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Aviso aos Petralhas Golpistas

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Por: Júlio César Anjos Desta vez não haverá textão, só um pequeno aviso aos petralhas golpistas, àquela ala mais iludida, que se acham malandrões. Eu ouvi por aí, em um hangout esquerdista (que não vou mencionar), que o PT tem como estratégia desgastar ao máximo a política, até a data da votação do impeachment, para a Dilma, antes do afastamento no senado, fazer a renúncia do cargo. Só há um probleminha nessa linha de raciocínio: Ela (Dilma) está afastada. Ou seja, a partir do momento que está afastada, não está em pleno gozo de ato presidencial, portanto, não há tinta na caneta, não poderá promulgar nada, pois a Dilma não é mais “presidenta”. A Dilma tinha até momentos antes da promulgação no diário oficial – do rito do impeachment na câmara dos deputados -, que decretava o afastamento, a possibilidade de renúncia, pois, até dado período, era considerada Presidente em exercício. Agora, Dilma só poderá renunciar se voltar ao posto de presidente (o que não vai acontecer...

Impeachment: Explicação sobre a Mudança de Opinião

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Por: Júlio César Anjos Eu era favorável ao impeachment até a segunda grande manifestação ocorrida neste ano de 2015 – a primeira, em 15 de março e a segunda, em 12 de Abril. Na primeira ocasião, tudo parecia convergir realmente na destituição da presidente. Mas, infelizmente, houve uma blindagem geral para tartamudear o avanço do pedido popular; em que no segundo protesto popular, um pouco mais esvaziado, tal ambiguidade provocou desconfiança geral.  Brasil, hoje, claudica triste, em meio a dúvidas no ar. Mas a pá de cal para eu ter mudado de ideia foi algo até menos expressivo, mas que gerou a resposta que estava esperando: desse jeito, o Impeachment não sairá. Uma das coisas que me incomodaram, profundamente, foi a questão do Movimento Brasil Livre (MBL) fazer peregrinação. Aquela estratégia jogou um banho de água fria aos entusiastas, não só no sentido de fracassar no propósito, mas, após não obter êxito, escolher a oposição a quem culpar. Isso gerou mal-estar e ruptura...

O Dia Depois de Amanhã

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Por: Júlio César Anjos Há rumores que, finalmente, a Dilma perderá a faixa presidencial. Se a medida política será por renúncia, impeachment, ou cassação de mandato é outra história. O fato é que a governabilidade da presidente está insustentável. O PT, por causa da traquinagem ocorrida durante esses 12 penosos anos, não possui confiança para manter-se no poder. Diante disso, é iminente que o PMDB, maior partido do congresso - e muleta da base governista, seja o bombeiro dessa fogueira provocada pelo caos governamental.  A Dilma cai, um cacique do PMDB assume. E, então, o que acontecerá no dia seguinte? Essa é a pergunta valiosa que se deve responder. Para o PMDB governar, o partido terá que articular. E fará isso através de ruptura ou coalisão ao partido dos trabalhadores. Se optar pela ruptura, ótimo. Mas se optar pela governabilidade arco-íris, enviará mensagem para o mundo e o sinal interpretado será que, mais uma vez, é o país do faz de conta. Se o PT poderá sair da p...

Renúncia, Impeachment, ou Tanque?

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Por: Júlio César Anjos  Dilma começa o segundo mandato presidencial tão fragilizada que a saída parece fugaz. Sem apoio nem mesmo da base aliada, pululando ao povo a astúcia de retirada por mobilização, a presidente agora sofre com a sombra de malfeitos e a corrupção a tiracolo. Como é notório que dificilmente Dilma terminará o mandato, resta saber qual será a escolha que a mandatária fará entre as alternativas possíveis, a saber: pedir renúncia, ser destituída, ou colocar tanque na rua (ir contra o povo). A democracia do Brasil não chegou à fase adulta ainda, diga-se assim, pois não possui nem três décadas em curso. Mas já tem na bagagem um impeachment, com o Collor sendo destituído por causa da usurpação da poupança e um Fiat Elba mal explicado.  Portanto, já tem base histórica para saber pelo menos o básico do comportamento da sociedade brasileira. Lembrando que assim como Collor proferiu a seguinte frase; “Minha gente, não me deixem só”, o Lula faz apologia simila...

Laço de amizade

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Por: Júlio César Anjos O pluralismo cria situações embaraçosas, caricatas, e engraçadas. A organização social é espontânea, cada pequeno grupo de pessoas, ao formar equipe qualquer, entrelaça os mesmos anseios, sob as mesmas perspectivas de agir, com apoio em tal ação, a dado momento. As pessoas são livres para escolhas, vastas opções ao dispor do cidadão. Gera-se leque de oportunidades ocasionadas pelo micro sistema organizado da associação. Estar em um grupo qualquer é ter os mesmos anseios, pensamento de vida igual, determinado pelos mesmos objetivos estabelecidos em vida. Individuo qualquer escolhe o lugar a morar, família a gerar, o lazer a satisfazer, idéia a defender, objetivos a conquistar. São escolhas que perfazem as associações, como igreja (ou não), associação de moradores, time de futebol a torcer, labutar em determinada empresa, fazer parte de algum clube – seja de lazer e/ou de estudos e etc. -, escolher também amizades que satisfazem entre o equilíbrio das de...