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Crise Hoje: Efeito Orloff do Fim dos Anos 90

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Por: Júlio César Anjos Lembro-me que, no fim dos anos 90 até 2001, as crises da Vódka (Russia), Tequila (México), Corralito (Argentina), dentre outros emergentes estavam fazendo os ditos países quebrarem naquele momento. Perguntado ao Soros a diferença entre esses países e o Brasil (que ainda não tinha quebrado), eis que Soros respondeu: 6 meses. Ou seja, era questão de tempo para o Brasil ir junto com a balaiada incompetente à quebradeira. O Brasil não chegou a quebrar, mas a crise foi profunda naquela época. Perguntado, hoje (2016), a diferença entre o Rio (quebrado) e os outros estados da federação, eis que eu respondo: Questão de tempo. Porque se não houver profunda mudança, a moratória será geral. Nem precisará de PEC para até mesmo calotear funcionário público. Prevejo o caos. Obs: E prevejo também emenda no artigo 41 da C.F., além da base da pirâmide estatal ser esvaziada porque deixará de ser atrativo trabalhar nestas ocupações estatutárias; sendo e...

Partido da Social Democracia... De Onde? Sumiu.

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Júlio César Anjos     Todo partido Social democrata objetiva conceitos à busca do bem-estar Social. Para conquistar o objetivo, o partido denominado deve, por obrigação, ser centralista, o que, por si só, já o satisfaz como democrata. Mas para ser democrático, o partido deve ter pilares de correntes socialistas e liberais. Partido que não tenha pluralidade de pensamento, dentro da associação destas pessoas, não é considerado Social Democrata, e ponto final. A Democracia é regra de maioria. Quando há ampla convergência, em que todo mundo concorda com a decisão a ser tomada, tal conceito não é democracia, é unanimidade – e, como se sabe, toda unanimidade é burra. Logo, um partido democrático deve por questões naturais haver divergências dentro do próprio grupo, o que tem por obrigação existir correntes contrárias umas das outras. Partido democrata puro atende a essa necessidade. No início do século XX, a Rússia tinha um movimento, um partido clandestino, chamado d...

Tá Russo

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Por: Júlio César Anjos     Malandro é o Russo que, nas guerras, fugiu de Napoleão e até de Alemão; porém matou os próprios conterrâneos e chamou a isso de Revolução. Há várias passagens na história que intrigam. Desde acontecimentos de bolha de tulipa até bombardeio nuclear para encerrar guerras, sempre existiu enredos surpreendentes, de vários locais, e formas inimagináveis ao longo dos anos. Porém, a mais surpreendente cronologia de enredo se destaca ao russo, e a forma de conduzir milícias. Napoleão sonhava com uma Eurásia Franca. O delírio do militar coadunava com os preceitos do povo, ao sofrerem em demasia ao fim de uma idade média bárbara (alem de cansaço mediante à guerra dos 100 anos) e um renascimento somente para fidalgos, pois Antonieta apontava brioches e o povo queria apenas pão. Napoleão resolve agir e atacar os Russos, que, naquele momento, estavam presos ao meio da neve. Como não havia ponte aérea Paris-Moscou naquela época, os franceses reso...