O protesto do capitalista
Por: Júlio César Anjos Dançam os sinalizadores, um protesto emerge, assim as plaquinhas se movimentam com as frases de poucas palavras, cambaleiam uniformemente, marcham de um lado para o outro, sincronizam o manifesto do pensamento, com ditos de ordem. É triste saber, mas quaisquer uns daqueles cidadãos, os proletários, que blasfemam contra o patrão, não conseguem e não sabem gerir uma empresa como o empresário faz. Ser pedra é fácil, mas ser vidraça é trágico. Levantar a plaquinha é mais cômodo e simples. Alguém já viu as plaquinhas de protesto cambalear aos sábados e domingos? Até os piquetes possuem o DSR (Descanso semanal remunerado). Os sinalizadores sambam sempre no horário de expediente, no pico do trabalho, mas possuem férias e DSR’s. É fato a ironia: As plaquinhas trabalham muito, por isso o descanso merecido. Agora, ninguém reconhece o esforço do empresário, em ter que beijar as botas dos políticos, lidar com uma massa influenciadora que cobiça preguiça, faz...