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A quem servir a Carapuça

Por: Júlio César Anjos Textos de cronistas marotos não inibem o desempenho do objeto criticado e nem abalam instituições, apenas agitam pessoas facilmente manipuladas a acreditarem no que convém. Sempre digo que: “devemos buscar informações de outrora para resolvermos situações vindouras”, e obter conhecimento por via de tradição torna esclarecida a forma de pensar sobre o que é certo e errado. Digitar informações profanas, a esmo, só materializa a ignorância sublime que aflora ao critico medíocre. Colunista com idade avançada, que desempenham a função de escritores, nesta nova era, não entendem que a digitação de textos profanos é liberada por causa da liberdade e não libertinagem. Os espaços ínfimos destinados ao jornal local deveriam não permitir o despejo de toda a diarréia mental ao bom grado do cronista, porque há limites entre certo e errado. Mas os veículos de comunicação avalizam toda essa repugnância e show de inutilidade, mostrando como n...