Postagens

Mostrando postagens com o rótulo geração

Modo de Vida e Regina Duarte: Tradição, Cultura, Costume, Arte

Imagem
Por: Júlio César Anjos Regina Du arte , ao apresentar-se como ministra do Bolsonaro, disse a seguinte frase: ”Cultura é aquele pum produzido com talco espirrando do traseiro do palhaço...”. Não, Regina Du arte , Cultura não é o pum do palhaço. Isso é ARTE! Como o sufixo do seu sobrenome. Porque arte é toda e qualquer criação feita pelo homem. E Cultura é um pilar do modo de vida de uma sociedade, uma base fundamental de qualquer povo em geral. Da sociedade mais primitiva até a mais avançada, todos os povoados, sejam eles pequenas vilas ou grandes metrópoles, possuem o tripé essencial de: Tradição, Cultura e Costume. Tudo aquilo que é passado de geração para geração [ TRA DIÇÃO], cria um conjunto de crenças e valores em uma sociedade [ CU LTURA], inoculando um hábito nesta comunidade [ CO STUME]. E a junção destes três pilares forma o modo de vida de qualquer região. Deste modo, se o modo de vida desta comunidade é difícil de ser modificada, esta localidade é considerad...

Nascidos no Século XXI - Questões Relevantes – Chips Implantados

Imagem
Por: Júlio César Anjos A próxima eleição municipal de 2020 será o primeiro pleito em que a geração do terceiro milênio, os nascidos no século XXI irão votar porque o escrutínio no Brasil se dá por obrigatoriedade. Esses jovens chegam a fazer até perguntas inocentes: “não dá pra baixar um aplicativo e votar pelo celular?”. A nova geração não sabe nem de resquício de lembrança o que é hiperinflação, nem o que significa ser analógico porque já estão constituídos no digital.   São intuitivos porque o sugestionamento tecnológico incutiu a relação de que se passar o dedo em uma parte na tela do smartphone, isso fará com que se abram leques de aplicações. Surfam no aceleracionismo da “Lei de Moore” porque acham que as mudanças constantes são o novo normal. E justamente por serem adeptos a mudanças constantes que são mais inclinados a aceitar a implantação de um novo órgão vital. E é aqui que a questão deve ser debatida; a questão da adesão e adoção aos chips implantados no corpo. ...

Lei dos Migrantes - Números Arábicos

Imagem
Por: Júlio César Anjos Com a discussão da lei da migração em voga, a extrema-direita está a afirmar que a lei de migração significa privilégio para migrar somente árabes; árabes muçulmanos; árabes muçulmanos terroristas; árabes muçulmanos terroristas da sharia. Oh, meu Deus! A lei da migração = árabes muçulmanos terroristas da sharia [Corram para as colinas]. Isso, lógico, não passa de gritaria sem sentido. Seu xenófobo extremista. Eu não sei se esse povo da extrema-direita é doente mesmo ou são só malandros que querem ganhar algum naco político ao polemizar isso, mas o fato é que eu não estou inventando nada, a narrativa surreal contra a lei da migração é justamente essa. Segundo os extremistas, nenhuma etnia virá para o Brasil, pois eles afirmam categoricamente que somente os árabes muçulmanos terroristas da sharia é que virão pra cá. Somente eles e ponto final. Ai, ai, ai, se contestar. Mas o interessante é que o maior receio do brasileiro em geral está na mudança cultu...

Surrealismo na Literatura Ocidental

Imagem
Por: Júlio César Anjos O surrealismo é uma corrente criada por André Breton, em 1920, após o findo da primeira guerra mundial, que consistia em quebrar o paradigma do realismo e também do racionalismo, pois o conflito armamentista deixou muitos traumas e cicatrizes na sociedade ocidental daquele período. Como a realidade e a razão eram inglórias naquele tempo, buscava-se refúgio pelo abstrato, o oculto, o inanimado, a fim de conceber uma fuga da verdade sufocante do período entreguerras.  Essa é a justificativa concebida pelo meio “teórico”, sobre o surrealismo. O problema é que há coincidências; e essas comparações levam a crer que o movimento originado por Breton tenha caráter de entrismo ideológico, ao invés de impulsão criadora dos indivíduos envolvidos no processo, que resolveram criar um novo movimento. Os indícios levam a crer que o surrealismo foi uma corrente inoculada. Se cientificamente as pessoas acreditavam que havia abiogênese na ciência até o século XIX, é n...

