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Contradições

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Por: Júlio César Anjos Um cidadão bem intencionado pode calmamente tentar explicar com todo tipo de documentação possível, diante de vários métodos racionais sobre dada questão, num processo de tentativa de convencimento pela razão sobre os fatos expostos em debate, que, mesmo assim, um alienado mesmo sendo humilhado na discussão, e sem ter argumentação plausível para defender uma pessoa ou ideal, este ser ainda assim continuará apoiando as suas premissas e causas somente pelo puro sentimento de populismo da sua doutrina e/ou do seu político de estimação. É nesse momento que o líder extremista ganha força, pois, um populista só se mantém no poder justamente por causa das contradições. Para ficar mais fácil o entendimento, há de listar três casos de contradições que certamente o leitor já passou e nem notou que caiu na armadilha da contraposição lógica: 1) contradição por ordem ideológica, 2) contradição pela crença, 3) e contradição em apoiar político de estimação. Contrad...

Extremista Político: Doutrina; Ímpeto; Contradição

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Por: Júlio César Anjos ***Desculpe pelo texto anterior. Menos é mais. Todo extremista político possui três pilares de sustentação: Doutrina; Ímpeto; Contradição. A Doutrina é um conjunto de pensamento estilo “manual de instruções” que basta fazer o que está escrito para conseguir conquistas sociais. E aqui surgem dois exemplos equidistantes: O Marxismo para a esquerda; e o nacionalismo-cristão para a direita. Se o político perde a doutrina, ou seja, esse conjunto sistêmico de pensamento, ao não conseguir mais fazer com que as pessoas adiram a essa linha em questão, esse manual doutrinário começa a ser problema ao invés de solução. E se a doutrina não é aceita, o político começa a sofrer rejeição. Já o ímpeto é a atuação teatral do político. Neste caso, surge a estética do líder que fala de forma mais ríspida contra os adversários, os discursos são mais inflamados, o dedo sempre em riste contra inimigos [até mesmo imaginários], e a violação psíquica por causa do po...

Teatro do Absurdo: O Sistema Prega Peça Chamada Democracia

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Por: Júlio César Anjos A falsa democracia, que é de propriedade na verdade do Sistema que controla tudo, cria o teatro do absurdo: com roteiro, ator, e dramatização.   E é por isso que todo líder extremista possui três pilares de sustentação: A Doutrina, O Ímpeto, A Contradição. Sem essa tríade, tais líderes viram políticos normais. E virando políticos normais, são descartáveis por não servirem mais. Viram pó do Sistema que controla tudo; até mesmo o teatro do absurdo. A falsa democracia brasileira - que tem como seu proprietário o Sistema que é integrado por poucas pessoas em postos estratégicos elevados nas ditas instituições - determina que a peça política seja parecida a um teatro do absurdo. Um teatro possui o roteiro, as atuações e dramatização com suas reviravoltas e tensões que parecem, pela surpresa, até mesmo não estarem no roteiro original. Neste sentido, se a democracia brasileira é um teatro do absurdo, então, torna-se óbvio que o roteiro seja a doutrina, a at...