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Capital Vadio, Ponzi Legalizado!

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Por: Júlio César Anjos O Brasil bate recorde em pontos na Bovespa. Uau! Ah, dinheiro! Meio circulante de troca que todo mundo corre atrás para obtê-lo. No mundo capitalista, a grana é status, poder, e até mesmo o mentor que se distingue entre um ser humano normal e um reles repugnante marginalizado. Quem não tem dinheiro nem é gente. Por isso que quem possui capital monetário é um ser do bem com dons elevados. Mas para conquistar a bufunfa é difícil por “vias normais”. Somente pelo mérito do trabalho duro é pesado. Desta forma, onde então o vil metal parece ser fácil conquistá-lo? É óbvio que é no Capital Vadio, no Ponzi Legalizado! Capital Vadio, termo cunhado pelo comedor de mamona [não façam isso crianças] do Requião. É uma expressão que o ex-político paranaense deu para a bolsa de valores. Já este que vos escreve entende que o mercado de balcão funciona como um esquema de pirâmide em que os primeiros que entram ganham vantagem dos que chegam depois. Como é um esquema d...

Eleição 2014: Nordeste, Separatismo e Orçamento

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Por: Júlio César Anjos A eleição acabou e a Dilma venceu o pleito. A corrida presidencial deu muitas respostas, ofereceu caminhos, mostrou diferenças entre os políticos concorrentes, com a chancela final do eleitor referendando a candidata da reeleição. Mas o desdobramento do sufrágio mostrou um país de certa forma dividido, assim como desnuda a desunião dos interesses pontuais de cada região. O que, por exemplo, São Paulo quer não é necessariamente a mesma coisa que Maranhão deseja. Antagonismos de um Brasil plural. Diferenças que fazem as pessoas clamarem por separatismo, proferir que tal região não sabe votar, além de mostrar a dificuldade do vencedor em governar. Os próximos quatro anos serão desafiadores. O PT venceu a eleição, mas perdeu conceito. Só possui o voto de cabresto, do eleitor que precisa da atenção do Estado, pois é dependente pela necessidade. Quem já passou fome, ou morou em favela, sabe que uma bolsa família faz muito a diferença. Por isso que os dois cand...

Fotografia Eleitoral do Brasil

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Por: Júlio César Anjos A eleição presidencial do primeiro turno de 2014 acabou. E os resultados todos já sabem através de computações dos votos. Tais números mostram fotografias, imagem de como o Brasil está encarando o sufrágio, a eleição. Diante disso, muitas perguntas podem ser respondidas através de análise de tal amostragem, sendo que a imagem determina o que é o Brasil de fato. Portanto, segue a imagem da eleição: O que dizer dessa imagem? Bom, primeiro que há uma forte tendência do atual governo manter-se no poder através da bolsa família. Repita-se: A imagem mostra isso. Portanto, esse benefício distorce a democracia, pois, como se sabe, o poder ao povo só tem validade se as pessoas mudarem de opinião. Caso não mude de opinião, seja por interferência qualquer, é notório saber que a eleição fica estéril porque o mesmo grupo de governo perpetua-se no poder, ou seja, vence sempre e sempre. Fugindo da anomalia, tal figura dá outras respostas, a saber, sobre ...

A Cereja

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Por: Júlio César Anjos     Certa vez, o dono de uma confeitaria, com problemas de mercado, resolveu inovar, dispondo da ferramenta marketing, a fim de impulsionar as vendas. Começa a implantar um sistema qualquer já estudado previamente,  utilizando mecanismos para chamar a atenção sobre o varejo, ao atribuir diferenciais perante os concorrentes imediatos. Mas Felipe não imaginava a tamanha repercussão que causaria por causa do novo método que constituíra, deixando todo o mundo perplexo. Felipe acorda cedo, abre a loja, e mostra à primeira freguesa o novo bolo que acabara de ser feito. O doce custa R$ 16,00 (Dezesseis reais), R$ 15,00 (Quinze reais) a Cereja e R$ 1,00 (Um Real) o bolo. A cliente fica curiosa por verificar tal situação e pergunta ao confeiteiro se realmente seriam esses os valores, e o dono do estabelecimento diz que é exatamente o que está aparecendo, a cereja custa muito mais do que o bolo. A cliente pergunta se pode ser feita a venda soment...

Outras causas sobre o aborto de anencéfalos

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Por: Júlio César Anjos     A proposta desse texto não é utilizar da religião para defender a vida, tão pouco utilizar-se de subterfúgios constitucionais, que dão garantias a vida pelas cláusulas pétreas. O objetivo dessas poucas linhas é defender a vida pela razão, a ciência pela ciência. Os racionais cheios de verdade omitiram a questão financeira e de evolução da própria ciência na questão, ou de fato não sabem para que fim resulte tal decisão abortiva. É notório saber que a ciência tenta buscar a solução dos problemas, aprimora técnicas e tenta melhorar o bem estar social. Cortar pela raiz o incômodo da anencefalia finda também investimentos na área de ciência e tecnologia, como forma de buscar a solução para tal medida. Até porque se a solução é abortar a missão, porque gastar vela boa com defunto ruim? A ciência agora não só chora pela falta de incentivo monetário, como também sofrerá com negativas de incentivos sociais, já que a própria sociedade, que acato...

O equilíbrio da eleição presidencial de 2010

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Por: Júlio César Anjos A eleição presidencial de 2010 foi vencida pela candidata da situação, no segundo turno, em ampla vantagem, com quase 15 milhões de votos a mais que a quantidade de votos computada pelo concorrente da oposição. Vitória esmagadora? Não é bem por aí... Se a vitória fosse esmagadora, a eleição teria sido decidida no primeiro turno. A eleição do segundo turno serviu para mostrar alguns detalhes, pequenas situações que refletem a composição de uma eleição. O que se sabe é que há eleitores fieis: àqueles que votam no primeiro e no segundo turno ao mesmo candidato (caso dos eleitores da Bolsa Família); e àqueles que mudam a opção de voto, os flexíveis, como é o caso dos eleitores da Marina. Sabe-se que hoje a eleição presidencial não é tão pura e simples como se pensa, há variáveis que impedem que um dado grupo consiga votos, como é o caso da oposição na fatia dos eleitores bolsa família (Figura). Figura:  Se há flexibilidade entre o primeiro ...