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Mostrando postagens com o rótulo jogo

Drops Político de Conjuntura Atual: 19/05/20

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Por: Júlio César Anjos Atenção: aqui se faz análise política. Se o leitor quiser análise moralista, que vá se encontrar com a liga das Freitas Católicas.  Lá você terá a moralidade que saciará a sua necessidade. Obrigado. *** TRF 6 Para Minas Gerais  Sou a favor da criação do TRF6 para Minas Gerais. Janot [que tem RG de Minas] acossou Dilma [RG de Minas] e Aécio Neves [RG de Minas]. Somado com a fakeada [agora, acredita-se que a facada foi fake] que ocorreu nesse Estado, o conjunto de fatores fez Bolsonaro presidente. Portanto, está na hora de pagar a prenda. E a prenda é o Bolsonaro criar o TRF6. O Estado de Minas Gerais plantou e agora merece colher. E lembre-se de que o dono da CNN Brasil, que está a tomar só prejuízo até agora com a emissora, é dono da MRV e é mineiro também. Não obstante, é a emissora que mais passa pano para o Jair Milícia Bolsonaro. Forças Jurídicas Fluminense As forças jurídicas [PF, MP e juízes de instâncias inferiores] ...

Luta na Rua: Cartolina Sem Lastro

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Por: Júlio César Anjos O povo foi às ruas, no 2º (segundo) ato – dentre vários outros que se realizarão-, esse ano, contra o governo incompetente, corrupto e totalitário do PT. Embora o protesto do dia 12 de Abril de 2015 não tenha aumentado em progressão aritmética de pessoas nas ruas, pelo menos foi maior que a manifestação anterior porque teve maior amplitude (mais cidades aderiram ao movimento). Mas a sociedade continua errando na execução, com a maior falha sendo vista na estratégia da cartolina sem lastro. Os oposicionistas lutam hoje como disputavam no passado, com as mesmas regras de outrora, não entendendo até mesmo qual é o “jogo” do momento. A pergunta que o estratego, o combatente intelectual, enfim, o player deve fazer não é: Qual o plano a seguir, ou quantos inimigos são (?), mas a indagação mais simples de todas: qual é o jogo. Sun Tzu definiu paradigmas, estratégias, como: conhecer o inimigo, território, suprimentos, ataque/defesa, mas tudo isso embasado em um ...

Carrossel Companheiro

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Por: Júlio César Anjos Marx acreditou que o proletariado, ao subir pela unidade organizacional, teria o governo nas mãos, tirando a força política dos capitalistas barões, devolvendo esse poder emanado do povo. Tal vertente conclusiva mostrou-se fracassada, com a realidade desnudando a utopia da crença comunista, sendo rebaixado como somente um trabalho de estudo, como curiosidade intelectual. Mas o comunista, ao ver que dá para manobrar em cima da ideologia, ao manipular pessoas, fez outras formas de reformar tal condição, criando o carrossel companheiro, medidas alternativas dos partidos comunistas para subirem ao poder, terem ascensão meteórica eleitoral.  Já é sabido que na guerra fria a URSS financiava a ideologia pela panspermia do ideário mundo afora. É algo até compreensível, afinal a guerra era ideológica e fazia sentido investir na “causa”. Mas o muro de Berlim caiu, o comunismo em teoria sumiu, e o mundo pode avançar tranquilo, sem o vilão socialista assombrando...

Revogação da LRF

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Por: Júlio César Anjos Muitas informações estão sendo bombardeadas na mídia e redes sóciais, com as pessoas sendo prós, contras, ou sem opiniões formadas, embora estejam antenados sobre os desdobramentos ocasionados pela votação da LRF (Lei de Responsabilidade fiscal) . O governo defende o fim da LRF porque diz que se o governo não gastar, haverá desemprego. E a oposição diz que revogar tal norma gerará calote. Governo e base aliada querem gastar mais; Oposição defende regra do jogo. É por causa da importância do futuro do país que está em jogo, que a barulheira, por enquanto, não terá fim. Esse embate já tem pelo menos uma lição ensinada: Não importa se a lei será mantida ou não, só o fato do governo querer revogar uma regra do jogo mostra que o Brasil afundou. Se tudo estivesse bem, não haveria o porquê de revogar uma lei simples, de dona de casa (só se gasta o que arrecada). Querer acabar com a LRF é confissão de fracasso, por si só. Um bom gestor se adapta às leis e não ao...

