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Lealdade Hereditária

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Por: Júlio César Anjos O mandamento da bíblia diz: “Honrar pai e mãe”. Esta regra tem um “looping” perfeito, pois, se os filhos aprenderem a honrar pai e mãe, no futuro, tais entes serão pais que ensinarão os filhos a fazerem o mesmo, pela tradição, gerando círculo virtuoso humanitário, não havendo razão para criar leis e mais leis inúteis para gerar a concepção de que os pais devem respeitar os filhos e vice versa. Todavia, há outros tipos de lealdade hereditária que, não necessariamente seja de tutela familiar. Estes casos, porém, não condizem com o laço de família, mas que representa respeito geral. Lealdade hereditária vale, por exemplo, tanto para o cidadão comum até para o rei.  Hobbes, no livro leviatã, disse que os reis faziam guerras para gerar insegurança geral, para que o povo clamasse por segurança, por aceitação total, a serem tutelados por um rei. E o Maquiavel, no livro O Príncipe, disse que, se um rei tomar outro reinado, este monarca deveria se precaver e ...

Suprematismo Cunha

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Por: Júlio César Anjos O movimento suprematista, criado por Kasimir Malevich, foi uma onda artística que ganhou força no período revolucionário russo, ao ser uma alternativa de contracultura da arte vigente naquele período. Malevich definiu a sua criação como: “a supremacia do sentimento ou da percepção puros na arte criativa”. Ou seja, é uma produção abstrata. Essa técnica utiliza de figuras geométricas para fazer a composição, como os das criações conhecidas como “o avião voando” (1915) e “o quadrado negro: fórmula nula” (1915). Golpeie os Brancos com a cunha vermelha (1919) - El Lissitzky Mas há uma litografia que fora utilizada para propaganda, um cartaz sobre a guerra civil russa, feito por El Lissitzky (ilustração ao lado), chamado: “Golpeie os brancos com a cunha vermelha (1919)”, que combinava formas suprematistas com o dadaísmo, para transmitir mensagem politica. O desenho é basicamente figuras geométricas, como: uma cunha vermelha, representando o exército vermel...

Não Desbote a Cor

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Por: Júlio César Anjos     Não desbote a cor Do sorriso amarelo ao ter que afirmar algo que não concordaria Não desbote a cor Da bochecha vermelha de vergonha que na alma causou sangria Não desbote a cor Da consciência negra que tanto lutou pela liberdade sadia Não desbote a cor Do verde de raiva das matas que o homem jurava que preservaria Não desbote a cor Da bandeira branca da paz com violência vinda justamente de quem defendia Não desbote a cor A terra ainda é azul. Mas um dia... Não desbote a cor Não desbote a cor O trabalho Não Desbote a cor de Júlio César Anjos foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - SemDerivados 3.0 Não Adaptada . Com base no trabalho disponível em efeitoorloff.blogspot.com.br .