagará tal medida incrédula. Suvenir de petista, o homem de toga mostrou-se mais um brinquedinho da esquerda, em detrimento da justiça.  Cadafalso do progresso, Lewando Lero exibiu a todos que o futuro brasileiro é certo: Desordem e Regresso. Agrura da justiça, o sujeito é determinista, decide sobre o futuro individual e nada mais. Prega a defesa da meta-justiça popular, em um país que perdeu a orientação de ética, defender bandido torna-se apraz.  A culpa é dos outros, tanto faz, desde que terceiros sejam os agouros dos pensamentos do Ministro. O crime de Lesa Pátria é justificável para absolver um dos seus pares, ...

O Duplipensar da Patrulha Petralha

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Por: Júlio César Anjos   A internet é uma ferramenta de fundamental importância para manter-se informado, fugindo dos bordões e mantras da mídia convencional, com a liberdade ainda existente neste veículo de comunicação. Mas a liberdade faz com que haja verdades e mentiras, ou, com melhor explicação, há manipulação do real objetivo apontado. Diante disso, há várias correntes de afirmações na internet, a função de linguagem imperativa que ecoa aos milhares, tornando vívida a aclamação pública diante dos seus interlocutores. Não obstante, as pessoas viram canais de comunicação entre o emissor e o receptor. Mas nessa toada, nem todas as informações são referenciais, muitas delas são emotivas, emotivas e fáticas. A patrulha petralha sabe que o clamor da sociedade visa a exigência de combate a corrupção e melhoria na gestão pública, algo normal entre sociedades avançadas, natural ao ponto de vista de uma pessoa apartidária e inocente em relação política. Mas os petralhas s...

Exigência de muito direito faz perder o direito

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Por: Júlio César Anjos Todos os cidadãos têm direitos conforme leis vigentes em bolsões organizacionais, sendo que quem cria tais direitos é a própria sociedade organizada. Os instrumentos fornecidos para controle e salvaguarda das pessoas são criados pelos representantes do povo, os legisladores. O legislador é - de algum modo - o carrasco que o cidadão escolhe no pleito, sendo que coibirá extravagâncias e desvios estipulando normas para criar uma organização mais justa, melhor para a coletividade. Até porque o indivíduo é complexo e gosta de quebrar regras. A moda agora é ser transgressor, é quebrar regras, ser desvirtuador de ambiente e desagregador. Há várias frases de efeitos que são usadas como estilo de vida como, por exemplo, essas aqui: “Regras foram feitas para serem quebradas”; “Quebre as regras, seja diferente”; “Faça suas próprias regras” e etc. Pois bem, algumas pessoas acreditam que quebrar regras é algo maravilhoso, uma filosofia de vida. Já na outra ponta há as pun...