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Mostrando postagens com o rótulo capitalismo

Guerra Fria: O Mundo de 1964 e O Mundo de 2020

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Por: Júlio César Anjos Deu n’O Antagonista a seguinte manchete: “uma nova guerra fria em meio à pandemia”. A chamada destaca a observação da organização sem fins lucrativos Asia Society, cujo relatório mostra que os ânimos de China e dos EUA estão cada vez mais acalorados neste momento de crise de saúde mundial. Sabendo dessas articulações no tabuleiro global, o Brasil certamente tem que se posicionar. Deste modo, há de observar que se houver uma nova guerra fria de fato, o Brasil não deve se alinhar automaticamente a nenhuma das duas nações pelo motivo óbvio de que o mundo atual de 2020 não é o mesmo do passado, aquele do fatídico 1964. É preciso raciocinar sobre isso. Ciro Gomes – ele, sempre ele, o mentor da econometria embusteira! – afirma em seu bordão que o país cresceu maravilhosamente entre os intervalos de década de 1930 até 1980. Diante tal contundência do pedetista, é verdade essa afirmação? Mais ou menos. Primeiro que a elite nacional sempre fez keynisianismo infla...

Coronavírus e a Culpa: Carnaval e/ou Turismo

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 Por: Júlio César Anjos     Psicopatas genocidas da extrema-direita que fazem da bandeira Brasil mero pano de chão, ao defender o negacionismo da sua lógica desvairada de que o Coronavírus não é letal, embasam suas teorias, escabrosas e inconsequentes, pelo fato de que no carnaval não tinha problema de pandemia e agora tem – como se essa doença fosse um complô para atacar o “mito”.  Se for para colocar a culpa em algo/alguém, o fato é que a culpa nem é tanto do carnaval, mas do turismo – o governo federal. É por isso que é preciso esclarecer. Primeiro, os fatos. É verdade que já era sabido que o Coronavírus já existia e preocupava o mundo antes do carnaval? É verdade. Em 30 de janeiro de 2020, este blog aqui publicou um artigo “profético” chamado: “Coronavírus: o Capitalismo Exauriu”, que consistia em analisar a lógica do útil ao agradável, em que de um lado o PIB dos países ricos estava caindo e de outro a “tábua de salvação“ do surgimento do Coronav...

2ª Guerra Mundial: Stalin Planejou a Ascensão do Nazismo?

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Por: Júlio César Anjos Depois do episódio de estética nazista composta pelo vídeo criado por Roberto Alvim [já demitido pelo governo Bolsonaro], na qual a atitude gerou uma crítica quase que unanime no país inteiro - e que propiciou repercussão mundial -, a direita reacionária brasileira tenta agora conter danos ao supor que o Nazismo é de esquerda porque Hitler foi marionete de Stalin. Diante o caso exposto, isso é verdade? Há de analisar sobre.   O argumento do Olavo de Carvalho de que Stalin planejou a ascensão do nazismo só é validado caso todo mundo concorde que a URSS foi a maior potência bélica e estratégica na segunda guerra mundial. Nesta composição, é tragável entender que realmente Stalin usou o tabuleiro geopolítico para tentar destruir a Europa e, com isso, ter o domínio da Eurásia após derrubar Hitler. E a menos que Stalin fosse extremamente burro, o líder soviético não iria alimentar Hitler, caso considerasse o líder alemão forte, sendo que o nazista no fu...

Coronavírus: O Capitalismo Exauriu

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Por: Júlio César Anjos Para esconder a verdade, primeiro o Sistema veio com a conversinha da “guerra comercial”. Não deu certo. Depois, veio com a perturbação do tabuleiro no oriente médio para tentar criar desestabilização mundial. Também não deu certo. E agora, por fim, gerou-se pânico de colapso de contaminação para gerar alvoroço e estardalhaço mundial com o Coronavírus. Funcionou. Todo esse esforço vindo do Sistema se dá para que as pessoas não saibam o óbvio: o Capitalismo entrou em exaustão. O Estado Capitalista junto com os capitalistas em si, para sobreviverem e manterem-se no controle precisam do tripé do aceleracionismo: Produção; Acumulação; Consumo. Qualquer falha neste mecanismo gera problema econômico, o que faz com que o medidor chamado PIB entre em declínio. Este índice, por má-intepretação [errada], é considerado sinônimo de qualidade de vida e bem-estar dos povos ditos capitalistas. Se o PIB está elevado, o tripé está em funcionamento e tudo está bem. Caso c...

