Postagens

Mostrando postagens com o rótulo era

A classe média pára-brisa

Imagem
Por: Júlio César Anjos A notoriedade em saber que a classe média é o motor de qualquer sociedade é chover no molhado, a “classe” dos medianos é quem determina o sucesso ou um fracasso do país. Como se fosse um termostato de quentura de oportunidades, quanto mais ardente uma nação, mais rica a será, pois o morninho ou a frieza de uma economia só determina insucesso e derrota no crescimento humano e material de tal comunidade. Há de pesar que no Brasil a banda seja um pouco diferente. Os burgueses apoiam um governante caso as benesses flertem com as necessidades dos remediados, até seguem em frente e defendem tal representante do povo atual que, de fato, governe para tal grupo social. Neste contexto, enquanto houver engodo, o cardume não sai do lugar, é cômodo estar ali só esperando as especiarias da gestão atual, com favo de mel suculento, agraciam com a pujança da continuidade do bem-estar, não se importando com o rumo da nação, e as condições desfavoráveis a surgir. O ...

As Coincidências dos Grandiosos

Imagem
Por: Júlio César Anjos Os imperadores, ao longo do período, possuem semelhanças, em muitas situações, os quais identificam os conquistadores que características pontuais mostram a convergência em determinadas atitudes, distinções em várias ações, e coincidências nas mais variadas épocas da história humana. Para conter prolixidade, o texto será objetivado em apenas 3 conquistadores: Alexandre – O Grande; Júlio César – O Rei de Roma; e Napoleão Bonaparte – O Revolucionário. A escolha dos 3 (três) imperadores se dá através de importância e da ordem cronológica, pois Alexandre reinou antes da vinda do "Messias", Júlio César comandou no começo da era Cristã e Napoleão conquistou a Europa na era contemporânea. Mas além do padrão assinalado, os três conquistadores possuem uma compatibilidade de DNA do sucesso, entrelaço que os configura no “hall” da história, avalizada pelas ações deflagradas em suas épocas. Os homens eram perseverantes, sagazes, pensavam no futuro, alme...

O Esquema

Imagem
Por: Júlio César Anjos Meu nome é Gastão, tenho 45 anos, trabalho em uma empresa burocrática que emite selos de certificação. Gosto da vida pacata, sem muitos sustos, levo a rotina como algo contínuo, sem parada brusca por motivos turvos como a doença e/ou a morte. A vida não é agora, não acredito que a curto prazo morrerei, por isso tenho medo do futuro, poupo-me hoje para obter rendimento a longo prazo, quando precisar.  Bem, como sou avarento, não sou muito de comprar. Só abasteço-me do essencial. Não vou às compras supérfluas, há um bom tempo, e queixo-me sobre coisas cotidianas como o aumento dos preços por causa da inflação. Pergunto-me a cada dia o porquê sobre a obsessão pelo consumo, do status mal modelado e das manipulações feitas pelos interessados em obter riqueza pelo serviço não prestado. Deve ser porque não vejo sentido nisso... Mas enfim nem todo mundo concorda com os nossos pensamentos e o que é certo para um pode não ser certo para outro indivíduo qualque...