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Coincidência: Crise Econômica Mundial Vinda dos EUA x Pandemia

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Por: Júlio César Anjos Veja só que coincidência interessante envolvendo crise econômica mundial [iniciada nos EUA] e pandemia desde o começo do século XXI até agora.[Crise econômica vindo dos EUA? Pandemia logo em seguida!] No ano de 2001 estoura a bolha da internet das ditas empresas “ponto com”. E em 2002 aparece a pandemia SARS, que gerou uma agitação na mídia e apreensão nas pessoas ao redor do mundo. A partir deste momento, mais dólar é impresso nos EUA, bancos centrais do mundo todo aumentam centralização de poder e o Oriente Médio, sob o domínio da Casa de Saud, engessa ainda mais o mercado de petróleo pelo Petrodólar. Após as atribulações, as coisas voltam ao “normal”. *** E, como sabido, a economia vive de ciclos, ou seja, de períodos de bonança e momentos de tempestade. Então, em 2007 a crise do subprime explode até o ponto de fazer uma crise imobiliária em 2008. E em 2009 aparece o terrível H1N1, que gera agitação na mídia e apreensão nas pess...

A Conjuntura da Manifestação de 15 de Março de 2020

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Por: Júlio César Anjos      10 questões sobre a manifestação de 15 de março de 2020. Segue: 1 O grupo que apoia o Bolsonaro foi de verde-amarelo. Isso é bom. Exibe uma manifestação sectária ao invés de ser massa amorfa, o que mostra não ser uma execução popular, cristaliza-se mais como reinvindicação de grupo extremista que estaria exigindo um novo czar. Isso significa que só uma parcela [pequena, mas aguerrida] da população está insatisfeita com Congresso e STF [o que é bom ter e é normal]. 2 Saiu o “Fora PT” da pauta de reivindicação e entrou Congresso e STF no lugar. O PT saiu da pauta porque este grupo sectário avançou em exigência, ou seja, para esta massa o PT já era e por isso já dá para avançar de forma mais voraz contra o Sistema. 3 A camada social que estava na rua era composta por longevos [por causa da falsa memória que possuem da ditadura militar, querem resgatar um passado que não existiu] e pobres [no sudeste e sul, as esquerdas...

Movimentos de Rua e/ou Bolsonaro

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Por: Júlio César Anjos Atenção: Não tenham mais medo dessas Bolhas de internet. O máximo que dá para entregar ao Bolsonaro, a partir de agora, é levar este governo em banho-maria até a eleição de 2022. E só. Porque o presidente, muito envolvido com problema de milícia, não entregou até agora resultado positivo econômico, e não tem nem mesmo base no congresso para poder governar. O povo moralizado que acha um mero caixa-2 um horror, não aceita um governo que se tenha em seu entorno uma milícia assassina de esquadrão da morte. É demais para a classe média moralizada poder suportar. Então, devagar, e aos poucos, Bolsonaro vai perdendo o povo. Vai tendo somente apoio de bolha de internet. E diante dessa abertura política, sendo que não há vácuo no poder, basta os outros jogadores fazerem as suas jogadas para conquistar o objetivo nas próximas eleições: ganhar. O objetivo do centro político agora é fazer o “house of cards” político, junto com as esquerdas, ...

Bolsonaro e Guedes, Observações de Questão: Econômica; Política; Social

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Por: Júlio César Anjos Questão Econômica: Reduzir ou talvez zerar a alíquota de Imposto de Importação e de Produtos Industrializados Paulo Guedes acerta porque é o óbvio a fazer. A maioria dos impostos somente pode ser modificada no congresso. As exceções são o II [Imposto de Importação] e o IPI [Imposto de Produto Industrializado]. Estes dois tributos são de prerrogativa do executivo nacional [o II tem que ser cumprido já na data de publicação do Diário Oficial, enquanto que o IPI só 90 dias após publicação, para adaptação, pelo princípio da Noventena]. Então II [imposto de Importação] e IPI [Imposto sobre Produtos Industrializados] são de prerrogativa do executivo nacional, ou seja, da canetada do Bolsonaro. Esta é uma ferramenta para o Estado defender a indústria nacional.     Sabendo disso, com o dólar na paridade em que está composta, de 4:1 [de quatro para um], esta cotação já faz barreira de defesa ao natural pelo câmbio. E um Imposto de Importa...

O Macaco fez Pollock ou o Pollock fez Macaquice?

