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Resenha sobre o aumento da passagem de ônibus em Curitiba 2017

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Por: Júlio César Anjos O que se vê agora em Curitiba é a queda de braço político sobre o aumento da tarifa de ônibus na cidade. É o terceiro turno da eleição passada, pois os derrotados na urna não querem, em hipótese nenhuma, que o Greca faça boa gestão. Então, minam como podem a sua administração. O fato é que o Greca lutou quase que sozinho contra a lava-jato nível quintal atuante na capital. E o atual prefeito venceu o pleito sem demagogia, o que dói demais para os bandidos sediciosos pelo poder. A causa de tarifa de ônibus é só o começo de uma gestão que será atribulada desde a largada até a sua saída, independente se Greca ficará até 2020 ou 2024 (com reeleição) no poder. O ex-prefeito Fruet foi incompetente e demagogo em sua gestão [não só na questão de transporte, mas em tudo]; e o Leprevost, oposição da eleição do segundo turno, foi demagógico em campanha e, por lógica, faria uma gestão incompetente. Porque incompetência e demagogia andam lado a lado. E a ferramenta u...

Leprevost: O Tapume do Gordo Fuleiro

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Por: Júlio César Anjos Jaime Lerner, ao escrever o livro “Acupuntura Urbana”, um livreto - que pode ser considerado de bolso [que eu recomendo que o mundo inteiro leia] -, teve a constatação de que se você vendar os olhos de um indivíduo e levá-lo para o interior de qualquer shopping do país, e desvendá-lo, esta pessoa não saberia precisar onde a estaria de fato, não teria localização certa daquele município em questão, simplesmente porque todos os shoppings por dentro são iguais – arquitetura parecida. O que determina uma cidade são suas peculiaridades, diferenças que as tornam únicas, sutis, fazendo a identificação daquela região. Aí vem a eleição municipal, e um gordinho aventureiro, ao ofender o povo inteiro, tasca a dizer que a cidade é tapume. Alto lá, Leprevost, seu gordo fuleiro. Ao estudar história clássica, mais precisamente as civilizações antigas, como seriam possíveis estabelecer regras, e saber que as civilizações, tais como: egeia, egípcia, e romana existiram? P...

Caprina

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Por: Júlio César Anjos A cidade pacata tinha como logradouro a encosta de um morro qualquer. Escondida entre o volumoso monumento de terra, a região era esquecida pelos transeuntes das vias federais, pois ninguém sabia da existência de tal localidade. Sabe-se, de antemão, que os moradores da região são poucos, muitos vivem ali desde a concepção dos ancestrais, o que mostra que as pessoas se conhecem de tantos e tantos verões passados. Na cidadela há um símbolo peregrino, um obelisco transeunte, Caprina é a única cidadã que não tem um teto, só vive perambulando de dia, e a noite dorme no chão.  A menina é de longa caminhada e pouca prosa, charmosa como uma rosa, embora a beleza seja escondida pela escassez de higiene, limpeza pessoal e ingredientes da beleza artificial. A menina deve ter por volta de 16 anos, mais ou menos, sem pai nem mãe, a única tutora é a cidade que a afaga de forma excêntrica. Caprina é atrasada no pensamento, possui dificuldade em entender coisas b...

Ao meu amigo Barnabé

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Por: Júlio César Anjos Sabe como é, Barnabé, tudo parecia decepção, aconchego no palheiro, triste é o cativeiro, do  sequestro  de um prisioneiro só. Agora, Barnabé, a solução é somente prestigiar a imensidão da noite estrelada. Barnabé... Eu já contei para você que o feno dá muita coceira? Pois é, você já sabia, né? Ah, amigo barnabé! Que triste esse tempo em que ficamos conversando, pois só nos juntamos quando a coisa está ruim. Barnabé escute-me, o outro lado da porteira é tudo besteira, só futilidade e nada mais. Barnabé acredita em mim, o sucesso naquelas bandas é artificial, não é algo contínuo, tem um fim.  Como ousa pensar isso Barnabé? É tudo uma loucura aquele lugar, não tem como se estabelecer de maneira harmoniosa, o caos deflagra a região. Poxa, Barnabé, estou falando para você que são todos esquisitos, estranhos, bem diferentes dos daqui. Barnabé, você quer mesmo trocar o tratamento VIP que o ofereço para tentar a sorte em outro lugar? Não faça...

O PSDB agradece Curitiba

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Por: Júlio César Anjos O PSDB agradece a todos os curitibanos e despede-se da metrópole com satisfação de um ótimo trabalho realizado. A cidade administrada pelos tucanos está rica, progressista, com avanços em diversas áreas como: educação, transporte público e bem-estar social.  Agora os Sociais Democratas deixam a gestão para atuar na fiscalização da coisa pública.  Obrigado, Curitiba, por oferecer a oportunidade de tê-la governado! Os números deflagram que Curitiba possui hoje o 4º (quarto) maior PIB do Brasil. Se levar em consideração que Curitiba não possui riqueza do Pré-sal (Rio De Janeiro), é esquecido pelo governo Federal pelos impostos (Brasília), e não é um Centro Comercial (São Paulo), a riqueza de Curitiba é real, é do povo trabalhador que almeja um melhor porvir. E a riqueza se transforma em qualidade de vida, o curitibano lutador, apoiado pelos tucanos progressistas, transformou a cidade cosmopolita em exemplo para o Brasil. O PSDB governa para ...

O Reality Show

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Por: Júlio César Anjos Em uma escola do interior do estado, uma criança, em sala de aula, pergunta de forma irônica se era verdade que havia há 50 anos um reality show que mostrava apenas o rosto de uma mulher, estática, durante 1 hora. O professor pensa um instante... Aos pensamentos do professor a viagem chega até os tempos áureos da sua juventude, época em que a cidade interiorana era muito pequena na questão de demografia, já que na extensão territorial sempre fora pequena mesmo. Naquela época, a tecnologia não se mostrava tão farta e acessível como os dias atuais, a diversão sempre estava na rua, através de conversas com os amigos e entretenimentos, ao céu aberto, como partidas de futebol e lazer em geral. Assis Chateaubriand traz novidade para o interior do estado, é uma televisão preta e branca, com limitações técnicas e uma imagem sofrível em um primeiro momento, mas novidade para as pessoas que nunca tinham visto tamanho progresso tecnológico. Como iniciara o proc...

O Feitiço

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Por: Júlio César Anjos Em uma pequena cidade o interiorana a comunidade implanta a pena de morte para assassinos. O prefeito e as pessoas mais poderosas da cidade aguardam o início da execução, estreando o novo sistema de punição da pequena civilização. Em uma sala pequena, com um vidro separando outra sala - a que se faz a execução, os espectadores aguardam a cerimônia formal e prestigia a morte de um serial killer pego fazendo uma onda de terror na cidade, matando quem via pela frente. Os policiais confessaram que de uma hora para outra chegou à cidade um rapaz atormentado, que surtou e começou a matar quem visse pela frente. O executado acabara de completar 18 anos, a cadeira elétrica é o presente de aniversário dele. O jovem olha no fundo dos olhos do prefeito da cidade e, enquanto a descarga elétrica ceifa a vida do detento, os olhos fixos entre os dois ligam a uma coisa maior, algo que ninguém consegue explicar, um olhar profundo que esfria a todos os assistentes da exec...