Sincronicidade Junguiana nas Elétricas

Imagem
Por: Júlio César Anjos A verdade é o seguinte: Ou os 27 Estados da Federação erraram com um sincronismo junguiano, ou o Governo Federal fez lambança no setor energético. Sincronia de Jung é o estudo que se dá através de coincidência, de significado e tempo, através de um inconsciente coletivo preexistente. Exemplo básico é verificar que, em algumas situações extraordinárias, todo mundo tem a mesma ideia em dado momento. Essa explosão de coincidência é sincronicidade.  É esse fenômeno que o PT quer convencer o povo, a respeito do setor elétrico: que todos os Governadores dos Estados erraram com coincidência impressionante. Mas, se um terceiro interfere para acontecer tal situação, aí não é sincronicidade, é evento, pois a sincronicidade depende de acausalidade. Todos os Estados da Federação, abduzidos e condicionados a errar em um mesmo ponto, gerando caos em um mesmo dado espaço/tempo, redimindo o Governo Federal de culpa, pois tal fenômeno aconteceu com similaridade i...

Pseudo nem-nem

Imagem
Por: Júlio César Anjos O que se discute hoje em dia é a percepção do crescimento da dita “geração nem-nem”. Geração nem-nem, para quem não sabe, é o conceito que se dá para jovem da atualidade que nem estuda e nem trabalha. E “pseudo” significa algo que finge ser o que não é. Porém, a tautologia se dá mais por uma fatia da sociedade que se enquadra nos termos (o nem-nem), com os jovens sendo maioria, enquanto que há no Brasil uma totalidade problemática de pseudo nem-nem, que não estudam e não trabalham de forma ampliada. Um engravatado vai à TV e diz: “Falta mão de obra qualificada no Brasil”. E o assistente responde de prontidão: “Mas o Brasil está cheio de Universitário desempregado”.  O problema, que ninguém enxerga, é que a expressão “falta mão de obra qualificada” é um eufemismo para críticas severas, que, se proferidas, fariam o especialista, que foi na mídia, virar alvo das pessoas que não suportam escutar a verdade: que brasileiro é improdutivo, não gosta de estud...

Prepara a Eutanásia!

Imagem
Por: Júlio César Anjos O conservadorismo e a liberdade econômica, no Brasil, caíram de joelhos para essa nova tendência “cool” da individualização da essência e do coletivismo material, em que há um totalitarismo nas questões emocionais, enquanto há partilhas nos aspectos de bens tangíveis e comerciais. E, nesse aspecto, escancara-se um problema, a resolver, pois o oba-oba de hoje poderá custar muito caro no futuro, resoluções que as próximas gerações terão que resolver. O tradicionalismo familiar, com famílias volumosas em entes queridos, além do aspecto de apego pelo emocional coletivo, fazia a família clássica ser uma válvula de segurança para o porvir. As pessoas se apegavam coletivamente ao bem maior, que era os sentimentos que eclodiam ao apelo de linhagem, pelo sentido selvagem de instinto de defesa criado pela igualdade de sangue. As famílias foram, aos poucos, Durante os anos, destruídas por homens que desrespeitam a Do-Lar e as mulheres que exigem marchar como vadi...

A escolha do austero

Imagem
Por: Júlio César Anjos Na eleição, as pessoas vão às urnas para eleger o administrador geral, o gerente do eleitor, pessoa capacitada para atender às demandas que a sociedade como um todo necessita. Apraz, o cidadão direito escolhe o que melhor convir, pois o imã dos pensamentos iguais faz os pares serem aceitos pelos eleitores. Mas há diferenças, que devem ser respeitadas, já que a democracia é regra de maioria e não de tirania absolutista totalitária. E das eleições aparecem os candidatos populistas, falsos bonzinhos que ressoam só o que a maioria quer escutar, como se medida popular fosse uma dose de melhora para toda a sociedade. O “popular” roga só o que o povo gosta, mesmo que tal medida pareça insana aos padrões ou regras gerais. Prometer o que não pode cumprir, é a melhor estratégia momentânea, fala aos pares a mesma coletânea, um disco riscado que só reproduz a repetição.   Assim, a retórica emplaca: “A culpa é dos outros e não de cada um”. Como se, por...

Arranjos Sociais

Imagem
Por: Júlio C ésar Anjos Escrevo o que penso Penso bastante Escrevo pouco Estou devendo Nos anos 70 a geração da época revoltou-se com o sistema político e, com apoio de criação artística, como a música, por exemplo, com o objetivo de clarear as idéias do povo, abriu novos conceitos para os jovens, a fim de tornar “melhor” o país, aos olhos dos revoltados do momento. As canções não eram livres, era cerceada de liberdade, a censura dominava o avanço popular, muito embora a mesma censura, que defenestrava a quantidade, qualificava as canções pelas criatividades, pois o importante era ser diferente e burlar o sistema censor. Nos anos da era de ditadura de regime militar havia a imposição da lisura, mecanismo utilizado para preservar a moral e os bons costumes não só da época, mas de todo o sempre, já que viver em harmonia é bem-vindo em qualquer geração. O problema de tal sistema era o impedimento das escolhas, da supressão da pluralidade das vontades humanas, e da asf...