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Os Três Inimigos da Direita Nacionalista e a Guerra como Fim

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Por: Júlio César Anjos No meio social dos dias atuais, muitas pessoas que não são extremistas atribuem o radicalismo da esquerda como uma deformação espiritual ou distúrbio mental, pois as defesas exaltadas perante as revoluções violentas mostram que há, realmente, alguma coisa errada na percepção de uma pessoa normal. Neste contexto, a premissa traduz que a direita é boa por si só, já que se a esquerda tem vários defeitos, somente ser oposição a tais preceitos socialistas faz validar o antagônico como uma premissa melhor. O que muitos que entendem desta forma esquecem é que: “o nacionalismo é o último refúgio do canalha”, como dizia Samuel Johnson. Neste sentido, é preciso aprofundar como o nacionalismo faz sempre três inimigos a serem enfrentados e como tais atitudes tornam a guerra como o seu fim. Antes de tudo, que se saiba que tanto a esquerda quanto a direita possuem doutrinas nacionalistas em suas táticas políticas. A única diferença é que: a esquerda faz do nacionalism...

Fases da Derrota da Extrema-Direita

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Por: Júlio César Anjos A autora do livro “sobre a morte e o morrer” Elisabeth k. Ross estabeleceu um critério com cinco níveis quando uma pessoa morre. São eles: 1) Negociação e isolamento; 2) Raiva; 3) Barganha; 4)Depressão e; 5) Aceitação. E na política, o movimento extremista da direita terá os mesmos níveis e critérios que passarão antes de “morrer na eleição”.   Mesmo tal tribo rotulando-se como pertencente a um líder considerado o único candidato honesto a disputar eleição, o “mito” da extrema-direita tem o cúmulo do absurdo: corre sozinho e chega em segundo. Teve um tempo grandioso de vácuo político para se aproveitar disso, para criar plataforma e conseguir tornar concreta a ideia embutida em discurso. Mas o “mito” empacou num teto de extremista, que não o faz crescer porque se desgastou. Neste sentido, com a reviravolta de uma eleição teoricamente ganha – na cabeça dos extremistas – para uma eleição que será de fato disputada no segundo turno, os extremistas d...

Leprevost: É do Bem?

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Por: Júlio César Anjos Ney Leprevost faz mote de campanha intitulada: “Corrente do Bem”. Mas, Leprevost é realmente “do bem”? Para responder esta pergunta, basta saber se o candidato à prefeitura de Curitiba pelo PSD infringe os pecados capitais, que são: Ira (raiva), Gula, Avareza (Ganância), Inveja, Luxúria, Preguiça e Vaidade. Agora, resta fazer uma radiografia no candidato do PSD, diante os pecados capitais, a constatar se realmente Ney Leprevost é “do bem” como diz ser. Leprevost tem Raiva? Certamente. É só ver o ódio que tomou conta do político, na câmara dos deputados, após o Kielse denunciá-lo na casa como figura pública financiada pela máfia, para impedir a CPI do pedágio, ao ser uma marionete dos empresários do ramo de concessão de estradas. Leprevost é irado, sim. Leprevost tem Inveja? Claro que sim. Pois, como não pode com o seu concorrente político, o Rafael Greca, mimetiza o adversário o quanto pode. Leprevost queria ser bem sucedido no aspecto político com...

Felicidade

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Por: Júlio César Anjos Com certeza eu acredito em uma receita para a felicidade. A receita possui ingredientes que já são conhecidos por todos: família, amigos, paciência, lágrimas, sorrisos, paz, perdão, esperança, coração, amor e carinho. A mistura, o modo de preparo e o rendimento todos já sabem que resulta no que se espera, na felicidade.  Só que há um problema sério: Eu sou muito ruim na cozinha sentimental. Se há receita para a felicidade, então o mínimo que se espera é habilidade e um pouco de experiência para saber manipular os ingredientes para que nada dê errado. Eu não tenho essa habilidade, e, por ser inapto para tal atividade, deveria ser penalizado com a falta de felicidade?  O castigo seria o mesmo que a pessoa não poder comer um bolo porque não sabe confeccioná-lo. Trágico. Algumas pessoas dizem que dinheiro não traz felicidade. Então a situação ficou caótica para mim, pois eu não consigo manipular os ingredientes, não consigo aflorar a felicidade...

A raiva

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Por: Júlio César Anjos O músculo se contrai, os dentes ficam cerrados, os nervos aparecem à flor da pele, a coloração da pele muda, o coração bate mais acelerado, o cérebro não atende a razão, a boca profere e solta tudo de uma vez através das cordas vocais, que quase estouram o tímpano de outrem. Sintomas da raiva. Todo mundo já ficou com raiva, sentimento normal e que às vezes é extravasado por impulso, sem planejamento ou razão. Mas, na verdade, a raiva é algo que pode ser controlado e até mesmo refutado na vida daqueles que entendem que tal sentimento não resolve nada.   Em qualquer decisão que seja tomada no impulso, e com a emoção atrelada na questão, torna o resultado negativo. Como dizia Beijamin Fraklin: “Tudo o que começa com raiva, acaba em vergonha”. Nunca na minha vida vi alguém resolver um problema na base do rancor, do ódio da desagregação.   Os embates que acontecem durante a vida fazem com que a pessoa que tenha raiva cometa erros como proferi...