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Intersecção Biohazard dos Regimes Totalitários do Século XX

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Por: Júlio César Anjos Sempre que o assunto é totalitarismo muita gente tenta montar os regimes tirânicos do século XX em um mesmo molde para tentar mantê-los no mesmo patamar. Ainda mais em época de discussões sobre tais regimes, com revisionismos criados artificialmente para gerar dúvida no debate político-eleitoral, esta prática tende a ser até mesmo ”normal” nesta era tecnológica em ascensão. Mas o fato é que o Comunismo é semelhante e diferente do Fascismo, que é semelhante e   diferente do Nazismo. E é sobre tais diferenças e semelhanças que o texto explicará tal fenômeno deforma sucinta. Se fosse para explicar em símbolo tal concepção, seria muito próximo a uma mescla de   intersecção [conjunto união da matemática] com o símbolo de perigo Bihazard [figura abaixo]. Apesar dos regimes totalitários do século XX serem diferentes uns dos outros, o fato é que neste conjunto de regimes há certas intersecções. O Fascismo em alguns pontos se assemelha com nazismo e c...

Socialismo X Cristianismo

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Por: Júlio César Anjos Socialismo – principalmente a linha revolucionária comunista – e o Cristianismo são como água e óleo, não se misturam. Quem garante isso não é palpiteiro de universidade do piolho (está na cabeça só para parasitar), mas o rumo histórico e as consequências praxeológicos que tornaram antagônicas as forças políticas (socialismo) perante as religiosas (catolicismo), em que o cristão não é comunista e o comunista é ateísta. Até porque as duas vertentes de poder lutam pelo mesmo filão popular, que é o nicho do homem humilde, pobre, que não tem ninguém para cuidar. Por causa desse mesmo “posicionamento mercadológico” é que se unem para criar a clientela; ao passo que se digladiam por buscarem o poder peculiar. Tudo começa no cisma cristão, em que se tem a reforma protestante e a contrarreforma. A Igreja católica começa a lidar com os menos afortunados; ao passo que o calvinismo (por exemplo) lida com a burguesia em ascensão. Tal cisão foi fruto da estratégia be...

O Leviatã – Relatos sobre o livro

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Por: Júlio César Anjos     O livro começa destacando o sentido das palavras, sobre boa estrutura filosófica, e abrange até chegar aos sensoriais do corpo (cheiro, paladar, etc.). Todavia, cai na mediocridade ao usar metacrítica, pois pega as escrituras bíblicas para explicar e contrapor teses religiosas e políticas. As primeiras folhas do escrito determinam a uma obra prima nunca antes redigida, embora com viés político e anti-religioso, o conhecimento floresce na criação de autoria de Hobbes: o leviatã. Os primeiros avanços, com teses que se amparam somente ao conhecimento do autor, tratam somente da sabedoria, da filosofia, e da plenitude em uma escritura refinada e límpida, sem rodeios ao leitor. Talvez, ao confrontar os textos bíblicos, Hobbes tenha feito algo muito ousado na época, o que não parece ser algo tão surpreende hoje, o que pode ser mais um preconceito do leitor atual do que uma superficialidade em se prender da critica das passagens do livro sagrado...