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COPApp: Contribuição Patronal em Aplicativos

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Por: Júlio César Anjos O cenário político brasileiro clama por um equilíbrio de forças. As esquerdas ainda não conseguiram voltar a ter apelo após o impeachment da Dilma Rousseff e a prisão de Lula. E das derrotas sofridas, a mais impactante se deu realmente no fim do chamado jocosamente “imposto sindical”, que na verdade se chama “contribuição sindical”, mecanismo financeiro que fazia a motorização pela pecúnia a ativação de uma militância aguerrida e organizada pelas esquerdas. Certamente não dá para voltar com o imposto sindical porque tudo na vida muda e tende a se modernizar. Por isso que há de se criar uma alternativa a essa contribuição. Deste modo, chega-se à solução COPApp: Contribuição Patronal em Aplicativos. Com a milícia avançando no Estado sem parar, diante a sua capacidade de matar quem quiser sem sofrer consequências, há a necessidade de fazer um equilíbrio de forças e trazer a esquerda a ter alguma proeminência no cenário político nacional. Nenhuma democracia...

Feudo da China

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Por: Júlio César Anjos O Brasil está em crise. O país enfrenta um grave colapso social e financeiro, com destruições que tendem contaminar até mesmo as futuras gerações. Diante do caos, há o desespero em curso, além de provimento de brecha para implantar a ideologia vermelha, pois a carência da população é enorme – não percebendo nem mesmo que o inimigo é justamente aquele que momentaneamente o “afaga”. Diante disso, o Brasil, hoje, virou Feudo Chinês. Só foi a China abanar notinhas de "doletas" para os políticos, e mostrar complacência a idiotas úteis, que a notícia fez a "todos" regozijarem pela ajuda extraordinária, ao abaixar a calcinha e se entregar à “virilidade da raça amarela”. Eunucos, os representantes do povo brasileiro caem na falsa condição de que o melhor para o Brasil é a Eurásia, fazendo parte do fluxo econômico Frankenstein chamado BRICS. Nesse bloco econômico, a única semelhança entre os entes associados é a falta de democracia, o desenvol...

Eleição 2014: Nordeste, Separatismo e Orçamento

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Por: Júlio César Anjos A eleição acabou e a Dilma venceu o pleito. A corrida presidencial deu muitas respostas, ofereceu caminhos, mostrou diferenças entre os políticos concorrentes, com a chancela final do eleitor referendando a candidata da reeleição. Mas o desdobramento do sufrágio mostrou um país de certa forma dividido, assim como desnuda a desunião dos interesses pontuais de cada região. O que, por exemplo, São Paulo quer não é necessariamente a mesma coisa que Maranhão deseja. Antagonismos de um Brasil plural. Diferenças que fazem as pessoas clamarem por separatismo, proferir que tal região não sabe votar, além de mostrar a dificuldade do vencedor em governar. Os próximos quatro anos serão desafiadores. O PT venceu a eleição, mas perdeu conceito. Só possui o voto de cabresto, do eleitor que precisa da atenção do Estado, pois é dependente pela necessidade. Quem já passou fome, ou morou em favela, sabe que uma bolsa família faz muito a diferença. Por isso que os dois cand...