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Mostrando postagens com o rótulo extrema

Fuja do Debate COCO!

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Por: Júlio César Anjos A pior desgraça que está impregnada no Brasil é a questão do tempo que o povo está perdendo com discussões laterais, que beiram a teoria da conspiração, embates acalorados que não levam a lugar nenhum. Extremistas doentes que não trazem nada de relevante para o dia a dia do país só buscam criar espetacularização barata para atrair as pessoas para as suas rédeas e, assim, conseguirem naco político no tal dividir para conquistar. Neste cenário, as pessoas por obrigação devem ter um lado em qualquer discussão que seja, sob a pena de ser considerado um isentão - um pária que tem que ser destruído pelo sistema da polarização por não ter lado a seguir. Não ter uma opinião formada, sem ter que reagir imediatamente sob qualquer questão, é considerado uma doença para os extremistas de ocasião. É tudo na base do “não e sim”, e do “sim e não”. Mas o saudável de verdade é às vezes confessar que não tem opinião formada para não ser um reacionário bobalhão...

O Verdadeiro Mecanismo: Milícia x PCC

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Por: Júlio César Anjos O tráfico de drogas no mundo está longe de acabar. Porque este comércio é impulsionado pela demanda, não pela oferta, o usuário puxa o mercado [negro] de consumo deste produto em questão.   Se não há como acabar com o comércio de drogas, o que resta então é saber como a sociedade [você] e o Estado abordam esta conceituação. Há, com certeza, países que não possuem o menor pudor e fazem das drogas item até de exportação. Mas a ampla maioria dos países do globo, ao menos, possui o pudor de fingir que o comércio de tráfico de drogas nas suas limítrofes não existe. E um dos países que omitem esta realidade é o Brasil, óbvio. Quanto à sociedade [você], a menos que o individuo seja adepto a minoria extremista da direita ANCAP [Anarcocapitalista], a maioria da população é contra a liberação, por exemplo, de pedra de crack em gôndola de supermercado. Ou pacotinho de cocaína ao lado das balas no caixa do mercado. Até esteticamente isso é bizarro. Poré...

A Morsa do Inferno e o Centro Legítimo por Si Só

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Por: Júlio César Anjos Você, leitor, está presenciando, sem saber, um fenômeno inusitado na história política mundial. Há no Brasil, nesta eleição, dois movimentos de massa pressionando o PSDB de forma escancarada, em que tal pressão faz com que os tucanos estejam no meio de uma morsa mecânica do Inferno, sendo prensado tanto pelos comunistas [extrema-esquerda] quanto pelos fascistas [extrema-direita] de forma até mesmo desleal. Mas o PSDB só está vivo porque é partido do centro. E o centro é legitimo por si só. O PSDB está tomando o que é chamado de “ataque soviético”, que é quando leva saraivada de ataques de uma só vez e sem parar de todos os cantos. De um lado a extrema-esquerda, que possui poder de fogo com instituições pró-PT (TRF-3, TSE, STF), com mídia a favor (Folha, Gazeta do Povo), e com sites e blogs sujos (Paulo Henrique Amorim, 247, entre outros). E do lado da extrema-direita, Bolsonaro possui a máquina da internet que está “aliviando” para o mito, sendo que o ca...

Bolsonaro: Orçamento Base-Zero. É Piada?

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Por: Júlio César Anjos Em carta de intenções (Panfleto ideológico para quem acredita na existência URSAL) que o Bolsonarismo insiste em chamar de programa de governo, o líder da extrema-direita quer trazer a ideia do orçamento base-zero como ferramenta de Estado. É piada? Base-zero foi um programa orçamentário criado por Jimmy Carter, sendo abandonado pelo Ronald Reagan porque o modelo fracassou. De acordo com ¹Widalski: “Em nenhum lugar, o verdadeiro Orçamento base-zero (OBZ) foi praticado”. O Orçamento base-zero foi um programa que visava expelir o orçamento-programa PPBS (Planning, Programming, Budgetting System) desenvolvido pela ONU. Ou seja, já naquela época de guerra fria, o cunho da substituição de ferramenta orçamentária era de natureza ideológica e não racional. Só que, pelo fato histórico, o PPBS  [só lembrar que na época do Delfim, do "milagre econômico", o programa era próximo ao da ONU]  foi mais eficiente que o OBZ, em que este era um programa ...

