Legião das Mães Solteiras
Por: Júlio César Anjos Nas remontas de organização social plotada em vila qualquer, sempre aparece muito bem acalentada a família, o lar, a civilidade e o viver em comum. E das semelhanças, a perversidade é concluir racionalmente que a família mudou de status, de padrão. O que até então aparecia homem como o tutor supremo de uma residência, agora a exclusão masculina do apelo familiar deriva de uma falta à incongruência de uma sociedade que amputou a tradicionalidade de maneira fugaz e até mesmo ardil. O formato conceitual de família de outrora se modela em outro contorno do igual, como se agora o padrão fosse não ter o sexo masculino no âmbito familiar. Nessa mudança legalzinha, "Cult" e "Cool" do finado homem no status de líder da morada, o fato é que hoje o raro é ver abraçado namorado com namorada. Não é regra – e também é somente uma opinião de um agente de pressão desconhecido -, mas as mulheres querem o homem que não existe e o homem não quer a mul...