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O Verdadeiro Mecanismo: Milícia x PCC

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Por: Júlio César Anjos O tráfico de drogas no mundo está longe de acabar. Porque este comércio é impulsionado pela demanda, não pela oferta, o usuário puxa o mercado [negro] de consumo deste produto em questão.   Se não há como acabar com o comércio de drogas, o que resta então é saber como a sociedade [você] e o Estado abordam esta conceituação. Há, com certeza, países que não possuem o menor pudor e fazem das drogas item até de exportação. Mas a ampla maioria dos países do globo, ao menos, possui o pudor de fingir que o comércio de tráfico de drogas nas suas limítrofes não existe. E um dos países que omitem esta realidade é o Brasil, óbvio. Quanto à sociedade [você], a menos que o individuo seja adepto a minoria extremista da direita ANCAP [Anarcocapitalista], a maioria da população é contra a liberação, por exemplo, de pedra de crack em gôndola de supermercado. Ou pacotinho de cocaína ao lado das balas no caixa do mercado. Até esteticamente isso é bizarro. Poré...

Notas Sobre Aquele Outro Combustível Precioso

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Por: Júlio César Anjos Enquanto que: por um lado o mundo anda muito distraído com a disputa ‘democrática’ no qual os EUA embatem contra a Venezuela - que na verdade é uma fachada para o real interesse americano, que é busca pelo combustível mais barato vindo da área venezuelana -; por outro, há uma modulação gigante na transação sobre aquele outro combustível precioso, mais importante que o derivado do fóssil, que está a fazer duas potências unirem-se em acordo de negociação ao pararem até uma guerra comercial: a comida – a que faz funcionar o corpo humano. Neste sentido, China faz recentemente acordo com os EUA sobre transação de soja, o Brasil – celeiro do mundo - toma balão no setor de agronegócio, o fazendeiro americano congratula-se em: “make america great again”, e o dragão chinês fica contente em ter feito um acordo que cessa temporariamente até mesmo uma guerra comercial. O problema é que essa é uma visão bem bobinha a respeito dos reais interesses que estão por trás d...

Lei dos Migrantes – Cenário Específico

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Por: Júlio César Anjos A extrema-direita utiliza da mesma munição da extrema-esquerda: usar da emoção para fazer valer o seu radicalismo. A lei dos migrantes, em fim de discussão no congresso nacional, está a ser sancionado pelo presidente Michel Temer. Neste caso, não tem mais o que discutir ou o que contestar. E se houver recuo, e a lei não passar, haverá outros desdobramentos. Todavia, por causa desta situação, este texto esclarecerá os seguintes termos: A questão objetiva da lei como fator de ativo político; a doença psíquica arraigada e muito em voga hoje nos extremistas; e, além disso, outros meandros mais, como, por exemplo, o que isso afetará a eleição de 2018 e a governabilidade pós-pleito presidencial. Essa lei é muito mais ampla que a simplória briga de querer ou não querer de mídia social. A primeira questão que fica evidente nesta lei é o caso da maior abertura de relação internacional de comércio exterior, pois o Brasil vira um país amigável para o mundo. Ent...

O Oligopólio Brasileiro de Carne – Implicações Gerais

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Por: Júlio César Anjos A decisão de comer e/ou abater carne não é um critério necessariamente de caráter individualista, mas de aspecto coletivo, pois tal rotina vem abarcada desde o costume de um povoado até aquilo que se faz legal. Saciar de carne passa pelo crivo de lei doutrinária, lei jurídica, estratégia comercial, lógica comportamental e até aspectos de agravo de saúde populacional. Portanto, como aprendizado, é salutar saber que com comida não se brinca. Quanto mais a carne em específico, que é um alimento de teor até mesmo religioso e sentimental. Por isso que o oligopólio brasileiro de proteína animal foi além do imaginável ao manipular a carne no aspecto desde introduzir papelão até inserir substância cancerígena no produto para burlar o mercado; tal atitude, infelizmente, terá como resultado uma pena severa e sem igual. A ceia que consta no título do livro Assim falava Zaratustra, uma sátira zombeteira da Santa Ceia de Jesus Cristo, tinha vinho no lugar de água e c...

Maconha: Melhor que Cigarro

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Por: Júlio César Anjos O debate sobre a legalização ou não das drogas está em ebulição. Mesmo todo mundo sabendo que não é causa primordial tal discussão, pois o povo precisa resolver outras ocasiões mais complexas e problemáticas que a primazia do uso livre da droga ou não, o embate está em voga neste momento. E nesse meio termo, surge a execução da maconha ser a bola da vez, ser a substância queridinha do libertário de ocasião. Os defensores da causa, para defender a “erva natural”, comparam produtos de similaridade e a praxeologia em curso. A Cannabis não será igual o cigarro, será melhor, pois maconha, para o principal envolvido no processo, é melhor que tabaco. Primeiro que se compare maconha ao cigarro, como produto similar.  Os dois produtos ferem o princípio do dano, em que a fumaça incomoda terceiros. Os dois provocam, no longo prazo, problemas à saúde, sendo que intoxicam os pulmões e afetam outros fatores ao uso prolongado no individuo viciado. Os dois causam cu...

O Comercio Exterior Brasileiro

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Por: Júlio Cear Anjos O Brasil é um país interessante para análise, consegue ser dicotômico, confuso e com antíteses que desdobrariam em verdades inconvenientes, sob o aspecto das pessoas que entendem o processo político de uma nação. Os fatos são mais velhos que travesseiro de solteiro, os indícios evidenciam para os mantras já conhecidos como corrupção, ideal desvirtuado, pouca qualificação profissional por causa da falta de educação e etc. Contudo, mesmo com todos os problemas ainda há alguns espasmos vívidos na economia, impulsos que somente o sobrenatural poderia explicar, já que todos os cenários possíveis indicam uma crise extrema, seja social ou financeira, no âmago das famílias brasileiras. Se o indicador da economia domestica mostra que não flerta com o ótimo resultado do PIB, então a resposta está no comércio exterior brasileiro. Bom, todo mundo sabe que as commodities são os salvadores da nação. É o produto sem valor agregado, sem a necessidade de exigência de ...

Segunda Smith - A Divisão do Trabalho

Por: Júlio César Anjos                       Adam Smith foi um dos pioneiros a divulgar os benefícios da divisão de trabalho, técnica que consiste em subdividir em postos uma fração de trabalho mecânico. A divisão de trabalho substituiu e aprimorou o sistema artesão, aumentando a produção, a produtividade, e reduzindo os custos, através de fabricações em escala. No livro A Riqueza das nações, Smith aponta os fatores que existem dentro de uma divisão de trabalho, são eles: Destreza – rapidez em executar as tarefas; redução de tempo; máquinas adequadas e o aperfeiçoamento delas. Smith exemplifica ainda, em tal capítulo, que os maiores aperfeiçoamentos das bombas de incêndio foram desenvolvidos porque o funcionário queria trabalhar mais relaxado e vadiar com os amigos, pois utilizou de tecnologia para fazer a máquina funcionar. Smith (1976) Nas primeiras bombas de incêndio um rapaz estava constantemente entr...