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Mostrando postagens com o rótulo casamento

Manifesto Incel

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Por: Júlio César Anjos Incel: Definição Incel - neologismo de "celibato involuntário" - é uma referência a membros de uma subcultura online que se definem como incapazes de encontrar um parceiro romântico ou sexual, apesar de desejarem ter. [...] Auto-identificados Incels são quase exclusivamente homens heterossexuais. Oração da Serenidade Incel Deus Vult, dai-me a serenidade para aceitar sobre o sexo em que eu não consigo fazer, coragem para aventurar sexualmente, e sabedoria para saber se a garota está afim ou não. Cultura Incel Tentar promover na sociedade ocidental e/ou democráticas a cultura de costumes do patriarcado parecido com o estabelecido nos califados, e/ou estabelecer o costume indiano de casamento arranjado entre familiares para ter facilidade de relacionar-se, e, assim, poder finalmente transar. A Tribo Incel Moletão, barba por fazer, cabelo a aparar e pentear, e banho intermitente. A estética do Ermitão é a camuflagem de so...

Prenda a Sua Cabrita Que o Meu Bode Está Solto

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Por: Júlio César Anjos Havia um ditado popular proferido pelos antigos que era o seguinte: “Menstruou casou”. A ideia era simples: A moça da família iria uma hora ou outra menstruar, os hormônios iram entrar em ebulição e aflorar, e a jovem procuraria amor e sexo [o que é normal, é necessidade fisiológica como beber água e se alimentar], com tal situação podendo acometer de a moça engravidar e gerar um bebê. Só que naquela época, ter bebê sem casar [mãe solteira] era algo de mais vergonhoso que uma família poderia suportar. Então, após menstruar, a própria família já começava a “se coçar” e a se preocupar em fazer a filha casar. Infelizmente essa era a realidade do tempo antigo. Pela dada situação da época, qual era a solução da família para que a moça, após menstruar, não cometesse tal erro social considerado repugnante pela sociedade? Ora, era manter a moça em cativeiro, ficar reclusa até casar. Só que o casamento tinha algumas disposições. O costume dos mais antigos tinham ...

Lealdade Hereditária

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Por: Júlio César Anjos O mandamento da bíblia diz: “Honrar pai e mãe”. Esta regra tem um “looping” perfeito, pois, se os filhos aprenderem a honrar pai e mãe, no futuro, tais entes serão pais que ensinarão os filhos a fazerem o mesmo, pela tradição, gerando círculo virtuoso humanitário, não havendo razão para criar leis e mais leis inúteis para gerar a concepção de que os pais devem respeitar os filhos e vice versa. Todavia, há outros tipos de lealdade hereditária que, não necessariamente seja de tutela familiar. Estes casos, porém, não condizem com o laço de família, mas que representa respeito geral. Lealdade hereditária vale, por exemplo, tanto para o cidadão comum até para o rei.  Hobbes, no livro leviatã, disse que os reis faziam guerras para gerar insegurança geral, para que o povo clamasse por segurança, por aceitação total, a serem tutelados por um rei. E o Maquiavel, no livro O Príncipe, disse que, se um rei tomar outro reinado, este monarca deveria se precaver e ...

Eu Não Matei Sylvia Plath

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Por: Júlio César Anjos  Assim como a banda Camisa de Vênus “não matou Joana D’arc” [eles não assassinaram a “heroína” porque não são cristãos e nem beligerantes], eu “não matei Sylvia Plath” porque não sou machista nem ignorante.  E mesmo se tivesse tais preceitos, igualmente não teria ceifado a rainha das feminazis. Para quem não sabe, Plath foi precursora da revolução: estudava no Smith College quando escrevia The Feminine Mystique; seu suicídio em 1963 e a publicação de seus últimos e furiosos poemas em Ariel galvanizaram o nascente movimento feminista . Ela foi casada com o escritor Ted Hughes (ele a traiu), que foi atacado pelo grupo de pressão, iniciado pela poetisa, porque atribuíram a morte de Plath ao casamento e a vida sufocante. Nada mais falso, pois a biografia de Plath mostra que ela sempre foi perturbada, tentara se matar antes mesmo de conhecer Hughes, mostrando que a “deusa” das feministas nunca tivera sanidade mental. Mas, deixando o conceito de l...

Cinder-Ela, a Promíscua

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Por: Júlio César Anjos Caso alguém não tenha assistido ao filme - Cinderela, e não queira saber sobre os “spoilers” remetidos ao texto, favor descartar a leitura do artigo. Mas se a pessoa não se importar com as revelações ofertadas no conteúdo, pois está mais preocupada com o aspecto “inteligível” do contexto, é contumaz que aprecie a leitura de ocasião. Àqueles que compreendem a essência e também assistiram o entretenimento, a resenha será mais compreensível que nos dois casos citados anteriormente. Dada à informação, que se esclareçam as fundamentações da película da Disney. Novamente, para deixar claro, o filme Cinderela (2015) é muito bom. Como entretenimento é excelente. É notório saber que a Disney geralmente faz filmes com a paleta de cores frias, o que dá um aspecto qualitativo à película, sem criar a gama de cansaço de explosão de pigmentos, como acontece com outras animações de produtoras concorrentes. Esse aspecto mais lúgubre dá o requinte do trabalho cinematográf...