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Mostrando postagens com o rótulo reacionário

PLEC! Partido da Liberdade Econômica e Conservadorismo

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Por: Júlio César Anjos Se eu contar ninguém acredita.... Conservadores do Brasil todo decidiram criar um congresso. Cansados de fazer somente sinal de arminha, os milicianos políticos resolveram ultrapassar essa barreira de simbolismo feito com as mãos para adotar também uma estética partidária que reflete a real intenção dos correligionários, ao criar até mesmo um partido do zero. Decidiu-se abandonar o PSL para fundar um novo partido. Após até mesmo décadas de estudos elaborados pelo guru da Virgínia sobre a criação de uma extrema-direita reacionária forte, decidiu-se criar um partido que tivesse um grande apelo aos seus militantes. A legenda teria que possuir a junção perfeita entre o útil e o agradável, além de ser robusto também em se tratando de símbolo. Uma das sugestões partiu do Carluxo, ao querer criar uma sigla PNC, que seria o Partido Nacional Conservador. Mas aí alguém explicou que isso poderia ser interpretado também como um acrônimo para “Pau No C*”...

Eleição 2018: Iluminados; Ideias Coletivas; e Botas

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Por: Júlio César Anjos Falta um ano para a eleição presidencial de 2018 e a pergunta que fica é: O impeachment valeu a pena? Respondendo curto e grosso: Politicamente, infelizmente não [no campo econômico, sim. Mas isso aí é voo de galinha]. Porque, parafraseando a ex-presidente Dilma, “dobrou a meta” do populismo nacional.  Pois, se antes, em todo o moroso e cansativo processo da destituição, ao ouvir o pulsar das ruas, as cabeças pensantes deste país queriam não só o fim da corrupção, mas também a remoção da ameaça totalitária como objetivo-fim, então, saber que os líderes de pesquisas de intenção de voto, neste momento, constituem-se como dois “mitos” autoritários é algo assustador. Todavia, revelador ao mesmo tempo. O Brasileiro comporta-se do mesmo modo que países que já desdenharam a democracia: idolatrando iluminados, insuflando ideias coletivas e angariando botas (exercito). Perigoso. O impeachment da Dilma gerou um vácuo de poder político que tem tudo para ser pre...

AVON: OBEY

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Por: Júlio César Anjos Uma das lógicas aprendidas no ensino médio, sendo reverberada no ensino superior, especificamente nas ciências sociais aplicadas, é a função Apelativa ou Conativa de Linguagem. Essa determinação é estudada desde o conhecido “Beba Coca-Cola!” até o Tio Sam com o dedo em riste apontando e querendo o patriota na guerra ("I Want You for U.S. Army”). Mas o que antes era só uma regra de convenção na língua portuguesa, hoje, e com o aumento de metodologias de publicidade e propaganda, eis que aparece a nova ferramenta de promoção de marketing: OBEY. E a AVON, multinacional capitalista, por incrível que pareça, utilizou-se desta artimanha de Fenomenologia. Porque a AVON manda e você obedece. Ponto final. Primeiro, que se estabeleça a origem do OBEY. Esse slogan teve como sucesso estrondoso mesmo na fabricante de camisa que gerou a marca registrada “OBEY Clothing”. Mas o que inspirou ao empresário a fazer tais camisetas foi o filme de 1989, chamado “Eles Viv...