O Império de Sadim

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Por: Júlio César Anjos Engana-se quem acha que - só porque tudo o que Sadim toca gera desgraça, ao contrário de Midas, que tudo que toca floresce – Sadim seja fraco por causa deste poder. Sadim sabe controlar a sua força e agora tem um império para administrar. E quanto a Midas? Ele não existe mais. Porque o toque de Sadim é poderoso demais. Sadim, para não tocar em seu povo, e causar aniquilação, criou uma manopla artificial chamada: “ mão invisível do mercado ”, em que contém a tecnologia ilusória chamada sistema capitalista . O povo que vive no império de Sadim acha que a sua riqueza provém deste mecanismo, embora o fato seja que o seu bem-estar é sustentado por meio de sistema colonial. Sadim ameaça as colônias tocá-las, caso não se dê o que o império quer amealhar. O poder mágico de Sadim é fazer do mundo um sistema neo-feudal. Sadim, cujo aquele que se lê Midas de trás pra frente, já domina o mundo por um grande período de tempo por causa das suas habilidades de co...

Capitalismo de Farelo

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Por: Júlio César Anjos Há debates no território brasileiro para saber se o Brasil é capitalista, desenvolvimentista ou socialista. Há certa confusão, é claro. Porque para os liberaloides, a nação é socialista; para os Socialistas de Iphone a pátria é totalmente capitalista; e para os sensatos o Brasil sempre foi desenvolvimentista. Mas há distorções quanto à percepção do desenvolvimentismo porque sempre houve no Brasil uma espécie de capitalismo de farelo; assunto que será abordado neste momento. No Brasil há uma espécie de capitalismo de farelo [que vive de migalha]. Enquanto que no banquete do desenvolvimentista poucas megaempresas saciam dos grandes montantes de recursos públicos [na fusão Empresa x Estado], há uma pequena anarquia em microempresas ou indivíduos informais que vivem deste farelo, atividades que prestam trabalhos após o início da banda de estímulo econômico vindo do Estado. Para melhor compreensão, é preciso fazer exemplificação. Segue: O governo do PT q...

AVON: OBEY

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Por: Júlio César Anjos Uma das lógicas aprendidas no ensino médio, sendo reverberada no ensino superior, especificamente nas ciências sociais aplicadas, é a função Apelativa ou Conativa de Linguagem. Essa determinação é estudada desde o conhecido “Beba Coca-Cola!” até o Tio Sam com o dedo em riste apontando e querendo o patriota na guerra ("I Want You for U.S. Army”). Mas o que antes era só uma regra de convenção na língua portuguesa, hoje, e com o aumento de metodologias de publicidade e propaganda, eis que aparece a nova ferramenta de promoção de marketing: OBEY. E a AVON, multinacional capitalista, por incrível que pareça, utilizou-se desta artimanha de Fenomenologia. Porque a AVON manda e você obedece. Ponto final. Primeiro, que se estabeleça a origem do OBEY. Esse slogan teve como sucesso estrondoso mesmo na fabricante de camisa que gerou a marca registrada “OBEY Clothing”. Mas o que inspirou ao empresário a fazer tais camisetas foi o filme de 1989, chamado “Eles Viv...

MIB3 - A Alegoria Macarthista

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Por: Júlio César Anjos Caso o interlocutor não tenha assistido ao filme –MIB – Homens de Preto-3, e não queira saber sobre os “spoilers” remetidos ao texto, favor descartar a leitura do artigo. Mas se o leitor não se importar com as revelações ofertadas no conteúdo, pois está mais preocupado com o aspecto “inteligível” do contexto, é contumaz que aprecie a leitura de ocasião. Àqueles que compreendem a essência e também assistiram o entretenimento, a resenha será mais compreensível que nos dois casos citados anteriormente. Dada à informação, que se esclareçam as fundamentações da película de Alegoria Macarthista, MIB-3. Primeiro, deve-se saber quem foi McCarthy. McCarthy foi senador americano, no qual era responsável pelo Comitê de Atividades Antiamericanas, departamento que fazia controle de inteligência dentro do país, diante da eclosão da guerra fria. Em 1947, teve uma designação para o governo americano sondar Hollywood. McCarthy ficou conhecido pela “paranoia” de ver comun...