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Por: Júlio César Anjos Recentemente, surgiu no noticiário a grande surpresa da porca pintora. A porquinha virou sensação por fazer rabiscos em uma tela e com isso adquiriu projeção, mídia, e até os seus quadros ganharam monetização, o que quebra a ideia de Marx que só o trabalho gera valor das produções.   Do mesmo modo, tem-se o Chimpanzé Brent, o mais conhecido dentre os macacos pintores. As suas pinceladas surpreendem o mundo da arte. Outro fato curioso é o “trabalho” executado pelo e-David, o robô pintor que produz verdadeiras fotografias, de tão bem definidas pela precisão mecânica. E, por fim, o prolifico Pollock, um bem-sucedido pintor, fez obras tão elevadas que são incompreensíveis até hoje. Mas, afinal, estes entes são artistas? O que eles fazem é considerado arte? Há que analisar os casos para compreender se estes seres são artistas ou não e se tais realizações são artes ou não nestas produções consideradas abstratas (até demais). Primeiro, a definição de arte. ...

Teoria do Leite Fervido

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Por: Júlio César Anjos Um leite é colocado em um recipiente e levado a esquentar. O trabalho do gás continuamente faz os átomos do produto se mexerem, perturbando a matéria que estava inerte. O lácteo começa a expandir de tal forma, diante a fervura do laticínio, que se eleva ao ponto de transbordar e, após se esparramar pela borda do jarro, tal medida tem por fim apagar a boca do fogão, fazendo o leite a voltar ao estado de inercia inicial, pois desligou, de forma forçosa, o incinerador. Ou seja, o fogo ferve o leite, que sobe até transbordar, apagando o fogo. Esse é o ciclo. A mesma coisa vale para as ações do homem ao modificar o meio, outrora em repouso, por ser mudado, mexido. Antes de o leite transbordar do recipiente, acontece um fenômeno de eclosão de milhões de microbolhas que borbulham sem parar, aumentando o crescimento de expansão desordenada da matéria, até chegar ao ponto de boa parte do produto sair do jarro. A mesma coisa acontece com o meio em que o homem está...

A Torradeira

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Por: Júlio César Anjos A sociedade chegou a um nível sem igual, a torradeira virou artigo de status, todas as pessoas passaram a buscar tal eletrodoméstico como objeto de valor maior do que a utilidade, em si, do produto. O equipamento começou a aparecer com designers dos mais variados, para todos os gostos e bolsos, mercado pujante através de uma mercadoria totalmente substituível, o que traça uma bolha no ramo de atividade. Tudo correria normalmente, até que os burocratas resolveram atacar tal seguimento. O governo, vendo o crescimento de consumo em tal concepção, resolveu instituir o que chama de tributo, um imposto chamado ISET (Imposto Sobre Equipamentos Tostadores). Tal medida instigou debates e mais debates Brasil afora, todos convergindo sobre preceitos do Estado. O novo tributo afetou também as linhas de chapas e algumas prensas de cozinha e siderurgia. Os políticos, através de mudanças no código tributário nacional (CTN), resolveram fazer debates sobre o fato ...

O surfe na onda vulcânica

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Por: Júlio César Anjos     O bom é surfar na crista da onda da maré, divertir-se ao movimentar-se na água, a fim de utilizar o poder da natureza a favor do surfista; Outra coisa é surfar no magma do vulcão, ao entrar em erupção, a pessoa não tem o que fazer, então, antes de morrer, brinca um pouco na crista do fervor. Guido Mantega, ao gerar a erupção da economia, brincará um pouco na crista do magma para satisfazer-se antes de findar de vez o país. O ministro da fazenda, Guido Mantega, resolveu fazer medidas que, talvez, abaixarão os preços dos imóveis. Entre as regras constam desonerações e outras conversinhas que só estatista gosta de escutar.  Mas, caso não tenha sido instituída a novilíngua (mecanismo para duplipensar – no livro 1984, de George Orwell), o fato é que estímulo como tais tenderiam a impulsionar o consumo e não ao contrário. Joga-se a contento a informação em mídia paga, cria uma expectativa especulativa do mercado e induz a 2 (dois) resultad...

A Economia Chinesa

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Por: Júlio César Anjos Esses dias trocando papo com os intelectuais de boteco - papo vai e vem -, tudo sobre a China, tema sobre a baixa da inflação que não ocorria de tal maneira há 2 (dois) anos, e assim surge a grande conclusão: “Agora a china melhorará porque o governo controlou a inflação”. Um governo pode sim controlar a inflação, um exemplo disso é o Brasil do FHC, mas a situação em que se encontra o país asiático, e tal sistema econômico praticado por lá, condiciona a uma conclusão que não é um melhoramento da crise, ao contrário, é um aumento de crise a curto e médio prazo. Os esquerdopatas utilizaram de fontes secundárias concisas e confiáveis para chegar à conclusão que poderia ser verdade, se o sistema fosse simples. Disse um deles que o governo controlou a inflação porque atacou o mercado especulativo e domou a bolha imobiliária, como se isso fosse possível, o governo com uma varinha de condão resolver todo o sistema engendrado de uma economia de um país qualquer...