Fases da Derrota da Extrema-Direita

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Por: Júlio César Anjos A autora do livro “sobre a morte e o morrer” Elisabeth k. Ross estabeleceu um critério com cinco níveis quando uma pessoa morre. São eles: 1) Negociação e isolamento; 2) Raiva; 3) Barganha; 4)Depressão e; 5) Aceitação. E na política, o movimento extremista da direita terá os mesmos níveis e critérios que passarão antes de “morrer na eleição”.   Mesmo tal tribo rotulando-se como pertencente a um líder considerado o único candidato honesto a disputar eleição, o “mito” da extrema-direita tem o cúmulo do absurdo: corre sozinho e chega em segundo. Teve um tempo grandioso de vácuo político para se aproveitar disso, para criar plataforma e conseguir tornar concreta a ideia embutida em discurso. Mas o “mito” empacou num teto de extremista, que não o faz crescer porque se desgastou. Neste sentido, com a reviravolta de uma eleição teoricamente ganha – na cabeça dos extremistas – para uma eleição que será de fato disputada no segundo turno, os extremistas d...

Urgente: Recado à Extrema-Esquerda

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Por: Júlio César Anjos A extrema-esquerda não entendeu ainda que essa "estética da revolução" com professor sendo utilizado como instrumentalização de militância não funciona mais. E, enquanto eles minam o PSDB, ao fazer estas incursões, não compreendem que a extrema-direita avança justamente como contraponto a estas agitações. Ou seja, ao atacarem pontualmente Doria e Alckmin, esses inúteis sabotam-se ao ponto de deslocar o espectro político da janela de Overton entre a extrema-direita e a centro-esquerda, fazendo a extrema-esquerda, a cada agitação, sumir ao longo do tempo. É por isso que vai dar Bolsonaro nesta eleição presidencial. Este desgaste, também, cria o jogo perde-perde. O PSDB perde; mas esta extrema-esquerda falida perde muito mais. E, por fim, a classe profissional dos professores também perde, pois, ao aceitarem ser massa de manobra da extrema-esquerda, os professores deixam de ser “vaca sagrada” da sociedade [neste ponto é bom, pois o...

Hitler: O Coxinha que virou Pobre de Direita

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Por: Júlio César Anjos Hitler nasceu numa cidade do interior da Áustria. A sua família, de classe média conservadora, tinha como patriarca o seu pai, um funcionário público do Estado. Sua educação é precedida no âmbito familiar, em que Adolf já pesquisava na biblioteca do seu tutor tudo sobre o que mais gostava: questão de ordem militar. Na escola, apreciava as disciplinas de História e Geografia, justamente itens que focam forças armadas e Estado mentor. Mas, embora um pequeno patriota sob a influência do seu genitor, Adolf gostava mesmo era de pintar – e queria ser pintor.  Porém, como a vida não se configura só de situações positivas, a desgraça aparece sem bater na porta nem pedir licença, invadiu a vida pessoal do Hitler sem vacilar. Hitler, um adolescente Coxinha, ficou órfão de pai e mãe. Sem o rentismo bancado pelos pais, necessitado pela dada situação, o jovem teve que se emancipar; e, desde cedo, começou a trabalhar. Já na vida adulta, com boa escolaridade e convic...

O Passado Glorioso que Nunca Existiu

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Por: Júlio César Anjos A extrema-direita gosta de narrar que o período da Ditadura Militar foi uma maravilha, em que o Brasil, naquela época, tinha dado certo e que, após abertura da redemocratização, tudo foi para os ares devido à inserção do marxismo e o Brasil, assim, deixou de ser um país glorioso, sendo saudosista de um passado que nunca existiu. A extrema-direita brasileira busca um reich para chamar de seu. Deste modo, o mesmo acontece quando a extrema-direita tenta resgatar o passado glorioso que não existiu nas monarquias, no Getulismo e até mesmo nos templários, para poluir o imaginário do povão, a fazer acreditar que o marxismo ruiu o preceito nacional salutar. Ou seja, no ideário, o que se faz transmitir é: que a nação já fora grandiosa, mas que, agora, está em ruína devido à profanação da cultura pela inserção do marxismo Cultural. A diferença entre o Nazismo anterior à segunda guerra para o neonazismo do século XXI não deriva de estratégia, mas soment...

O Ataque dos Extremistas Contra o Centrismo

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Por: Júlio César Anjos Na política há os posicionamentos que indicam o viés ideológico de cada partido, bandeira ou agremiação, sendo esta convenção mais ou menos enérgica dependendo da discussão. Diante tais premissas, existem, portanto, de forma simplista e simplória, para critério de definição ilustrativa, a extrema-direita, o centro, e a extrema-esquerda, que defendem seus pontos de vista e suas concepções. Estas cosmovisões mais divergem do que convergem, pois as convicções são até mesmo inexoráveis e isso faz com que os debates fiquem troncados e que não sejam satisfatórios a todos que estejam a argumentar em determinador assunto. Porém, o centrista é mais flexível que os demais, que são relutantes em vários pontos em questão. Neste caso, e se os extremistas, que são inflexíveis, juntam-se para atacar o centro, o que isso significa? Significa que vem problema por aí. É preciso atenção. Os Players estabelecidos na política hoje são: a extrema-direita: Olavo de Carvalho e ...