Inteligência Emocional na Política

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Por: Júlio César Anjos Existem sete tipos diferentes de inteligências. São elas: Linguística; Lógica; Motora, Espacial, Musical, Interpessoal e Intrapessoal. Mas há outra inteligência que é específica em política, em campanha eleitoral, que é a Inteligência Emocional. Sabe-se que nos “business” Inteligência Intra e interpessoal fazem parte do contexto da inteligência emocional. Nas questões de negócios, a fim de manter o grupo focado em produção, a inteligência emocional se dá em saber lidar com pessoas. Um político também tem que saber interagir com eleitorado, por isso, nesse aspecto específico, o político deve ter inteligência intra e interpessoal. Mas o mundo não é perfeito, as pessoas tendem a fazer coisas do arco da velha para conseguir o que deseja, e nesse aspecto aparece a inteligência emocional de fato, especifico do político de profissão. Na política, nem todos os partidos e/ou políticos jogam de forma justa, criando uma campanha suja, de baixo nível, que só mos...

corruPTo

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Por: Júlio César Anjos O PT subiu ao poder pela chancela da bandeira da “honestidade”. 12 anos depois, o Partido do mensalão defende-se dizendo que todo mundo comete corrupção. A “desculpa” tem o viés da verdade, afinal humanos são falhos e tendem a cometer deslizes. Porem, ninguém ousou fazer, em qualquer lugar do universo, um sistema de ladroagem como mensalão e petrolão. A ocasião faz o ladrão, já dizia o sábio dito popular. Com o país totalmente estatal e aparelhado pelo partido político, é notório que o dinheiro público aparece como uma grande tentação, pois a grana está ali passando na cara da figura pública, deixando o governante com a sanha de corromper-se sem que ninguém saiba. Mas aí alguém descobre, não tem mais como voltar e o arrependimento nasce, enquanto que a honra morre.  Desgraça e degrada a ética e a moral porque todo mundo desnudou o corrupto que até então parecia honesto. O homem honrado luta incansavelmente para não se corromper. E existem esses h...

Lugar que Falta Pão

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Por: Júlio César Anjos Já diz o ditado: “Em casa que falta pão, todo mundo briga e ninguém tem razão”. E essa frase deriva justamente àquilo que muitas correntes proferem em defesa da liberdade econômica à social.  Mas, como assim? Simples, uma região que está com dificuldade econômica, tudo é motivo para gritaria e algazarra que em muitos casos nem nexo tem. Por isso que o Brasil está implodindo. E, sendo assim, parafraseando Olavo, nesta situação o que mais sobra é o tal do imbecil coletivo. Em uma região próspera, em que o sucesso econômico deriva em uma concretização do melhoramento social, as pluralidades são suportáveis, com o respeito como salvaguarda do bem-estar. O palestino é até vizinho do Judeu; O professor comunista debate harmoniosamente com o empresário capitalista; O pobre se incomoda e o rico se sensibiliza. Ou seja, as divergências ficam em segundo plano, pois a evolução do melhoramento anda devagar, mas trilha no caminho certo. Contudo, em uma regi...

Reparação Histórica

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Por: Júlio César Anjos A privatização do Pré-Sal mostrou que o povo brasileiro tem uma dívida histórica a pagar para a sociedade. A perda não deriva da lambança da negociação feita pelo PT, muito menos da incerteza do mercado conferido pelos índices de computador qualquer, o que o Brasil está em dívida é com a verdade, pois é da mentira que se faz até mártir. O PSDB, durante anos, foi considerado o partido “Lex Luthor” por ter feito as privatizações na época em que FHC era presidente. A privatização não é um demônio materializado em dinheiro, nem tão pouco uma coisa ruim para um povo geral, é apenas um meio de negociação para salvar um país atolado pela demagogia, hipocrisia e mentira, liberando o mercado para que se faça cifra, para o governo obter impostos e poder fazer-se de paternalista. A sociedade brasileira, nos termos referidos, está em dívida com o PSDB, pois defenestrou durante anos o partido de centro-esquerda, criando uma demonização de tal quadro político, com...

As dores bonitas da vida

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Por: Júlio César Anjos Algumas mazelas provocadas por infortúnios dão a entender que a dor é somente sofrida, um objeto de tortura àqueles que já passaram pelo sentimento caótico de tal angústia, seja físico ou mental. A dor possui ramificação e cada via expressa um fim. A única dor sofrida é a dor que a pessoa sente ao morrer. A dor da morte é sofrida sim, pois, além de ceifar a vida, provoca dor na própria pessoa e nos entes queridos. Todas as outras dores são sensações que chegam a ser boas para as pessoas. Uma dor provocada por uma espetada de agulha por um enfermeiro, gesto bondoso da doação de sangue, é uma dor bonita pelo simples fato da dor não ser terminal, nem letárgica, apenas pontual, para satisfazer a filantropia em ajudar outrem. A dor do parto é para a mãe o momento de sensação desagradável, mas no fim reporta a um prazer sem igual, dádiva dos deuses em tornar real mais uma vida na terra. A dor do parto é a explosão de sentimentos em um mesmo momento, o ...